Slt 01
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Purpureocillium lilacinum Cepa CBMAI 2833
Registro MAPA:
35225
Empresa Registrante:
Solatus |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Purpureocillium lilacinum Cepa CBMAI 2833 (2,5 x 10⁶ UFC/ml p.c.) | 5,95 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Quimigação
Classe Agronômica:
Nematicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Dosagem | |
|---|---|---|
| Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
SLT 01 é nematicida microbiológico indicado para o controle de Meloidogyne incognita em qualquer cultura de ocorrência do nematoide.
Observações:
• Usar doses mais altas em caso de alta infestação ou condições ambientais favoráveis ao
desenvolvimento dos nematoides.
• Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e densidade de plantas por hectare.
PREPARO DE CALDA:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de cloro ou qualquer outra substância que possa ser letal ao microrganismo contido no produto, para não prejudicar a eficiência do mesmo. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do SLT 01 deve estar limpo de resíduos de outro agroquímicos. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do SLT 01 e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. A calda deve permanecer em agitação para homogeneidade do ingrediente ativo.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem distribuição homogênea da calda, conforme as recomendações do fabricante. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e densidade de plantas por hectare.
Condições climáticas recomendadas durante a pulverização:
Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 30°C ou na presença de ventos com velocidade acima de 7 Km/h, bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70%.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
OBS: assegurar que a pulverização ou a sua deriva não atinjam culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Evite a entrada na área tratada por pelo menos 4 horas após a aplicação ou até a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
• O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
• Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no início da manhã, final da tarde ou no início da noite, evitando assim a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol.
• Conservar o produto refrigerado ou em lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
• Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle químico e controle por comportamento.
A resistência de nematoides a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle de nematoides podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do SLT 01 ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SLT 01 como uma ferramenta útil de manejo de nematoides, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para o nematoide alvo.
• Aplicações sucessivas de SLT 01 podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SLT 01 ou outros produtos quando for necessário;
• Adotar outras táticas de controle, como rotação de culturas, controle biológico, controle químico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.iracbr.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).