Sumiguard 500 WP CI

Geral
Nome Técnico:
Procimidona
Registro MAPA:
4001
Empresa Registrante:
Sumitomo
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Procimidona 500 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Via irrigação (quimigação)
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Algodão Recomendação Produtos Similares
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) veja aqui
Alho Recomendação Produtos Similares
Sclerotium cepivorum (Podridão branca) veja aqui
Cenoura Recomendação Produtos Similares
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) veja aqui
Morango Recomendação Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui
Rosa Recomendação Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui
Uva Recomendação Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 0,5 / 1 KG

INSTRUÇÕES DE USO

SUMIGUARD 500 WP trata-se de um fungicida sistêmico empregado no controle de doenças fúngicas em culturas frutíferas e hortaliças, conforme a bula.
Observações:
- Para as culturas de Feijão, Batata e Tomate rasteiro (Industrial) pode-se fazer a aplicação na dose de 2,0 kg/ha do produto diluído na água de irrigação - Via Pivot Central.
- Para as culturas do Morango, Cebola, Alface, Feijão e Tomate recomenda-se o volume de calda de até 1.000 litros de calda por hectare.
- Para a cultura da Cenoura, utilizar um volume de 800 litros de calda por hectare.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Alface: Iniciar as aplicações 7 dias após o transplantio, repetindo-se a cada 7 dias, fazendo no máximo 3 aplicações.
- Algodão (aplicação foliar): Fazer aplicações preventivamente, assim que surgirem as primeiras flores no 5º ramo (estádio fenológico F5). Realizar no máximo três aplicações de SUMIGUARD 500 WP durante o ciclo da cultura, rotacionando-se com outros fungicidas de diferentes grupos químicos. O intervalo entre as aplicações deve ser de 10 dias. Aplicar dose maior em área com histórico de alta infecção da doença e condições propícias para o desenvolvimento do fungo. Recomenda-se utilizar 200 a 300 litros de volume de calda/ha.
- Alho: Tratar os bulbilhos antes do plantio, umedecendo-os para maior aderência do produto. Realizar apenas 1 aplicação.
- Batata (aplicação foliar): Deverão ser feitas 2 aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças, com intervalo de 7 dias, gastando-se 1000 litros de calda/ha.
- Batata (aplicação no sulco de plantio): Poderá ser feita, em uma única aplicação, no sulco de plantio sobre a batata-semente (2,0 - 3,0 kg/ha) ou em duas vezes, sendo a primeira no sulco de plantio (1,5 kg/ha) sobre a batata-semente e a segunda aplicação antes da amontoa (1,5 kg/ha) gastando-se de 300 a 600 litros de calda/hectare.
- Cebola, Cenoura e Tomate: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalo de 7 dias, conforme a necessidade. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Feijão: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalo de 7 dias, conforme a necessidade. Realizar no máximo 2 aplicações.
- Melancia e Melão: As aplicações devem começar de forma preventiva ou logo depois do aparecimento dos primeiros sintomas. Conforme a necessidade, repetir as aplicações em intervalo de 07 dias, utilizando-se o volume de calda variando de 400 até 1100 litros/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações.
Na cultura do Melão, cultivado em ambiente protegido, aplicar de forma a cobrir toda área foliar, utilizando 800 - 1000 L/ha de calda. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Morango: Fazer aplicações semanais, a partir do florescimento, repetindo se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Rosa: Efetuar uma aplicação na fase de "grão de arroz" e outra um dia antes da colheita utilizando-se até 800 litros de calda/ha, obedecendo ao ponto de escorrimento.
- Soja: As aplicações devem ser iniciadas de forma preventiva, ou logo aos primeiros sintomas do aparecimento da doença. Devem-se fazer duas aplicações, sendo a primeira no início do florescimento e a segunda de 10 a 12 dias após a primeira aplicação, utilizando-se 200 litros de volume de calda por hectare. Considerando-se que o Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o SUMIGUARD 500 WP dando cobertura uniforme em todas as partes aéreas das plantas, e principalmente dirigindo o jato de pulverização para a região do colo das plantas. Realizar no máximo 2 aplicações.
- Uva: Efetuar 2 aplicações preventivas a partir da fase em que 80% dos cachos estejam com as flores abertas, até 3 semanas antes da colheita, utilizando-se de 500 - 1500 litros de calda/ha, dependendo do tamanho e tipo de condução da cultura, obedecendo sempre o ponto de escorrimento. Realizar no máximo 2 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicar na forma de pulverizações terrestres, utilizando pulverizador costal manual ou motorizado ou de barra tratorizado, dotados de bicos cônicos, procurando dar uma cobertura uniforme às plantas.
- A densidade das gotas deve estar no mínimo entre 50 - 70 gotas/cm², com 250 micra;
- O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação;
- Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27ºC e umidade relativa inferior a 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Para pulverizador de barra:
- Manter sempre a barra de 30 - 50 cm acima da cultura verificando sempre se o jato está atingindo adequadamente o alvo.
- Utilizar, de preferência, bicos da série D, (D2 a D6), ou da série X (X2 a X4), que permitam aplicações em alto volume.
- Distância entre bicos: 30 - 50 cm.
- A pressão de aplicação deve estar entre 100 - 150 lb/pol².
Para tratamento de sulco na cultura da Batata: o produto, na dose recomendada, deve ser diluído em 300 - 600 L/ha de água e pulverizado em jato dirigido sobre os tubérculos no sulco de plantio após a adubação ou pode ser aplicado de forma parcelada, sendo uma parte no sulco de plantio e outra na amontoa.
Em culturas arbóreas: devem-se utilizar pulverizadores acoplados a tratores (atomizadores) com bicos cônicos de alta vazão, apropriados para a aplicação de fungicidas. O volume de calda deve estar de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento em questão, de modo a atingir toda a parte aérea da planta proporcionando uma distribuição homogênea da calda, obedecendo a capacidade máxima de solução sobre as folhas (ponto de escorrimento).
Para as culturas do Algodão, Feijão e Soja: Considerando-se que o Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o SUMIGUARD 500 WP dando cobertura uniforme em todas as partes aéreas das plantas, e principalmente dirigindo o jato de pulverização para a região do colo das plantas.

Para pulverização via aérea:
Utilizar barra/bico ou atomizador rotativo Micronair.
- Volume de aplicação: 20 - 40 L/ha de calda/ha.
- Altura do Voo: Com barra = 2 - 3 m acima da cultura.
Com Micronair = 3 - 4 m acima da cultura.
- Largura da faixa de deposição efetiva: Com barra = 15 m.

Com Micronair = 18 a 20 m.
- Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra, com mínimo de 40 gotas/cm².
- No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, Discos (Core inferior a 45º).
- No caso do Micronair, o número de atomizadores pode variar conforme o tipo do equipamento (AU 3000 ou AU 5000 ou outro) e tipo da aeronave. Para o ajuste da unidade restritora variável (VRU), pressão e ângulo das pás, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Alface, Cebola e Tomate: 3 dias;
Algodão e Soja: 30 dias;
Alho: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego;
Batata (aplicação foliar), Cenoura, Melancia e Uva: 7 dias;
Batata (aplicação no sulco de plantio): 100 dias;
Rosa: uso não alimentar;
Feijão e Melão: 14 dias;
Morango: 1 dia.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

O intervalo de reentrada é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas, ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Não há para as culturas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: Não há.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

GRUPO E3 FUNGICIDA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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