Bula Unimark 700 WG

acessos
Metribuzin
9711
UPL

Composição

Metribuzin 700 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Pós-emergência, Pré-emergência, Ação Residual
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,5 a 1 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 60 dias. Em pré-emergência ou em pós-emergência inicial das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre se a cultura da batata estiver com mais de 5 cm de altura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 60 dias. Em pré-emergência ou em pós-emergência inicial das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre se a cultura da batata estiver com mais de 5 cm de altura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 60 dias. Em pré-emergência ou em pós-emergência inicial das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre se a cultura da batata estiver com mais de 5 cm de altura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 2,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ciclo. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 120 dias. Em pré-emergência das ervas, logo após o plantio da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 2,7 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 120 dias. Em pré-emergência das ervas, logo após o plantio da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 2,7 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 120 dias. Em pré-emergência das ervas, logo após o plantio da cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 2,7 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 120 dias. Em pré-emergência das ervas, logo após o plantio da cultura
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 2,7 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 120 dias. Em pré-emergência das ervas, logo após o plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 2,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 120 dias. Em pré-emergência das ervas, logo após o plantio da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,5 a 0,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. Não determinado. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional ou no plantio direto
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 0,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. Não determinado. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional ou no plantio direto
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 0,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. Não determinado. Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional ou no plantio direto
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 60 dias. Pré-emergência ou pós-emergência inicial das plantas daninhas e pós-transplantio da cultura. Aplicar a partir de 2 semanas após transplante das mudas de tomate
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 60 dias. Pré-emergência ou pós-emergência inicial das plantas daninhas e pós-transplantio da cultura. Aplicar a partir de 2 semanas após transplante das mudas de tomate
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,7 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 250 L de calda/ha em pré-emergência; 300 a 400 L de calda/ha em pós-emergência. 60 dias. Pré-emergência ou pós-emergência inicial das plantas daninhas e pós-transplantio da cultura. Aplicar a partir de 2 semanas após transplante das mudas de tomate

Saco de papel, plástico, polietileno ou aluminizado de 0,25; 0,50; 1,0; 2,5; 5,0 e 10 Kg;
Saco hidrossolúvel plástico ou aluminizado de 0,05; 0,10; 0,5 e 1,0 Kg;
Barrica de papelão multifoliado ou plástico de 10, 20, 25 e 50 Kg;
Tambor de sacaria de fibra de papelão ou plástico de 50, 100 e 200 Kg.

UNIMARK 700 WG é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, aplicado em pré-emergência ou pós-emergência inicial, o qual é absorvido pelo sistema radicular das plantas infestantes, translocando-se no xilema, e acumulando-se nas folhas, caules e raízes. Age interferindo no processo da fotossíntese. O produto controla diversas espécies de plantas infestantes, sendo recomendado no cultivo de cana-de-açúcar.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURA/ALVOS BIOLÓGICOS/DOSE DO PRODUTO COMERCIAL:
Vide Indicações de Uso/Doses.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O herbicida UNIMARK 700 WG poderá ser utilizado em pré-emergência ou pós-emergência. Em pré-emergência das ervas, aplica-se logo a seguir à semeadura da cultura, mas no prazo máximo de 3 dias depois da última gradagem, para evitar que as ervas se encontrem em estado avançado de germinação. A terra deve estar bem preparada, livre de torrões, restos de culturas e em boas condições de umidade. Em pós-emergência das ervas, aplica-se o produto com as ervas no início do desenvolvimento, em vigor vegetativo, evitando os períodos de estiagem, horas de calor, umidade relativa inferior a 60%, excesso de chuva, ou a cultura em precárias condições vegetativas, fitossanitárias ou cobertas por orvalho, por reduzir-lhe a tolerância ao produto.
O intervalo de dosagem indicado é função do tipo de solo, sendo que as doses mais elevadas são recomendadas para solos argilosos e/ou ricos em matéria orgânica e, nas aplicações pós-emergentes, para ervas em estádio de desenvolvimento mais adiantado.

CANA-DE-AÇÚCAR - Aplicação em pré-emergência das ervas, logo após o plantio da cultura, ou, em pós-emergência inicial.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O produto deverá ser diluído em água para ser pulverizado de acordo com as dosagens recomendadas para cultura e alvo. A calda deverá ser mantida em agitação no tanque de pulverização durante seu preparo e aplicação.
O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas, de acordo com as recomendações abaixo:

As aplicações terrestres devem ser realizadas com condições de vento inferior a 10 Km/h, temperatura ambiente entre 7° a 30 °C e umidade relativa do ar superior a 50% para minimizar a deriva do produto.
Nas pulverizações com pulverizador de barra tratorizado, a barra de pulverização deve ser posicionada a uma altura de 50 cm em relação ao solo. O tipo de bico deve ser adequado ao tipo de aplicação, se em pré-emergência ou pós-emergência.
Nas aplicações em pré-emergência, a densidade de gotas produzidas deve ser de 20 – 30 gotas/cm2, devendo-se utilizar bicos do tipo leque, de distribuição de jato elíptica, de ângulo 80°C ou 110°, pressão de 30-40 libras/pol2 e vazão de 200-250 litros de calda/ha.
Nas aplicações em pós-emergência inicial, promover gotícula fina, com densidade de 30 a 40 gotas/cm2, de modo a obter boa cobertura e distribuição da calda sobre a folhagem das ervas, usando-se bicos em leque, de distribuição de jato elíptica, de ângulo 80° ou 110°, ou bicos em leque. A pressão para os bicos em leque deve ser de 50-60 libras/pol2 e, nos em cone, 80-100 libras/pol2, e, em ambos os casos vazão de 300 – 400 litros de calda / ha.
Consulte as especificações dos fabricantes de bicos/pontas para a escolha de outros modelos também adequados a esta recomendação de pulverização.

As aplicações aéreas devem ser realizadas com condições de vento inferior a 6 Km/h, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa do ar superior a 70% para minimizar a deriva do produto.
O volume de calda da pulverização aérea indicado deve ser no mínimo de 20 litros de calda por hectare, devendo a aeronave estar equipada com bicos leques ou D25. Os bicos deverão ser posicionados em ângulos variando de 90° a 180°, de acordo a permitir o controle da deriva das gotas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar: 120 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR METRIBUZIM -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO:
Triazinona.

CLASSE TOXICOLÓGICA:
II - ALTAMENTE TÓXICO.

VIAS DE EXPOSIÇÃO:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

TOXICOCINÉTICA:
Não há dados disponíveis em humanos. Muitos estudos foram realizados com ratos, camundongos, cães e animais da fazenda. Metribuzim é rapidamente absorvido pela via oral, com pico sérico após 4 horas depois de uma única administração. Há evidências que sugerem que o citocromo P450 está envolvido no metabolismo inicial. As transformações metabólicas são realizadas por diferentes vias, incluindo hidroxilação, desmetilação, oxidação e conjugação. Todos esses passos tendem a tornar os metabólitos mais solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins. Metribuzim e seus metabólitos são distribuídos pelos tecidos com maiores concentrações no fígado, nos rins e na tireóide, e, muito baixo, nas gônadas. Não parece haver qualquer acumulação tecidual significante. É rapidamente excretado e quase completamente eliminado dentro de uns poucos dias, principalmente através da urina e das fezes.

MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Há pouca informação disponível acerca do mecanismo específico de toxicidade do Metribuzim em humanos ou em outras espécies de mamíferos. As triazinonas inibem a síntese de ácido amino alifático em plantas. Esta via metabólica não existe em mamíferos e geralmente a toxicidade é baixa em estudos com animais.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Há pouca informação sobre intoxicações em humanos. Metribuzim é pouco tóxico para mamíferos por via oral e inalatória e muito pouco tóxico pela via dérmica.
Exposicão aguda: pode causar vômitos. É altamente irritante para os olhos. Irritante também para nariz e faringe. A exposição inalatória pode causar irritação no nariz e na garganta, assim como náuseas e vômitos. Não causa irritação significante na pele ou sensibilização.
Em estudos em animais, empregando-se doses muito elevadas, são frequentemente observados: lacrimejamento, salivação, vômito, tremores, ataxia, fraqueza, diarréia e freqüência respiratória elevada elou dificuldade respiratória e óbito. Em intoxicações menos severas, o sintoma mais comumente induzido foi perda de peso.
Exposição Crônica: não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade, neurotoxicidade retardada nem de efeitos endócrinos em humanos.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Na presença de sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
• Dosagem de Metribuzim pode ser feita em amostras de sangue e urina, mas são de pouca relevância para o tratamento de emergência.

TRATAMENTO:
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.

Exposição Oral:
Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água I 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos I adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g I kg em crianças com menos de 1 ano;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica. Antecede a administração do carvão.
1. Considere após a ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-¬intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente, não devendo ser evitado. Neste caso, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Atenção: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de PEEP pode ser requerido. Monitorar temperatura corporal e tratar, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite e coma, se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Exposição Inalatória:
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Verifique quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório.

CONTRA-INDICAÇÕES:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.

EFEITOS SINÉRGICOS:
Não relatados em humanos.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN I MS)
Telefones de Emergência da empresa: (0XX11) 2337-7740 e 0800-70 10 450 (Planitox).

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL50 oral (ratos I fêmeas): superior a 2000 mg/kg peso corpóreo. DL50 dérmica (ratos): superior a 2000 mg/Kg peso corpóreo.
CL50 inalatória (ratos): superior a 3,209 mg/L ar na zona de respiração, em 4 horas de exposição.
Irritação ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se moderadamente irritante, causando eritema e quemose da conjuntiva nos olhos de todos os animais. As alterações regrediram após 7 dias.
Irritação dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante, causando eritema na pele de todos os animais. As alterações regrediram após 72 horas.
Sensibilização cutânea (Guinea pig): o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.

Efeitos crônicos:
Em estudos crônicos em animais, o tratamento com Metribuzim resultou em diminuição no ganho de peso, alterações hematológicas, bioquímicas, aumento no peso hepático e tireoidiano e óbitos. Efeitos transitórios neurocomportamentais foram observados.
Não há consenso sobre os efeitos genotóxicos. Há insuficientes informações sobre carcinogenicidade em animais.
Estudos em ratos e coelhos sugerem toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento, que foram evidenciadas pelo incremento de abortos, redução do tamanho fetal na segunda geração e anormalidades nas costelas. Metribuzim é suspeito de ser desregulador endócrino.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa United Phosphorus do Brasil Ltda - Telefone de emergência: (11) 2167-5282 e 0800-7010450 (Planitox line-plus).
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. (Neste caso, consulte o registrante o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.)
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante como indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen¬te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra/ pelo estabelecimento comercial.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um na após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DE PLANTAS INFESTANTES:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles: controle manual, controle mecânico através de roçadas ou cultivadores, rotação de culturas, a dessecação da área antes do plantio, entre outros, quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.