Bula Shadow

acessos
Glisfosato - sal de isopropilamina
8506
Albauch

Composição

Glifosato - Sal de Isopropilamina 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico, Ação Total
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 56 dias. Pós-emergência
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
4 a 6 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência
Rubim
(Leonurus sibiricus)
2 a 4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 17 dias. Pós-emergência

Balde-COEX/PEAD/PET: 20 L.
Bombona- COEX/PEAD/PET: 5,0 L.
Frasco- COEX/PEAD/PET: 1,0 L.
Tambor- COEX/PEAD/PET: 200; 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Glifosato Atanor 48 é um herbicida sistêmico de ação total para a aplicação em pós-emergência do grupo químico glicina substituída.
Aplicação em área total em pré-plantio (operação de manejo — pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas) implantado no sistema plantio direto para as culturas de ARROZ, MILHO, SOJA e TRIGO.
Na eliminação da soqueira da CANA-DE-AÇÚCAR e na eliminação de PASTAGENS degradadas.
Na eliminação de plantas daninhas em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas daninhas) nas culturas: CAFÉ, CITROS, CANA-DE-AÇÚCAR, EUCALIPTO, PASTAGENS, PINUS e UVA.

PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS POR GLIFOSATO ATANOR 48: Vide seção: "Indicações de uso/doses".

(*) = Dependendo do estádio de desenvolvimento da planta daninha, utilizar as menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, e as maiores doses para a fase adulta.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Glifosato Atanor 48, aplicado no período adequado, controla as plantas daninhas com uma única aplicação. O Glifosato Atanor 48, não tem ação sobre sementes existentes no solo. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as plantas daninhas anuais, o período adequado, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca).

MODO DE APLICAÇÃO:

Glifosato Atanor 48 pode ser aplicado através de aplicações terrestres em citros, café, cana-de-açúcar, eucalipto, pinus e uva e aplicações terrestres e aéreas em soja, milho, arroz, pastagens e trigo.
Em plantio direto, aplicar antes do plantio das culturas de arroz, milho, soja e trigo.
Para as culturas indicadas (em pós-emergência das culturas e das plantas daninhas), aplica-se o Glifosato Atanor 48 em jato dirigido ou protegido tomando-se o cuidado necessário para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caules jovens ainda não suberizados).
Aplica-se o Glifosato Atanor 48 em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva-de-nível ou então somente onde houver manchas da planta daninha alvo.

1) EQUIPAMENTOS TERRESTRES: A seguinte tabela deverá ser observada antes da

Equipamento: Costal manual; Tipos de bico: 80.01 a 80.04
110.01 a 110.04 defletor (TK.05) (e equivalentes); Vazão (L/ha): 100 a 400; Pressão (kg/cm2): 2,78 (40 lb/pol2); Tamanho de gotas (m.m): 100 - 200; Densidade de gotas (gotas/cm2): 20 — 30.

Equipamento: Tratorizado; Tipos de bico: 80.01 a 80.04 110.01 a 110.04 defletor (TK.05) (e equivalentes); Vazão (L/ha): 100 a 250; Pressão (kg/cm2): 2,78 (40 lb/pol2); Tamanho de gotas (m.m): 100 - 200; Densidade de gotas (gotas/cm2): 20-30.

2) APLICAÇÃO AÉREA:

Barra com bicos para aeronaves de asa fixa — Ipanema (qualquer modelo) Volume de aplicação: 40-501/ha
Altura de vôo: 4-5 metros do topo da cultura
Largura da faixa de deposição: 15 metros
Tamanho e densidade de gotas: 110-120 p.m — mínimo de 20 gotas/cm2 (DMV de 420 a 450 gm) Barras de pulverização: poderão ser utilizadas barras de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos de extremidade da asa, em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga, em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.
Bicos de pulverização: utilizar bicos de jato cônico, vazão da série D ou similar, com difusores
em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto, de forma a obter uma deposição mírnina sobre o alvo.
NOTA: Sobre outros equipamentos, deve-se providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Condições climáticas:
Temperatura do ar (Máxima): 35°C U.R. Mínima de 55%
Velocidade do vento (Máxima): 10 Km/hora (3 m/s)

INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA.....................PERÍODO DE CARÊNCIA ( DIAS)
Soja..........................( 4 )
Milho.........................(3)
Citros........................30
Café..........................15
Cana-de-açúcar.........(2)
Arroz..........................( 2 )
Trigo...........................( 2 )
Pastagens...................( 2 )
Eucalipto......................UNA
Pinus............................UNA
Uva...............................17 dias

(2):Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
(3):O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(4):O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. U.N.A. = Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável peia Saúde Humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

O produto deve ser utilizado somente para as culturas que estão registradas, seguindo as instruções de uso aprovadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medícamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto irritante aos olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapídamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Não reutilize a embalagem vazia.
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas calçadas para reduzir o risco de exposição acidental.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão ímpermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa paar um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CLIFOSATO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Glicina substituída

Classe toxicológica:
Classe III

Mecanismos de toxicidade:
Oral, inaçatória e dérmica.

Toxicocinética:
Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3 % do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.

Sintomas e sinais clínicos:
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangüínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica.
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do gIifosato.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado ela resen a da substância no material gástrico.

Tratamento:
NÃO EXISTE ANTIDOTO PARA GLlFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitríla e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão,considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação ).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pOz) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retomar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.

Contra-Indicação:
O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a ressão arterial e causar de ressão cardiorespiratória.

Efeitos sinérgicos:
Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para ele e odem aumentar a absorção do produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e . obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISAlMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emer ência da em resa: (51) 30193125 ou (51) 30193058

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
O Glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação demonstram que o Glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado.

Efeitos agudos para animais de laboratório:
- A DL50 aguda oral e dérmica do Glifosato é acima de 2.000 mg/kg. Nos animais de laboratório foram observados sinais clínicos e alterações comportamentais, tais como: tontura, diarréia, apatia, tremores, lacrimejamento e tempo de morte.
Inalação: causou irritação leve a moderada das mucosas nasal e da garganta.
Pele: causou fraca irritação como vermelhidão da pele. O produto testado em animais de laboratório não apresentou sinais de comprometimento quanto à irritação da pele.
Olhos: causou irritação da mucosa ocular, reversível em 72 horas.

Efeitos crônicos animais de laboratório: Em estudos realizados com animais de laboratório com Glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto.
No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso corpóreo e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento sem a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas
Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE
Isole e sinalize a área contaminada.
Contacte as autoridades locais competentes e a empresa ATANOR DO BRASIL LTDA telefones (OXX51) 3019 3125.
Utilize equipamentos de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado - absorva o produto com serragem e areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água .

. Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque no recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima .

. Corpos d'água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUíMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento da lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLlCE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Triplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo ara liberar o jato d'água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água da lavagem deve ser transferida par ao tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem RíGIDA NÃO LAVÁVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilàdo, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ração, animais e pessoas.

Para embalagens SECUNDÁRIAS:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para a utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efiuentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas daninhas que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas daninhas, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consultar um Engenheiro Agrônomo.