Bula Siptroil

acessos
Atrazina
10307
Oxon

Composição

Atrazina 400 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Carrapicho de carneiro
(Xanthium strumarium)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Milhã
(Digitaria ciliaris)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 6 L/ha 150 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 Não determinado devido à modalidade de emprego. Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo

1; 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
SIPTROIL é um herbicida seletivo aplicado em pós-emergência das plantas infestantes na cultura do milho.

CULTURA / PLANTAS DANINHAS / DOSES *
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

* As doses mais elevadas são usadas em níveis de infestações mais altas, principalmente em gramíneas, em solos com maior conteúdo de argila, matéria orgânica ou nível de palha mais elevado.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura.
Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar preferencialmente com as plantas infestantes em estádio inicial (2-3 folhas para monocotiledôneas e de 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com boa turgescência e em pleno vigor vegetativo.

MODO DE APLICAÇÃO:
SIPTROIL é um herbicida seletivo a cultura do milho, recomendado para o controle na pós-emergência das plantas daninhas anuais nos sistemas de plantio direto e convencional. Além de sua ação de pós-emergência inicial, oferece também um controle residual satisfatório (20 a 30 dias após a aplicação) que irá depender das condições climáticas, do solo (teor de argila), do teor de matéria orgânica, do nível de palha (plantio direto) e do grau de infestação.

Recomenda-se aplicar em pós-emergência precoce (até 2 a 3 folhas para monocotiledôneas e até 2 a 3 pares de folhas para dicotiledôneas), com um volume de calda de 150 a 200 L/ha quando terrestre e 40 a 50 L/ha para aplicação aérea. As doses mais elevadas devem ser usadas quando o nível de infestação for alto ou quando a infestação de gramíneas for predominante.

Para aplicações terrestres são utilizados pulverizadores tratorizados de barra com as seguintes indicações:
Tamanho de gota: 200 micra
Volume de aplicação: 150-200 L/ha de calda
Pressão: 40-60 lb/pol²
Tipo de bico: 110.01 a 110.03

Para aplicações aéreas são utilizadas barras com bicos e/ou atomizador rotativo (micronair) com as seguintes indicações:
Volume de aplicação: 40-50 L/ha de calda
Densidade de gota: 40 a 50 gotas/cm²
Tipo de bico: 80.15 a 80.20
Altura de vôo: 4-6 m
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m

Condições limites para uma pulverização:
Umidade relativa do ar: mínima de 65%
Velocidade do vento: 3 a 10 km/h
Temperatura: máxima de 30ºC

Em qualquer tipo de aplicação, a dose recomendada deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aéreos, de forma que se obtenha uma perfeita cobertura das plantas daninhas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho: não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados;
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
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PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência;
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos;
- Utilize equipamentos de proteção individual - EPIs: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas passando por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico
classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas;
- Utilize equipamentos de proteção individual
- EPIs: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas passando por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
para o uso durante a aplicação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação;
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual
– EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botasde borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

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Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ATRAZINA
- Informações Médicas –
Grupo químico: Triazina
Classe Toxicológica: III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética: A atrazina é metabolizada e seus derivados mono e dialquilados em
humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido
mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma
dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina
marcada com C14. A maioria (91,1 – 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em
amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após
168 horas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose
baixa e apenas 1,2 % no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de
eliminação urinária ocorreu em 24-48 h e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72
horas.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
conhecidos
Sintomas e sinais clínicos: A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até
que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de
toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros
mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora,
paralisia dos membros, alterações respiratórias).
Exposição Aguda
Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode
causar irritação ocular.
Cardiovascular
Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.
Respiratório
Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. A aspiração
de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispnéia e
espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Neurológico
Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol,
etileno glicol e formaldeído.
Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de
herbicidas triazínicos.
Gastrintestinal
Em estudo em animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náuseas,
vômitos, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca.
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Hepático
Foi relatada necrose hepática.
Geniturinário
Foi relatada falência renal, várias horas após ingestão intencional de um herbicida
contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Hematológico
Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas após a ingestão
intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e
formaldeído.
Dermatológico
A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos são os sintomas mais
frequentemente observados.
Endócrino
Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos níveis
de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir no controle
hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomizadas.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento:
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há
muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de
água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em
crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menores de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos
corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de
hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de
toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias.
Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme
necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e
corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente
por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
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Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
Contraindicação: Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de
aspiração.
Efeitos sinérgicos: Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a
atrazina produziu toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica.
Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros
organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os
compostos, exceto mevinfós.
ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (34) 3319-5550 (horário comercial)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ]- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[ ]- Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[X]- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
[ ]- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SIPCAM ISAGRO BRASIL
S.A., através dos telefones de emergência (34) 3319-5568 e 0800-7010450.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
10
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolhe esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPIs – Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda
do produto.
• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
11
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora
e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
12
Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
MUNICÍPIO OU DO DISTRITO FEDERAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
PRECAUCAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTOTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[ ] Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[X] PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III )
[ ] Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre recipientes para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.
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Em caso de acidente:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamentos de proteção individual.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SIPCAM ISAGRO BRASIL
S.A., através dos telefones de emergência
(34) 3319-5568 e 0800 701 0450.
- Procure impedir que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
DEVOLUÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS:
- É obrigatória a devolução desta embalagem ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado, por escrito, na nota fiscal de compra, conforme
instruções da bula. Não armazene ou transporte embalagens vazias junto com
alimentos, bebidas, rações, medicamentos, animais ou pessoas.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos no meio
ambiente ocasiona contaminação do solo, da água e do ar.
- SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA REFERENTES AOS
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM E/OU DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS
.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Contate a empresa registrante, pelo telefone (34) 3319-5568, para realizar a
devolução. A empresa registrante é responsável pelo recolhimento e destinação final
de restos de produtos.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- Está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não há casos de incompatibilidade