Smart Guard CI

Geral
Nome Técnico:
Fluazinam
Registro MAPA:
41125
Empresa Registrante:
Wynca
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Fluazinam 500 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea, Via irrigação (quimigação)
Classe Agronômica:
Fungicida, Acaricida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Acelga Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Acerola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Agrião Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Alface Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Algodão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Almeirão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Ameixa Recomendação Dosagem Produtos Similares
Monilinia fructicola (Podridão parda) veja aqui
Amendoim Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Amora Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Azeitona / Oliveira Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Cana-de-açúcar Recomendação Dosagem Produtos Similares
Thielaviopsis paradoxa (Podridão-abacaxi) veja aqui
Canola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Chicória Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Ervilha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Espinafre Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Estévia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Feijão-caupi Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Framboesa Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Girassol Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Grão-de-bico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Lentilha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Marmelo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Monilinia fructicola (Podridão parda) veja aqui
Mirtilo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Morango Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Mostarda Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Pera Recomendação Dosagem Produtos Similares
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) veja aqui
Pêssego Recomendação Dosagem Produtos Similares
Monilinia fructicola (Podridão parda) veja aqui
Pitanga Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Rúcula Recomendação Dosagem Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Seriguela Recomendação Dosagem Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 / 2 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 / 10 / 20 / 25 / 50 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 50 / 100 / 200 L

INSTRUÇÕES DE USO:

SMART GUARD trata-se de um fungicida - acaricida a ser utilizado em pulverização nas culturas de acelga, acerola, agrião, alface, algodão, alho, almeirão, ameixa, amendoim, amora, azeitona, batata, canola, cebola, chalota, chicória, espinafre, estévia, ervilha, feijão, feijão-caupi, framboesa, girassol, grãode-bico, lentilha, maçã, marmelo, mirtilo, morango, mostarda, nectarina, nêspera, pera, pêssego, pitanga, rúcula, seriguela, soja e tomate; no tratamento de solo em pulverização no sulco de plantio na cultura da batata; no tratamento de toletes, por imersão ou em aplicação sobre os toletes no sulco de plantio, na cultura de cana-de-açúcar e tratamento de solo (cova de plantio) na cultura de maçã.

MODO DE APLICAÇÃO:

SMART GUARD pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados, tratorizado e por via aérea conforme recomendações para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto SMART GUARD de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.

Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Lavagem do equipamento de aplicação:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos protetores.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Uso exclusivamente agrícola.
• Utilizar o SMART GUARD somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura.
• Todos os equipamentos de aplicação aérea e terrestre devem ser devidamente calibrados e verificados antes de serem utilizados para a aplicação.
• Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.
• Todo equipamento usado para aplicar o produto deve ser descontaminado antes de outro uso.
• Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O produto fungicida SMART GUARD é um fungicida acaricida sistêmico do grupo químico fenilpiridinilamina, composto por fluazinam, que apresenta mecanismo desacoplador de fosforilação oxidativa pertencente ao Grupo C5 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do GRUPO C5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C5 FUNGICIDA

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