Bula Trichodermax EC - Novozymes

Bula Trichodermax EC

acessos
Trichoderma asperellum
12511
Novozymes

Composição

Trichoderma asperellum 30 g/L Biológico

Classificação

Fungicida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato

Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 mL p.c./ha 200 L de água/ha - Uma aplicação. Não determinado. Estágio V4 da planta
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
1000 mL p.c./ha 200 L de água/ha - Única. Não determinado. Após a semeadura
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1200 mL p.c./ha 200 L de água/ha - Única. Não determinado. Estágio V3 da planta
Podridão vermelha das raízes da soja
(Fusarium solani f.sp. glycines)
1000 mL p.c./ha 200 L de água/ha - Única. Não determinado. Após a semeadura

Conteúdo: 100 mL; 500 mL; 1; 5; 10 e 20 L.

CULTURAS:
TRICHODERMAX EC é um fungicida microbiológico, indicado para aplicação foliar e no solo nas culturas de feijão e soja

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Diluir a dose recomendada de Trichodermax EC em água para cada situação ajustando-se o volume à área com a cultura a ser tratada. A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de fungicidas, com pressão entre 20 a 40 lb/pol2, utilizando-se a dose recomendada de Trichodermax EC diluído em 200 L de água/ha. Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar a dose para 10 L de água. A calda deve permanecer em agitação para homogeneidade do ingrediente ativo.
Não é permitido o modo de aplicação aérea deste produto.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde ou à noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA A CULTURA INDICADA:
Não determinado devido à natureza microbiológica do ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Para beneficiar a atuação do Trichodermax EC, protegendo o patógeno dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, são recomendadas as seguintes práticas culturais:
• Os usos deste produto estão restritos aos indicados em rótulo e bula;
• Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas recomendadas;
• Aplicar o produto em temperatura entre 20 e 30°C e umidade relativa acima de 60%;
• Conservar o produto em lugar fresco e arejado, nunca deixar o produto exposto ao sol;
• Não utilizar este fungicida microbiológico concomitantemente com agrotóxicos que possam inviabilizar o produto;
• O aumento de matéria orgânica no solo favorece a persistência do Trichodermax EC;
• Agitar o frasco durante 3 minutos antes de diluí-lo na água;
• Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo ou de preferência utilizar um novo sem resíduos de agrotóxicos;
• Iniciar a pulverização logo após o preparo da calda, nunca deixar a calda pronta para aplicar no outro dia.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide Item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO.”

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENCAO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO, CONSIDERANDO QUE EXISTEM RELATOS DE CASOS CLÍNICOS DE INFESTAÇÃO FÚNGICA POR Trichoderma asperellum NESTA CONDIÇÃO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR TRICHODERMA ASPERELLUM
INFORMAÇÕES MÉDICAS

NOME TÉCNICO: Produto microbiológico - conídeos do fungo Trichoderma asperellum.
Classe toxicológica: IV- POUCO TÓXICO.
Vias de exposição: Oral, inalatória, dérmica e ocular. Trichoderma asperellum é um fungo facilmente encontrado na natureza, em especial no solo.
Mecanismos de toxidade/ patogenicidade: Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela exposição ao Trichoderma asperellum. Este fungo é utilizado para controle biológico na
agricultura em todo o mundo. Existem relatos de casos clínicos confirmados de Infecção fungica por fungos do gênero Trichoderma. Como patógeno oportunista tem sido relatado um aumento no registro de casos em pacientes imunocomprometidos.
Estudos laboratoriais de Toxicidade/Patogenicidade com o isolado T-211 não demonstraram toxidade ou capacidade patogênica.
Sintomas e sinais clínicos: No Teste de Irritação/Corrosão Ocular não apresentou nenhuma alteração em córnea e conjuntiva.
Não sensibilizante dérmico.
Diagnóstico: O diagnóstico pode ser feito com o isolamento e identificação mcroscópica ou por técnicas de biologia molecular.
Tratamento: O tratamento paa o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos conforme definido em protocolos clínicos específicos para infecção fúngica.
Contra-indicações: A indução de vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração.

ATENÇÃO Ligue par o dique-intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rde Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (41) 36721292

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 dermal, em ratos, é superior a 4000 mg/kg, o produto foi considerado não irritante para a pele e olhos de coelhos. O produto não causou patogenicidade oral, pulmonar e intraperitoneal.
DL50 dérmica : > 4000 mg/kg
Irritação dérmica: Em coelhos albinos, este produto não causou irritação e, ou lesão dérmica.
Irritação ocular: em coelhos albinos não apresentou nenhuma alteração em córnea e conjuntiva.
Sensibilização cutânea: Em cobaias este produto foi considerado não sensibilizante.
Toxidade/Patogenicidade oral aguda: Neste teste, nenhuma evidência de patogenicidade e toxidade foi encontrada durante a necropsia dos animais tratados.
Para este teste a taxa de eliminação (clearence) estimada para este produto foi de até 3 dias.
Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda: Neste teste nenhuma evidência de patogenicidade e toxicidade foi encontrada durante a necrópsia dos animais dos grupos tratados. Em até 14 dias após a administração, o fungo foi isolado de amostras coletadas de pulmões, baço, fígado e outros órgãos. A taxa de eliminação (clearence) foi estimada em até 21 dias.

EXPOSIÇÃO CRÔNICA:
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos.
Não foram realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referência de informações são os testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos.
Por se tratar de um agrotóxico microbiano deve ser considerado o risco biológico inerente ao mesmo.
Existem relatos de infecções fungicas com fungos do gênero Trichoderma, sobretudo como infectante oportunista em indivíduos imunossuprimidos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Turfal Ind. e Com. de Prod. Biológico e Agronômicos Ltda. - telefone: (41) 3672 1292
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o organismo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. As seguintes estratégias de manejo de resistência devem ser seguidas:
- Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o desenvolvimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos produtos na agricultura;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) no programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
- Consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.