Bula Sumiguard 500 WP

acessos
Procymidone
4001
Sumitomo

Composição

Procymidone 500 g/kg Dicarboximida

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Pó molhável (WP)
Sistêmico
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
100 a 150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações 7 dias após o transplantio, repetindo-se a cada 7 dias, fazendo no máximo 3 aplicações
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1,5 a 2 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 10 dias. 30 dias. Fazer aplicações preventivamente, assim que surgirem as primeiras flores no 5º ramo (estádio fenológico F5)
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão branca
(Sclerotium cepivorum)
200 g p.c./100 kg de sementes 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Tratar os bulbilhos antes do plantio, umedecendo-os para maior aderência do produto
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 100 dias. Poderá ser feita, em uma única aplicação, no sulco de plantio sobre a batata-semente (2,0 - 3,0 kg/ha) ou em duas vezes, sendo a primeira no sulco de plantio (1,5 kg/ha) sobre a batata-semente e a segunda aplicação antes da amontoa (1,5 kg/ha)
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
75 a 150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Deverão ser feitas 2 aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
75 a 150 g p.c./100 L de água 300 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Deverão ser feitas 2 aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
100 a 150 g p.c./100 L de água 300 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Deverão ser feitas 2 aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
100 a 150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
100 a 150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
100 a 150 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
100 a 150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão branca
(Botryosphaeria dothidea)
200 g p.c./100 L de água - - Realizar de duas a três aplicações. 7 dias. Realizar aplicação preventiva na fase de pré-maturação, até mais perto do início da colheita, sempre considerando o período de carência determinado para a cultura
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
100 a 150 g p.c./100 L de água 400 a 1100 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. As aplicações devem começar de forma preventiva ou logo depois do aparecimento dos primeiros sintomas
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
100 a 150 g p.c./100 L de água 400 a 1100 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. As aplicações devem começar de forma preventiva ou logo depois do aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
100 a 150 g p.c./100 L de água 400 a 1100 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. 14 dias. 7 dias
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
100 a 150 g p.c./100 L de água 400 a 1100 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. As aplicações devem começar de forma preventiva ou logo depois do aparecimento dos primeiros sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
150 a 200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Realizar 3 aplicações antes da colheita em intervalos de 7 dias, sendo que a última aplicação deve ser o mais próximo possível do início da colheita, respeitando o período de carência, com o objetivo de proteger os frutos pós-colheita
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
100 a 150 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Efetuar uma aplicação na fase de "grão de arroz" e outra um dia antes da colheita
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - 10 - 12 dias. 30 dias. As aplicações devem ser iniciadas de forma preventiva, ou logo aos primeiros sintomas do aparecimento da doença. Devem-se fazer duas aplicações, sendo a primeira no início do florescimento e a segunda de 10 a 12 dias após a primeira aplicação
Tomate envarado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
100 a 150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Tomate rasteiro Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
150 a 200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Efetuar 2 aplicações preventivas a partir da fase em que 80% dos cachos estejam com as flores abertas, até 3 semanas antes da colheita

Sacos plásticos: 500 g, 1, 5 e 25 kg.
Sacos aluminizados e caixa de papelão: 500 g e 1 kg.
Sacos plásticos internamente 6 pacotes (sacos plásticos): 5 kg cada.
Sacos de papel multifoliado: 0,5, 1, 2, 5, 20, 25 e 50 kg.
Tambor Plástico e metálico: 25, 50, 100, 110, 150 e 200Kg.
Big Bag de lona plástica: 100, 200, 500, 1000, 1200, 1500, 2000, 2500 e 5000Kg.
Isocontainer metálico: 100, 200, 500, 1000, 1200, 1500, 2000, 2500 e 5000Kg.

INSTRUÇÕES DE USO: SUMIGUARD 500 PM trata-se de um fungicida sistêmico empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas (Botrytis, Esclerotinia, Alternaria, etc.) em diversas culturas frutíferas e hortaliças.

OBSERVAÇÕES: As dosagens em g/100 l de água são recomendadas para aplicações onde se empregam alto volume, ou seja, em torno de 1000 litros de calda por hectare. Para as culturas da cenoura, utilizar um volume de 800 litros de calda por hectare.

EQUIPAMENTOS / MODO DE APLICAÇÃO: Aplicar na forma de pulverizações terrestres, utilizando pulverizador manual ou tratorizado de barra, dotado de bicos cônicos, procurando dar cobertura uniforme às plantas. Densidade de gotas: mínimo de 50 - 70 gotas/cm2, com 250 micra. O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Condições climáticas: aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores à 27 °C e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao máximo perdas por deriva evaporação. Pulverizador de barra: Altura da barra: 30 - 50 cm acima da cultura. Tipo de bico: D2 ou D3. Distância entre bicos: 30 - 50 cm. Pressão de aplicação: 100 - 150 lb/pol2.

OBS.: Seguir as condições de aplicação acima indicadas e consulte um Engenheiro Agrônomo.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÃO:

CENOURA, BATATA, CEBOLA: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalo de 7 dias.

ALHO: No caso de tratamento de bulbilhos tratar antes do plantio, umedecendo-os para maior aderência do produto.

MORANGO: Fazer aplicações semanais, à partir do florescimento, repetindo, se necessário.

ALFACE: Iniciar as aplicações 7 dias após o transplantio repetindo-se a cada 7 dias, fazendo pelo menos 3 aplicações.

LIMITAÇÕES DE USO: INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Cenoura, batata: 7 dias. Morango: 1 dia. Cebola: 1 dia. Alface: 3 dias. Alho: Não determinado devido a modalidade de aplicação.

FITOTOXICIDADE: Não há.

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS: Não há.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS: Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas até que haja o completo secamento do produto sobre as plantas após a aplicação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIO COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES: PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeiras.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara..
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade: Não há para as culturas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: Não há.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO:

Grupo Químico: Dicarboximida
Vias de absorção: Oral, inalatória, dérmica e mucosas.
Toxicocinética: O mecanismo de ação da Procimidona para seres humanos não está estabelecido. Após administração oral de uma única dose ou baixas doses repetidas em ratos observou-se absorção e seguidamente biotransformação através da hidroxilação do grupo metil, seguido pela oxidação do ácido carboxílico e hidrólise da ligação amina. A sua eliminação foi feita principalmente através da urina (74%) e via fezes (18%). O nível máximo de concentração da Procimidona no sangue, rins e fígado ocorre entre 2 - 8 horas de sua absorção, tendo uma meia vida de 9-10 horas. O produto não a Bresenta bioacumulação.
Mecanismos de ação: Não conhecido em humanos.
Promicidona modificou a diferenciação sexual in vitro e induz atividade estrogênica em hepatócitos de truta. A ação estrogênica parece não envolver receptores estrogênicos, mas ser devida à produção de radicais livres de oxigênio que ativariam a proteinquinase ativada por mitôgeno (MAPK). Possivelmente a ativação do eixo hipotálano-pituitario-gonadal causado pela ação anti-androgênica da Promicidona rovocaria ativa ão hiser-lonadotró ica da esteroidogênese testicular.
Sintomas e sinais clínicos: Ha pouca informação sobre intoxicações em humanos.
Em animais: não causou lesão dérmica e não foi sensibilizante. Toxicidade crônica: carcinogênico e suspeito de ser desregulador endócrino (efeito antiandrogênico). Em ratas ovariectomizadas, a Procimidona causou redução do depósito de gordura e leptina sérica com incremento de triglicerideos e lípidos séricos; redu ão das concentra ões de T3 e T4.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
•Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1.Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2.Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
•Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: sus.ensão (240 ml de átua/30 de carvão). Dose: 25 a 100g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
•Não provocar vômito.
•Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com 432-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o aciente para o especialista.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notaifique ao sistema de informa ão de aLravos de notifica ão SINAN /MS
Telefone de Emerlência da em e resa: 0800-141-149

Mecanismo de ação, absorção e excreção para o ser humano:

Vide itens "Toxicocinética e mecanismo de ação" na tabela acima Efeitos amidos e crônicos:

Efeitos agudos:

Em animais de experimentação não foram observados irritação cutânea ou ocular.
DL50 oral (Dose Letal 50% - oral aguda em ratos) > 2.000 mg/Kg de peso vivo.
aso dérmica (Dose Letal 50% - dérmica aguda em ratos) > 4.000 mg/Kg de peso vivo.
Efeitos crônicos:
Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas redução do peso e hiperplasia hepatocelular. Vide item sinais e sintomas clínicos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

- Este produto é: Muito perigoso ao Meio Ambiente - Classe II
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação ambiental.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona a contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA. — Telefone de Emergência: 0800-111767.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e m��scara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado - recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução final;
• Solo — retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água — interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

-LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.
-Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
-Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagem Padronizada — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda estiver dentro de sue prazo de validade, sertã facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em sacos plásticos transparentes (Embalagem Padronizada — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
Para desativação do produto, contate a empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA.e o Órgão Estadual do Meio Ambiente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS.

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos fungicidas: - Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura. - Usar somente as doses recomendadas no rótulo/bula. - Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência. - Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponíveis e apropriados.