Stimu Protection WP CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
19325
Empresa Registrante:
Bioma
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma harzianum Isolado CBMAI 2357 (1,1 x 10¹⁰ UFC/g p. c.) 300 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Tratamento de Sementes
Classe Agronômica:
Fungicida microbiológico
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG

INSTRUÇÕES DE USO:

STIMU PROTECTION WP: Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos Fusarium solani (podridão-radicular-seca) e Sclerotinia sclerotiorum (mofo-branco).

MODO DE APLICAÇÃO:

Para tratamento de sementes, visando o alvo Fusarium solani, o produto dever ser previamente diluído em água, de modo que cada quilograma de sementes receba até 6 ml da solução (Produto + água). Uma vez feita a mistura ela deve imediatamente ser usada. As sementes tratadas devem ser semeadas em até 12 horas.
Para tratamento contra Sclerotinia sclerotiorum, fazer pré-mistura do produto a ser aplicado, dissolvendo o total a ser distribuído por hectare em pelo menos 1 litro de água. Após o produto estar totalmente dissolvido, colocar no pulverizador e aplicar imediatamente.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO, ESTRATÉGIAS DE USO:
Para o tratamento de sementes, contra Fusarium solani, utilizar equipamentos específicos (tambor rotativo, máquina de fluxo contínuo ou tratamento industrial) de modo a proporcionar uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes. Recomenda-se realizar a semeadura em até 12 horas após o tratamento das sementes.
Para tratamento contra mofo-branco, Sclerotinia sclerotiorum, utilizar equipamento de pulverização, aplicado a calda em área total.

EPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

No tratamento de sementes, para o alvo Fusarium solani, faz-se aplicação única, tratando as sementes antes do plantio. As sementes tratadas devem ser usadas em até 12 horas.
Para o controle do alvo Sclerotinia sclerotiorum deverão ser feita duas aplicações. A primeira por ocasião da semeadura e a segunda, 30 dias após a primeira aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos à cultura tratada.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Em caso de aplicação por pulverização, não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI)recomendados para o uso durante a aplicação. Para aplicação no sulco de plantio, não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada. Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada quando o produto for destinado ao tratamento de sementes.

INFORMAÇÕES REFERENTES Á COMPATIBILIDADE COM OUTROS PRODUTOS:

Não é recomendada a mistura, devido à falta de informações em condições de campo, sobre a interação entre o Trichoderma harzianum e outros agrotóxicos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos ou doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) ou Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle biológico poderá ficar menos efetivo ao longo do tempo, se as pragas alvos desenvolverem algum mecanismo de resistência.
Pode-se prolongar a vida útil dos produtos, implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência aos inseticidas (MRI) o fungicidas (MRF): Adotar as práticas de manejo tais como:
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) ou Manejo Integrado de Doenças (MID) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Qualquer produto para controle de pragas/doenças da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga/doença;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas ou fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
- Informações sobre possíveis casos de resistência em doenças devem ser encaminhados para o FRAC-BR (www.frac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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