Bula Verdadero 600 WG - Syngenta

Bula Verdadero 600 WG

Tiametoxam; Ciproconazol
5003
Syngenta

Composição

Tiametoxam 300 g/kg
Ciproconazol 300 g/kg

Classificação

Terrestre
Inseticida, Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Fibrolata (Papel kraft), Balde (Plástico), Balde (Aço), Saco multifolhado (Papel com saco plástico interno), Saco (Metal), Cartucho (Papel kraft): 1, 2, 3, 4, 5, 10, 20, 25, 30, 40 e 50 kg.

Saco (Papel kraft): 0,01, 0,02, 0,03, 0,04, 0,05, 0,067, 0,1, 0,25, 0,5, 1, 1,5, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40 e 50 kg.

Saco (Plástico): 0,01, 0,02, 0,03, 0,04, 0,05, 0,067, 0,1, 0,25, 0,5, 1, 1,5, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40, 45, 50, 55, 57 e 60 kg.

Caixa (Papelão): 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40, 45, 50, 55, 57, 60, 100, 180, 200, 220, 400, 450, 500, 550, 600, 680, 750, 937,5 e 1.000 kg.

Barrica (Papel kraft): 1, 2, 3, 4, 5, 10, 20, 25, 30, 40, 50 e 70 kg.

Frasco (Plástico): 0,1, 0,25, 0,5, 1, 1,5, 2, 3, 4 e 5 Kg.

Bombona (Plástico): 3, 3,5, 5 e 10 Kg.

Caixas com sacos internos (Papelão): 15, 45, 55, 57, 60, 100, 180, 200, 220, 400, 450, 500, 550, 600, 750, 937,5 e 1.000 Kg.

Tambor (Metal): 55, 60, 100, 180 e 200 Kg.

Tambor (Fibra celulósica): 5, 10, 15, 20, 25, 40, 45, 55, 57, 60 e 100 Kg.

Saco com ou sem sacos intrnos (Plástico): 10, 20, 30, 40, 45, 50, 55, 57, 60, 67, 100, 250, 500g. 1,5 e 15 Kg.

Saco (Ráfia): 5, 10, 15, 20, 25, 40, 45, 55, 57 e 60 Kg.

Big bag (Ráfia): 400, 450, 500, 550, 600, 680, 750 e 937,5 Kg.

Balde (Metal): 3, 5 e 10 Kg.

Cartucho (Papelão): 15, 45, 55, 57, 60, 100, 180, 200, 220, 400, 450, 500, 550, 600, 680, 750, 937,5 e 1.000Kg.

Saco (Papel): 45, 55, 57 e 60 Kg.

“O VERDADERO 600 WG na dose recomendada apresenta efeito bioativador melhorando o desenvolvimento das plantas (velocidade de brotação, sistema radicular, parte aérea). Por estes motivos, as plantas poderão resistir melhor as adversidades climáticas, mantendo o seu potencial produtivo".

NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Café: No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação em esguicho ou “Drench”: Café.
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 60 mL/planta (30 mL em cada lado da planta) ou no mínimo 200 L/ha.
Aplicar a calda em jato contínuo em ambos os lados da planta.
Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado, corretamente calibrado e adaptado para aplicação em linha no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.
Aplicação foliar: Soja
Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 150 a 200 L/ha.
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato plano ou plano duplo com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)

Café: 90 dias;
Soja: 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

No caso de aplicação em esguicho no solo (drench) não há restrições para reentrada na área tratada, devido a modalidade de emprego.
No caso de aplicação foliar, a reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Fitotoxicidade para a cultura indicada: nas culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas não há efeito fitotóxico.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Outras restrições a serem observadas:
Não aplicar o produto fora do período recomendado.
Não aplicar o produto diretamente sobre a palhada, esterco de galinha, palha de café ou quaisquer outros tipos de matéria orgânica acumulada na superfície do solo sob a saia do cafeeiro.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas e doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas e fungicidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRACBR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.