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Soletra

Geral
Nome Técnico:
Beauveria bassiana, isolado IBCB 66
Registro MAPA:
12223
Empresa Registrante:
Hubio Biopar
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Beauveria bassiana isolado IBCB 66 40 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida microbiológico
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Inseticida microbiológico

Tipo: Saco
Material: Plástico/Plástico metalizado
Capacidade: 50 kg;

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2 kg;

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 60 kg;

Tipo: Bag-in-box
Material: Fibra celulósica com saco plástico interno
Capacidade: 2.000 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um agente microbiológico de controle (Beauveria bassiana, isolado IBCB 66) utilizado no controle da Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B), Moleque da bananeira (Cosmopolites sordidus), Ácaro rajado (Tetranychus urticae), Cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) e Gorgulho-da-cana ou bicudo da cana-de-açúcar (Sphenophorus levis).

Modo de aplicação

Terrestre e aérea

Bemisia tabaci raça B (mosca-branca)

Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para as culturas de soja e pepino. Dose de 0,75 kg/ha. A aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%. Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais de que 4 aplicações por safra da cultura.

Cosmopolites sordidus (moleque da bananeira)

Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura da bananeira. Dose de 5 kg/ha. A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo "telha"/ha; 50 ml de pasta fúngica/ isca; 1 kg/ml de pasta. Realizar 3 aplicações.

Tetranychus urticae (ácaro rajado)

Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do morango. Dose de 1 kg/100 litros de calda. A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com o jato dirigido para a face inferior das folhas.

Dalbulus maidis (cigarrinha do milho)

Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho. Dose de 8 kg/ha. Realizar mais de uma aplicação

Sphenophorus levis (gorgulho-da-cana ou bicudo da cana-de-açúcar)

Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura da cana-de-açúcar. Dose de 7,2 kg/ha, aplicando-se 70% da calda no corte da soqueira (jato dirigido) e 30% sobre as plantas, com bico leque. Umidade relativa acima de 46%. Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área.

MODO DE PREPARO DA CALDA

- Suspender o produto em água sob agitação em um balde ou recipiente: usar 5 litros de água para cada kg do produto.
- Aguardar 5 minutos para precipitação do inerte e levar o líquido até o tanque do pulverizador passando pela peneira do equipamento. Evite deixar ir o precipitado.
- Repetir este procedimento por três vezes para retirar o máximo de esporos do fungo. Descartar o precipitado. - Para o controle de moleque da bananeira (Cosmopolites sordidus), diluir o produto em água formando uma pasta fúngica homogênea, contendo 1x109 esporos/mL de pasta. Aplicar 50 mL da pasta sobre toda a superfície de iscas-atrativas tipo “telha”.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicado na forma líquida via pulverizadores hidropneumáticos tratorizados ou tracionados, via aérea, via irrigação ou através de iscas.

APLICAÇÃO TERRESTRE

A aplicação deve ser realizada através de pulverizador costal, barra tratorizado ou turbo atomizador, calibrado para trabalhar com pressão e volume de calda constante. Devem ser equipados com pontas de pulverização que reduzam as perdas por deriva e promovam uma cobertura homogênea, conforme as recomendações do fabricante. Aplicar volume de calda de 80 a 300 L/ha. Para aplicação através de iscas, espalhar 100 iscas do tipo "telha"/ha; 50 ml de pasta fúngica/ isca; 1x109 esporos/ml de pasta.

APLICAÇÃO AÉREA

Para as aplicações foliares, utilizar aeronave agrícola equipada com pontas de pulverização ou atomizadores rotativos, que promovam uma cobertura homogênea, conforme as recomendações do fabricante. Aplicar volume de calda de 30 a 60 L/ha.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO

- Aplicar somente com umidade acima de 70% na ausência de raios ultravioletas, ou seja, em dias nublados ou à noite. Nestas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor. A radiação UV é um dos fatores responsáveis pela redução da viabilidade dos conídios, portanto, deve ser sempre evitada.
- O pH ideal é menor que 7.
- Manter o produto sob refrigeração, e temperatura mínima para armazenamento -15ºC e máxima 27ºC.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomopatogênicos, porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência a Inseticidas - IRAC-BR- recomenda algumas estratégias:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais;
- Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, por ex.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis.

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