Bula Trinca

acessos
Lambda-cialotrina
4410
UPL

Composição

Lambda-Cialotrina 50 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
300 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir o nível de 10% dos botões danificados. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. 10 dias. Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingirem no máximo 10%
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. 10 dias. Aplicar o produto quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 100 mL p.c./100L água 100 a 400 L de calda/ha - Realizar entre uma a cinco aplicações por ciclo a intervalos de 7 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. 3 dias. As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha - Reaplicar após 45 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 1 dia. Por tratar-se de inseticida protetor e de longa persistência, deve ser aplicado no inicio da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 15 dias. Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário em alternância com outros produtos. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 15 dias. Aplicar o produto no início da infestação da praga, na fase de folha raspada
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo. 20 dias. Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha antes do florescimento ou 15% após o florescimento
Percevejo verde
(Nezara viridula)
150 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo. 20 dias. Aplicar quando houver 4 percevejos maiores que 0,5 cm por batida de pano. Em caso de produção de sementes, o limite é de 2 percevejos/amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
50 mL p.c./100L água 100 a 400 L de calda/ha - Intervalos de 7 dias, intercalando com outros produtos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. 3 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
50 mL p.c./100L água 100 a 400 L de calda/ha - Intervalos de 7 dias, intercalando com outros produtos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. 3 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 15 dias. Aplicar o produto no início da infestação da praga

Balde plástico (Coex ou PEAD): 5, 10, 20, 50 L.
Bombona plástico (Coex ou PEAD): 5, 10, 20, 50 L.
Bomabona metálica: 5, 10, 20, 50 L.
Container Aço Inox: 500, 1.000, 1.500 L.
Frasco plástico (coex ou PEAD) ou PET: 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 4,0; 5,0 L.
Galão plástico (Coex ou PEAD): 5 L.
Saco plástico (polietileno) / inserido em contentores de polietileno / aço / inox: 500, 750, 1.000 L.
Tambor metálico (ferro ou Aço): 100, 200 L.
Tambor plástico (PEAD): 100, 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Observações:
ALGODÃO:
Bicudo (Anthonomus grandis): iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingirem no máximo 10%, e repetir as aplicações a cada 5 dias ou a o toda vez que o ataque atingir o nível de 10% dos botões danificados. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo.
Curuquerê (Alabama argil/acea): aplicar o produto quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo.

BATATA:
Larva-minadora (Lyríomyza huidobrensís): as pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. Realizar entre uma a cinco aplicações por ciclo a intervalos de 7 dias entre as aplicações. A maior dose deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo.

CAFÉ:
Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella): por tratar-se de inseticida protetor e de longa persistência, deve ser aplicado no inicio da infestação. Reaplicar após 45 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo.

FEIJÃO:
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos. Repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. A maior dose deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga.

MILHO:
Lagarta-da-cartucho (Spodoptera frugiperda): aplicar o produto no início da infestações da praga, na fase de folha raspada. Repetir se necessário em alternância com outros produtos. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo.

SOJA:
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): aplicar quando houver 40 lagarttas por batida de pano ou 30% de desfolha antes do florescimento ou 15% após o florescimeto. Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo.

Percevejo-da-soja (Nezara vírídula): aplicar quando houver 4 percevejos maiores que 0,5 cm por batida de pano por batida de pano. Em caso de produção de sementes, o limite é de 2 percevejos/amostragem. Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo.


TRIGO:
Lagarta-do-trigo (Pseudaletía sequax): aplicar o produto no início da infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APUCAÇÃO:
O número de aplicações varia de acordo com a infestação, respeitando-se a recomendação máxima de uso. A pulverização deve ser feita depois de constatada a infestação, observando-se níveis de dano econômico recomendado para cada praga.

VIA TERRESTRE:
Costal manual: Utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 Ibs/pol2 (p.s.i.), aplicando 100 a 250 litros de calda por hectare. Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. No caso especifico do tomate e batata, utilizar a dose recomendada por volume de água, observando que ocorra uma boa cobertura em todas as partes da planta, até ponto de escorrimento.

Costal Motorizado: Utllizar bicos cônicos das series D; oU equivalentes, com pressão de 40 a 60 Ibs/pol2 (p.s.L), aplicando 100 a 250 litros de calda por hectare.

Tratorizado: Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 80 a 150 Ibs/pol2 (p.s.L), aplicando 100 a 250 litros de calda por hectare.
Observar para que ocorra uma boa cobertura. No caso especifico do tomate rasteiro e batata, utilizar um volume de 100 a 400 litros de calda por hectare, dependend do estagio da cultura.

VIA AÉREA:
Pulverização aérea: Para aviões com barra, utilizar 30 a 40 litros por hectare, voando a uma altura de 3,5 a 4,5 metros com uma faixa de deposição de 15 metros. Tamanho de gotas de 200 a 3001.1, com densidade de gotas acima de 30 gotas/cm2• Utilizar bico cônicos da sérieD8 a D12, com pressão de 25 a 35 Ibs/pol2 (p.s.L). O número de bicos para equipar a barra deve ser de 44 a 48.
No caso de se utilizar o MICRONAIR, trabalhar com faixa de aplicação de 18 metros, pressão de 30 Ibs/poI2, com 4 micronair, regulado o V.R.V. para a posição 13 ou 14, voando de 8 a 10 metros de altura.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 10 dias; Batata: 03 dias; Café: 01 dia; Feijão: 15 dias; Milho: 15 dias; Soja: 20 dias; Tomate: 03 dias; Trigo: 15 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxlcidade para as culturas Indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PREPARAÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos lS minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR LAMBDA-CIALOTRINA (Lambda Cyhalothrin)

Informações Médicas:

Grupo químico:
Piretróide.

Classe toxicológica:
II - Altamente tóxico (produto formulado).

Vias de Exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
A absorção, distribuição, excreção e metabolismo foram estudados em animais (ratos, bovinos, cães)
Absorção: Após a administração oral do produto, a sua absorção é dai ordem de 50% da dose inicial.
Distribuição: os produtos de metabolismo da administração oral foram distribuídos pela maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo com uma meia vida de eliminação de 30 dias (ratos).
Metabolismo: a maior parte do produto absorvido é rapidamente metabolizado em mamíferos através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação, e excretado rapidamente.
Excreção: Os metabólitos da c1ivagem éster e seus conjugados são rapidamente excretados pela urina em forma de conjugados polares. A sua excreção é rápida sendo mais de 92% nas primeiras 72 horas (40-65% nas fezes; 20-40% na urina).

Mecanismos de toxicidade:
Piretrinas: substâncias orgânicas derivadas das plantas do gênero "chrysanthemum".
Piretróides: substâncias sintéticas ou sem i-sintéticas. A dose tóxica aguda oral em mamíferos varia entre 100-1000 mgjKg. Pequena absorção digestiva e rápida metabolização. A toxicidade aguda em humanos está mais associada a reações de hipersensibilidade do que às propriedades intrínsecas da substância. Estão associadas também aos solventes usados como veículos. Crianças são mais suscetíveis, em razão da incapacidade de hidrolisar os ésteres de "pirethrum" eficientemente.
Baseado nos sinais de toxicidade para mamíferos e invertebrados, os piretróides podem ser classificados em dois tipos:
Tipo I: atuam em SNC e periférico, prolongando o influxo dos íons nos canais de sódio da membrana das células nervosas, o que causa prolongada despolarização e inibição. Desta maneira causam estimulação de SNC.
Tipo II: (com grupo alfa-ciano) são mais potentes e tóxicos, e podem produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal. Interferem também com o receptor GABA, com supressão dos canais de cloro.
Os piretróides sintéticos em geral retardam o fechamento dos canais de sódio, resultando em uma corrente caracterizada por um lento influxo de sódio durante o final da despolarização, denominada de "corrente residual de sódio". Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso. Em concentrações elevadas de piretróides, esse processo pode ser suficientemente elevado para despolarizar completamente a membrana nervosa, gerando a abertura de mais canais de sódio e eventualmente causando bloqueio de condução.
A Lambda-Cialotrina (Lambda cyhalothrin) é uma mistura altamente ativa de isómeros da cialotrina e pertence ao grupo dos piretróides do Tipo II (com grupo alfa-ciano).
Os piretróides deste grupo produzem correntes residuais de sódio mais prolongadas que os outros (permetrina, bioresmetrina), causando mais sensações cutâneas. Uma vez que o mecanismo responsável pela geração e condução dos impulsos nervosos é basicamente o mesmo em todo o sistema nervoso, os piretróides podem agir de forma similar em várias partes do SNC
A baixa toxicidade em mamíferos pode ser explicada pela capacidade de metabolizar rapidamente estes compostos, tornando-os deste. modo menos ativos e conseqüentemente diminuindo a toxicidade. Eml doses muito altas, despolarizam completamente a membrana da
célula nervosa e bloqueiam a excitabilidade. Podem causar danos permanentes ou por longo tempo em nervos periféricos.

Sintomas e sinais clínicos:
A toxicidade por Lambda cialotrina em geral é baixa. Seus efeitos nal saúde do ser humano dependem muito da apresentação do produto,! da duração e freqüência da exposição, assim como da saúde do indivíduo. Populações em especial risco são indivíduos portadores de! doenças respiratórias crônicas, especialmente asma, doenças de pele, desordens alérgicos e crianças (devido à incapacidade de hidrolizar o piretróide eficientemente).
Sugere-se que as sensações cutâneas faciais referidas por pessoas que manipulam o produto são desencadeadas por estímulosl repetitivos nas terminações sensitivas nervosas na pele, e podem ser! consideradas um sinal precoce de que a exposição ocorreu. osl sintomas começam 30 minutos após a exposição e duram pelo menos! 6 horas a 2 días. Todos os acidentes têm ocorrido com produtos; contendo lambda cialotrina pura ou concentrada.
Nos indivíduos que trabalham no campo tem sido relatados sintomasl de irritação dérmica, sensação de queimação ou exantema que se! apresentaram 45 minutos a 48 horas após a exposição com duração! de 5 horas a vários dias. Geralmente ocorre com manipulação de produtos concentrados de lambda cialotrina.
A exposição da população em geral é muito baixa, pois os resíduos em alimentos geralmente são mínimos.

Intoxicação Aguda
Exposições dérmicas e por inalação são assintomáticas ou associadas usualmente a leves efeitos adversos.
Pode haver, embora raramente, reações anafiláticas (hipotensão e taquicardia), broncoespasmo, edema de glote, choque em indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidade com pneumonite e edema pulmonar.

Exposição Dérmica
Essa é a via mais usual de exposição a piretróides. Os sintomas mais comuns são: formigamento, prurido, eritema e ardor na face ou em outras áreas expostas. Os efeitos adversos se manifestam primariamente como neurotoxicidade periférica com hiperatividade reversível das fibras sensoriais nervosas (parestesia). A parestesia ocorre mais freqüentemente na face e os sintomas são exacerbados por estimulação sensorial: calor, exposição ao sol, fricção, sudorese. A parestesia geralmente ocorre de 30 minutos a 2 horas após a exposição, atingindo o pico em aproximadamente 6 horas. A I recuperação geralmente é completa em 24 horas. Pode ocorrer toxicidade sistêmica após exposição considerável.
Exposição Ocular
Pode ocorrer irritação ocular com lacrimação e conjuntivite transitória.
Exposição Inalatória
Exposição Breve: irritação do trato respiratório com tosse, dispnéia moderada, espirros e rinorréia.
Exposição elevada e prolongada: pode sobrevir toxicidade sistêmica com pneumonite.
Exposição oral
A ingestão geralmente ocasiona náusea, vômito e dor abdominal. Sintomas neurológicos e outros efeitos sistêmicos podem ocorrer após exposição elevada.

Toxicidade Sistêmica
Sintomas sistêmicos podem se desenvolver geralmente de 4 a 48 horas após extensa exposição dérmica, inalação prolongada ou ingestão. Os sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e slalorréia. A intoxicação grave não é comum e esta normalmente ocorre após ingestão considerável, causando alterações de consciência, fasciculações musculares, convulsões e, raramente, edema pulmonar não cardiogênico.
• Toxicidade Gastrintestinal

Irritação gastrintestinal é comum após a ingestão de piretróides. Pode ocorrer vômito:o e anorexia.
I • Neurotoxicidade
I
Pode ocorrer vertigem, dor de cabeça, fadiga, salivação elevada e . visão turva. Fasciculações musculares, coma e convulsões podem complicar as intoxicações agudas graves por piretróides, e têm
ocorrido 20 minutos após a ingestão. ;
• Toxicidade Cardiovascular
Foi relatado palpitação em casos de intoxicação aguda por piretróides.

Toxicidade Pulmonar
Tem sido descrito rigidez torácica após ingestão acidental ou deliberada de piretróides. Também tem sido relatado edema pulmonar não cardiogênico após ingestão substancial, geralmente em associação com complicações neurológicas severas, o que pode contribuir para um desenlace fatal.

Hemotoxicidade
Foi relatado leucocitose em alguns casos de intoxicação aguda com: piretróides. Provavelmente essa resposta foi não-específica.

Diagnóstico:
Clínico: o diagnóstico baseia-se fundamentalmente no antecedente' de exposição e quadro clínico compatível.

Laboratorial: não há testes laboratoriais específicos para dosar I resíduos ou efeitos de piretróides no organismo humano ou animal. i Outros testes incluem eletrólitos, qlicemia e gasometria.

Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Tratamento sintomático e de suporte é indicado. O tratamento visa limitar a absorção (descontaminação) e tratar os efeitos tóxicos.

Dérmico
1 - Remova as roupas sujas e lave a pele contaminada com água e: sabão.
2 - Institua tratamento sintomático e medidas de suporte, conforme: necessário. A vitamina E tópica (acetato de tocoferol) tem mostrado! reduzir a irritação da pele se aplicada logo após a exposição.
3 - Os sintomas geralmente cessam dentro de 24 h, sem tratamento, específico.

Ocular
1 - Lave com água corrente ou salina a 0,9 % por pelo menos 10 minutos.
2 - Um anestésico tópico pode ser necessário para o alívio da dor ou! para superar o blefaroespasmo.
3 - Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva.
4 - Em caso de suspeita de dano à córnea, empregue fluoresceína.
5 - Se s sintomas não cessarem após descontaminação ou se for detectada alguma anormalidade sifnificante durante o exame, obtenha a opinião de um oftalmologista.

Inalação
1 - Remova o intoxicado das proximidades da fonte contaminação. Leve-o para local aberto e ventilado.
2 - Sintomas moderados de rinite respondem a antihistamínicos orais. Outros tratamentos sintomáticos e medidas de suporte devem ser instituídos de acordo com as condições do paciente.

Ingestão
1 - Não provoque vômito nem proceda à lavagem gástrica porque há o risco de pneumonia por aspiração.
2 - Institua tratamento sintomático e medidas de suporte, conforme necessário.
3 - A administração de atropina pode ser útil se o excesso de salivação for preocupante (0,6 - 1,2 mg para adultos e 0.02 mgjkg para crianças), mas deve-se tomar cuidado para evitar administração em excesso.
4 - Deve ser instituída ventilação mecânica se ocorrer edema pulmonar não-cardiogênico.
5 - Convulsões transitórias isoladas não requerem tratamento, mas deve ser administrado diazepam se os transtornos forem prolongados ou recorrerem freqüentemente. Raramente pode ser necessário administrar fenitoína intravenosa.

Toxicidade Sistêmica
A maioria dos pacientes expostos à piretróides requer somente cuidados de suporte simples. A toxicidade sistêmica é rara, mas, nestes pacientes, a presença de salivação excessiva, fasciculações musculares e edema pulmonar podem dificultar o diagnóstico, uma vez que sintomas semelhantes também estão presentes em intoxicações severas por organofosforados. Medida da atividade da colinesterase das células vermelhas (que está reduzida nas intoxicações agudas por organofosforados, mas não nas intoxicações por piretróides) possibilita o esclarecimento, mas pode não estar disponível rapidamente.
Convulsões transitórias isoladas não requerem tratamento, mas deve ser administrado diazepam intravenoso (5-10) mg se os transtornos forem prolongados. O diazepam também é útil no tratamento de fasciculações musculares. Atropina intravenosa pode ser útil (0,6 ¬1,2 mg em adultos e 0.02 mgjkg para crianças) para controlar o excesso de salivação e edema pulmonar, mas deve-se tomar cuidado para evitar administração em excesso.

Contra-Indicações:
E contra-indicado provocar vômito em razão do risco potencial dei aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não se conhecem informações a respeito de efeitos sinérgicos relacionados ao produto no organismo humano.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o, caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa:
0800 70 10450 - (019) 3794-5600

Mecanismos de ação, absorção e excreção:
Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de absorção foi a oral, sendo as demais secundárias.
Após a administração oral, a absorção foi de 50% da dose administrada, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O lambda-cyhalothrin foi principalmente metabolizado através de hidrólise da ligação de éster, oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua totalidade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da ligação éster.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 300 mg/Kg
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/Kg
CL50 inalatória: 1,436 mg/L/4horas
Irritação dérmica: o produto não causou nenhuma irritação em coelhos .
Irritação ocular: produto altamente irritante, podendo causar irite, hiperemia, quemose e secreção com regressão das reações.
Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS:
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas.
Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a SOO (qui¬nhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 2S0 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de ani¬mais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades ae¬roagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE¬VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DVA AGRO DO BRASIL - COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS LTDA., pelo telefone de Emergência (0800) 70 10 4S0 - (019) 3794-5600.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, ócu¬los protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d"água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante confor¬me indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI¬NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguitnes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário eve ser efetuaâo em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa emabalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIAt.. -:;
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deSi.60ser efetl:Jado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMABALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

Incluir outros métodos de controle de ínsetos (ex. Controle Cultural, Biológic, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a lnseticidas - lRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de insetos, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
• Usar somente as doses recomendadas na bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a inseticidas.