Bula Verdadero 600 WG

acessos
Thiamethoxam + Cyproconazole
5003
Syngenta

Composição

Ciproconazol 300 g/kg Triazol
Thiamethoxam 300 g/kg Neonicotinoide

Classificação

Fungicida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
850 a 1000 g p.c./ha 200 L de calda/ha - No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro. 90 dias. No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro
Cigarra
(Quesada gigas)
700 a 1000 g p.c./ha 200 L de calda/ha - No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro. 90 dias. No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
700 a 1000 g p.c./ha 200 L de calda/ha - No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro. 90 dias. No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
150 a 200 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 1,75 a 4 percevejos por batida
Percevejo verde
(Nezara viridula)
125 a 150 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 1,75 a 4 percevejos por batida

Fibrolata (Papel kraft), Balde (Plástico), Balde (Aço), Saco multifolhado (Papel com saco plástico interno), Saco (Metal), Cartucho (Papel kraft): 1, 2, 3, 4, 5, 10, 20, 25, 30, 40 e 50 kg.
Saco (Papel kraft): 0,01, 0,02, 0,03, 0,04, 0,05, 0,067, 0,1, 0,25, 0,5, 1, 1,5, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40 e 50 kg.
Saco (Plástico): 0,01, 0,02, 0,03, 0,04, 0,05, 0,067, 0,1, 0,25, 0,5, 1, 1,5, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40, 45, 50, 55, 57 e 60 kg.
Caixa (Papelão): 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40, 45, 50, 55, 57, 60, 100, 180, 200, 220, 400, 450, 500, 550, 600, 680, 750, 937,5 e 1.000 kg.
Barrica (Papel kraft): 1, 2, 3, 4, 5, 10, 20, 25, 30, 40, 50 e 70 kg.
Frasco (Plástico): 0,1, 0,25, 0,5, 1, 1,5, 2, 3, 4 e 5 Kg.
Bombona (Plástico): 3, 3,5, 5 e 10 Kg.
Caixas com sacos internos (Papelão): 15, 45, 55, 57, 60, 100, 180, 200, 220, 400, 450, 500, 550, 600, 750, 937,5 e 1.000 Kg.
Tambor (Metal): 55, 60, 100, 180 e 200 Kg.
Tambor (Fibra celulósica): 5, 10, 15, 20, 25, 40, 45, 55, 57, 60 e 100 Kg.
Saco com ou sem sacos intrnos (Plástico): 10, 20, 30, 40, 45, 50, 55, 57, 60, 67, 100, 250, 500g. 1,5 e 15 Kg.
Saco (Ráfia): 5, 10, 15, 20, 25, 40, 45, 55, 57 e 60 Kg.
Big bag (Ráfia): 400, 450, 500, 550, 600, 680, 750 e 937,5 Kg.
Balde (Metal): 3, 5 e 10 Kg.
Cartucho (Papelão): 15, 45, 55, 57, 60, 100, 180, 200, 220, 400, 450, 500, 550, 600, 680, 750, 937,5 e 1.000Kg.
Saco (Papel): 45, 55, 57 e 60 Kg.

“O VERDADERO 600 WG na dose recomendada apresenta efeito bioativador melhorando o desenvolvimento das plantas (velocidade de brotação, sistema radicular, parte aérea). Por estes motivos, as plantas poderão resistir melhor as adversidades climáticas, mantendo o seu potencial produtivo".


NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Café: No Brasil, devido às condições climáticas, o produto deve ser aplicado sempre após as primeiras chuvas, uma vez por ano, no período de outubro a dezembro.


MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação em esguicho ou “Drench”: Café
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 60 ml/planta (30 ml em cada lado da planta) ou no mínimo 200 L/ha.
Aplicar a calda em jato contínuo em ambos os lados da planta.
Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado, corretamente calibrado e adaptado para aplicação em linha no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.

Aplicação foliar: Soja
Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 150 a 200 L/ha.

Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato plano ou plano duplo com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Cultura Intervalo de segurança
(dias)
Café 90
Soja 30


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
No caso de aplicação em esguicho no solo (drench) não há restrições para reentrada na área tratada, devido à modalidade de emprego.

No caso de aplicação foliar, a reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.



LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Fitotoxicidade para a cultura indicada: Nas culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas não há efeito fitotóxico.

Outras restrições a serem observadas:
Não aplicar o produto fora do período recomendado.
Não aplicar o produto diretamente sobre a palhada, esterco de galinha, palha de café ou quaisquer outros tipos de matéria orgânica acumulada na superfície do solo sob a saia do cafeeiro.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item "Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana".

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide item "Modo de Aplicação".

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item "Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente".

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item "Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente".

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item "Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente".

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS, NO QUE SE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA :

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:

Precauções Gerais:
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Uso exclusivo agrícola; transporte e armazenamento isolado de rações, alimentos, medicamentos, animais e pessoas.
Precauções no manuseio:
- Evite o contato do produto com pele, olhos, nariz e boca. Em caso de acidente VEJA PRIMEIROS SOCORROS
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar que o produto se espalhe.
- Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas e máscara apropriada.
Precauções durante a aplicação:
- Não aplique o produto contra o vento.
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca.
- Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas e máscara apropriada.
Precauções após a aplicação:
- Não reutilize as embalagens vazias.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das roupas normais. Quando lavar as roupas de proteção, usar luvas e avental impermeável.
PRIMEIROS SOCORROS:
Em caso de ingestão: Não induza vômito. Procure imediatamente o médico, levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.
Em caso de contato com a pele:
Remova as roupas contaminadas, lave as partes atingidas com grande quantidade de água e sabão, procure logo o médico levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.

Em caso de contato com os olhos: Lave-os imediatamente com grande quantidade de água por vários minutos. Procure logo o médico levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.
Em caso de inalação: Procure local arejado, procure o médico levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.

Em qualquer caso de suspeita de intoxicação, pare imediatamente com as atividades e procure o médico levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.

Mecanismo de ação, absorção e excreção para o ser humano:
A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção :
A administração do Tiametoxam técnico na dieta de ratos em laboratório mostrou que o produto é completamente e rapidamente absorvido do trato gastrointestinal para o sistema circulatório e rapidamente eliminado pelo organismo principalmente através da urina, em período aproximado de 24 horas. 70 a 80% da dose administrada é eliminada na forma do composto original.
Ciproconazole: A absorção foi quase que completa (pelo menos 86%), independente do nível de dose ou regime (intubação gástrica ou injeção na veia femural).
Os níveis mais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal seguido da gordura renal, rins e baço Não houve nenhuma retenção especial de materiais derivados do composto nos ratos e a dosagem múltipla não influenciou o padrão de distribuição (não houve acumulação significativa). O produto e/ou seus metabólitos foram eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença significativa das vias e regimes de dosagem. A eliminação principal ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%).

Efeitos agudos e crônicos:
DL50 aguda oral para ratos: maior que 2000 mg/kg. não houve sintomas de intoxicação .
DL50 aguda dérmica para ratos: maior que 2000 mg/kg. Não houve sintomas de intoxicação.
Irritação dérmica: não irritante
Irritação ocular: levemente irritante
Toxicidade aguda inalatória: maior que 7,2 mg/l – não houve sintomas de intoxicação.
Sensibilização dérmica (cobaias): Não sensibilizante.
CRÔNICOS: A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos não revelou alterações relevantes quanto a sinais clínicos, toxicidade ocular, hematologia e parâmetros de urina e peso de órgãos.
Exames macroscópicos não revelaram alteração relacionada ao tratamento. Não houve efeitos no nível de 500 ppm para ratos machos e 1000 ppm para fêmeas.
O produto foi também testado em camundongos em várias doses, sendo que, não houve alteração na taxa de mortalidade e sobrevivência nos animais tratados, comparado ao controle. Os sinais clínicos observados nos animais foi “abdomen estendido” em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. A maior dose tolerada foi de 500 ppm na dieta. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm, equivalente a 2,63 a 3,6 mg/kg de peso corpóreo para machos e fêmeas, respectivamente. Portanto nestas doses e abaixo delas não houve efeito nos animais testados.
Ciproconazole: Em estudo de 2 anos com ratos, foi observada redução no ganho de peso corpóreo na dose de 350 ppm. Foram observados efeitos no fígado, onde houve um aumento na incidência de gordura e hipertrofia hepática. Não houve evidência de efeito no sistema endócrino.
O nível sem efeito observado em ratos foi de 50 ppm na dieta. Nestas doses ou em doses menores, não foram observados efeitos do ingrediente ativo nos animais testados.

Sintomas de alarme:
Não conhecidos.

Antídoto e tratamento (informações para uso médico):
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.

Telefone para casos de emergência:
Plantão Syngenta 24 horas: 0800 160210
Pictogramas : Conforme aprovado no rótulo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL no meio ambiente, apresenta alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente água subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combústivel.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Plantão SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA 24 horas pelo telefone de emergência: 0800 160210
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Obs.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
· TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
· LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Obs.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local das onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Obs.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio desta embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- Obs. As orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DA EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos da legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha

NFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS E DOENÇAS

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas e doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas e fungicidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:

• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.