Bula Targa Max

acessos
Quizalofope- P- etílico
12117
Iharabras

Composição

Quizalofop-P-ethyl 50 g/L Ácido ariloxifenoxipropiônico

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 1500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aveia
(Avena sativa)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 14 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 14 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 14 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aveia
(Avena sativa)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aveia
(Avena sativa)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Feijão-caupi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Grão-de-bico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Lentilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Milho
(Zea mays)
1000 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 30 dias. Recomenda-se uma aplicação no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 4 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Milho
(Zea mays)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 4 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
500 a 2000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 4 dias. Aplicar em pós-emergência da planta infestante e da cultura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aveia
(Avena sativa)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aveia
(Avena sativa)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
2000 a 4000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Recomenda-se uma aplicação para o manejo de gramíneas, 7 dias antes da semeadura da cultura

Frasco (plástico): 1,0 Litro
Bombona (plástico): 5;10;15;20;25;50;100 Litros
Tambor (plástico): 100 Litros
Tambor (metálico): 100 Litros

INSTRUÇÕES DE USO:
TARGA MAX é um herbicida graminicida seletivo de ação sistêmica, recomendado para o controle de diversas plantas infestantes nas culturas do algodão, amendoim, batata, café, cebola, citros, feijão, soja e tomate.
TARGA MAX deve ser aplicado em forma de pulverização em área total na pós-emergência da cultura, em jato dirigido para as plantas infestantes, ou ainda no manejo de plantas infestantes na pré-semeadura, sempre observando a recomendação para cada tipo de aplicação, ou seja, respeitando a recomendação de dose e da planta infestante a ser controlada para cada cultura.
O herbicida TARGA MAX apresenta maior eficácia no controle de plantas infestantes gramíneas, quando este for utilizado na fase de pleno desenvolvimento vegetativo.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES:
Vide Indicações de uso.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
TARGA MAX é recomendado em pós-emergência das culturas do algodão, amendoim, batata, café, cebola, citros, feijão, soja e tomate e também no manejo de gramíneas na pré-semeadura da cultura da soja.
TARGA MAX deve ser aplicado em gramíneas na fase de pleno desenvolvimento vegetativo onde recomenda-se as menores doses quando as gramíneas estiverem em estágio de até no máximo 4 perfilhos, e utilizar as maiores doses para o controle de gramíneas em estágio de 4 perfilhos até no máximo 40 cm de altura.
Para a cultura do algodão, amendoim, batata, café, cebola, citros, feijão e tomate, recomenda-se aplicação única do herbicida TARGA MAX em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura, evitando a matocompetição das gramíneas com a cultura. Utilizar volume de 150 a 200 L de calda /ha.
Para a cultura da soja, o herbicida TARGA MAX pode ser utilizado em até 2 aplicações, sendo uma aplicação realizada no manejo de gramíneas na pré-semeadura da soja e a outra aplicação em pós-emergência da cultura em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura. Utilizar volume de 150 a 200 L de calda/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre e aérea.

Forma de aplicação:
Modo de Preparo de calda:
Encher o tanque até a metade da sua capacidade com água limpa, mantendo o agitador e o retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto formulado e completar o volume com água limpa. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Preparar apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Aplicação Terrestre:
O herbicida TARGA MAX pode ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados.
Para pulverizações terrestres, recomenda-se equipamentos com barras providas das seguintes opções de bico: Bico tipo Leque e Bico tipo Cônico, ou similares de modo a obter uma pulverização de 20 a 30 gotas/cm² com Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micra.
A seleção das pontas de pulverização, regulagem do equipamento quanto à pressão de trabalho e ajuste de diâmetro de gotas, devem ocorrer de acordo com as variações climáticas durante toda a aplicação de modo a atender uma vazão de 150 a 200 litros de volume de calda por hectare, distribuindo uniformemente a quantidade correta do produto por área. Recomenda-se a pulverização do herbicida TARGA MAX somente quando as condições climáticas estejam favoráveis para a operação, objetivando reduzir as perdas por deriva e/ou evaporação, proporcionando uma boa cobertura do alvo.
- O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Consulte um Engenheiro Agrônomo para maiores esclarecimentos e/ou recomendação quanto à tecnologia de aplicação via pulverização terrestre.

Aplicação Aérea:
Esta modalidade é indicada para a cultura do algodão e da soja.
Aplicação aérea com pulverização em área total do herbicida TARGA MAX pode ser realizada para a cultura da soja e do algodão.
Recomenda-se não exceder o volume de 50 L/ha de calda de aplicação para pulverização aérea.
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5000.
- Volume de aplicação - com barra: 20 - 30 L/ha de calda com Micronair: máximo 18
L/Micronair/minuto.
- Altura do voo: com barra ou Micronair: 4 - 5 m em relação ao topo das plantas.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA. aviões de maior porte consultar o Departamento Técnico da lharabras
- Tamanho/densidade de gotas. 110 - 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm².
- No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45º. Manter a angulação das
barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do vôo do avião.
OBS.. Seguir sempre as recomendações de ajuste do avião sob orientação de um Engenheiro Agrônomo Coordenador em Aviação Agrícola credenciado através de cursos especializados registrados polo Ministério da Agricultura.
Condições Climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar durante toda a aplicação, de modo que se obtenha a densidade e deposição das gotas, obedecendo ventos entre 2 a 10 km/h, temperatura inferior a 32º e umidade relativa acima de 55%, visanoo reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 28 dias
Amendoim: 15 dias
Batata : 70 dias
Café: 7 dias
Cebola: 14 dias
Citros: 7 dias
Feijão: 30 dias
Soja: 30 dias
Tomate: 4 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.
O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
Não aplicar em plantas infestantes em condições de estresse hidrico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos ou vencidos e siga as recomendações do fabricante.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-
repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas logo após a aplicação
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-
repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato com os olhos lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessório (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos)
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que prestar socorro deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

= INTOXICAÇÕES POR QUIZALOFOPE-P-ETÍLICO =
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Grupo químico: ácido arioloxifenoxipropiônico
Classe toxicológica: CLASSE III- MEDIANAMENTE TÓXICO.


Vias de exposição: Dérmica, ocular, inalatória, oral.
Toxicocinética: Apresenta absorção e distribuição relativamente rápidas e eliminação
bastante lenta na urina e nas fezes. É rapidamente distribuído e não foi observado potencial de acumulação.
Mecanismos de toxicidade: O quizalofope-p-etílico age como proliferador de peroxisomos.
Sintomas e sinais clínicos: Não há informações médicas relatando problemas de intoxicação. Não foram relatados efeitos adversos atribuídos ao quizalofope-p-etílico em trabalhadores de uma planta de quizalofope-p-etílico.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.
Exposição oral: Se houver comprometimento respiratório, administrar leite ou água assim que possível, após a ingestão. Em caso de ingestão, se observar irritação do trato gastrintestinal, considerar endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição inalatória: mover o paciente a um local ventilado. Monitorar quanto ao estresse respiratório. Em casos de tosse e/ou dificuldade para respirar,
avaliar se há irritação do trato, bronquite ou pneumonite se necessário, administrar oxigênio e realizar ventilação assistida.
Exposição ocular: remover lentes de contato e lavar os olhos expostos com quantidade considerável de água ou solução salina 0,9%.
Exposição dérmica: remover as roupas e acessórios contaminados e coloca-los em sacos plásticos. Lavar as áreas expostas com água e sabão por 15 minutos.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-774 4272 Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Apresenta absorção e distribuição relativamente rápidas e eliminação bastante lenta na urina e nas fezes. Após administração oral de ratos, 56-70% do quizalofope-p-etílico foi eliminado em 48h. É rapidamente distribuído e não foi observado potencial de acumulação. O metabolismo é extenso e envolve de-etilação para produzir o metabólito principal, quizalofope ácido, seguido de hidroxilação e clivagem da ponte. Pode haver conjugação.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO
DL50 oral: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória: não foi determinada nas condições do teste* (> 2,275 mg/L).
Irritação dérmica: levemente irritante para pele de coelhos
Irritação ocular: levemente irritante com hiperemia, quemose e irite em olhos de coelhos, reversíveis em 72 horas.
Sensibilização dérmica: não sensibilizante
(*) Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório, nem frases de alerta em rótulo e bula, por não caracterizar perigo por esta via de exposição, em função das suas características.

EFEITOS CRÔNICOS
Em estudos de toxicidade subcrônica e crônica, conduzidos em animais de laboratórios, o órgão alvo foi o fígado, quando se observou aumento do peso desse órgão, hipertrofia hepatocelular e aumento de mitose hepática, em camundongos. Em ratos, observou-se aumento do peso do fígado e aumento da atividade de enzimas séricas e de proteínas plasmáticas. Não foi observado potencial de toxicidade para reprodução, e nem toxicidade para o desenvolvimento.
- camundongos 90 dias NOAEL de 1,7 mg/kg/dia (machos) e 2,0 mg/kg/dia (fêmeas);
- ratos 90 dias NOAEL de 7,7 mg/kg/dia (machos) e 9,0 mg/kg/dia (fêmeas);

COMPONENTES DA FORMULAÇÃO
O uso adequado dos equipamentos de proteção, conforme recomendado nesta bula, não é esperado que os componentes desta formulação causem efeitos adversos toxicologicamente relevantes em humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTEno meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDUSTRIAS QUIMICAS, telefone 0800-7774-4272
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
· Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
· Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
· Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
· Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
· Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
· Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
· Faça esta operação três vezes;
· Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
· Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
· Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
· Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
· A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
· Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
· Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
· Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
· Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
· Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. -

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto herbicida TARGA MAX é composto por quizalofope-p-etílico, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da ACCase (Acetil CoA carboxilase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultadps e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).