Bula Zethamaxx

acessos
Imazethapyr + Flumioxazin
10416
Nufarm

Composição

Flumioxazin 100 g/L Ciclohexenodicarboximida
Imazethapyr 212 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Não sistêmico, Pós-emergência, Pré-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverização em pré-emergência da Soja
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Buva
(Conyza bonariensis)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverização em pré-emergência da Soja
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Erva de touro
(Tridax procumbens)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverização em pré-emergência da Soja
Erva de touro
(Tridax procumbens)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverização em pré-emergência da Soja
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverização em pré-emergência da Soja
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverização em pré-emergência da Soja
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Manejo na Dessecação Pré-plantio da soja
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pulverização em pré-semeadura das culturas, em pré-emergência ou pós-emergência das ervas daninhas

Bag in box: Fibra de papel com bolsa plástica interna - 1,0;5,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50; 100; 200; 400; 500; 1000 L;
Balde: Metálico - 5,0; 8,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50 L
Bombona: COEX/PEAD/PET/ Metálica - 2,5; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50 L
Caminhão quente: Aço inox/ Metálico - 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 23.000; 25.000 L
Contentor intermediário (IBC): COEX/PEAD/PET/Plástico com estrutura metálica - 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1000; 1500; 2000 L
Frasco: COEX/PEAD/PET -0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0 L
Frasco: Metálico - 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 3,0 L
Isotanque: Aço inox/ Metálico - 1000; 2000; 5000; 10000; 15000; 20000; 23000; 25000 L
Tambor: Metálico/Plástico - 50; 100; 200; 250; 450; 500; 1.000 L
Tanque: Aço-inox/Metálico - 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 23.000; 25.000 L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
ZETHAMAXX é um herbicida seletivo de ação sistêmica e não sistêmica, resultante da combinação
de dois ingredientes ativos – IMAZETAPIR e FLUMIOXAZINA - apresentado na forma de suspensão
concentrada para aplicação em pré-emergência e pós-emergência das plantas daninhas, antes do
plantio da cultura: dessecação das plantas daninhas em manejo para plantio direto.
ZETHAMAXX deve ser utilizado em pré-plantio de soja e feijão para o controle de ervas daninhas.
MODO DE AÇÂO:
ZETHAMAXX é absorvido pelas raízes e folhas, podendo também ser absorvido por sementes em
germinação, tem rápida translocação no xilema e floema. Sendo uma combinação de dois
ingredientes ativos, atua inibindo a síntese de aminoácidos ramificados (ALS ou AHAS), o que reduz
os níveis de valina, leucina e isoleucina, levando à interrupção da síntese de proteínas e DNA,
também atua por inibição da protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), induzindo o acúmulo maciço
das porfirinas e aumentando a peroxidação dos lipídios da membrana, o que leva à perda irreversível
da sua função e estrutura.
A seletividade difere dependendo da cultura, conforme as condições de aplicação, principalmente a
época de aplicação, dose, tipo de solo e intervalo de plantio soja e feijão.

PRECAUÇÕES:
A adoção de boas práticas agrícolas são essenciais para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo.

ÉPOCA, CULTURAS E PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS DOSE E NÚMERO DE APLICAÇÕES.
(vide Bula)

TIPO DE MANEJO/CULTURAS:
Manejo de Dessecação de plantas daninhas pré-plantio em plantio direto de soja e feijão.
Aplicação em plantio convencional ou direto em pré-emergência das ervas e pré-plantio das culturas de soja e feijão.

MODO DE APLICAÇÃO:
Pulverização em pós-emergência das ervas daninhas ou aplicação em pré-emergência com efeito sobre a sementeira das ervas daninhas.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Aplicação terrestre:
- Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/po12). - Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas daninhas. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
- Tipo de bico: na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK ou Twinjet); na pós-emergência podem ser usados também bicos de jato cônico (ex.: Fulljet, XR ou DG), de acordo com as recomendações do fabricante.
- Volume de aplicação: 100 a 300 L de calda/ha em pré-emergência 100 a 300 L de calda/ha em pós-emergência.
Obs.: É necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante a parada e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.

Aplicação aérea:
- Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
- Tipo de bicos: cônicos D8, Dl O ou Dl 2 core 45
- Volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha
- Angulo dos bicos em relação à direção de voo: 1350
- Altura de voo: 2a 4 metros sobre o solo
- Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
- Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
- Condições climáticas:

• Temperatura: inferior a 25°C
• Umidade relativa do ar: superior a 70%
• Velocidade do vento: inferior à 10 km/h

Preparo da Calda:
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até ~ da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o ZETHAMAXX, completando por fim o volume com água. Caso indicado, o adjuvante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Nota: antes da aplicação de ZETHAMA)(X o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então à calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Nota: a adição de adjuvante a calda de pulverização na dose de 0,5 LJha potencializa o controle das ervas daninhas na aplicação em pós-emergência de ZETHAMAXX.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áres de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 pm). A presença dé culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão Térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores.Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas
-Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura uniforme.

Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
- Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
- Altura da barra:
Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme, reduzindo desta forma a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos.
- Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos.
O adiantamento, mesmo por poucas horas, somente tornara a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos as culturas posteriores.

1. Esvazie o equipamento de pulverização.Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis do produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (solução com 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pela mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos.Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barras e bicos com água limpa diversas vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para oenchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

INTERVALO DE SEGURANCA:
CULTURAS Intervalo de Segurança (dias)
Feijão (1) Não determinado devido a modalidade de emprego
Soja . (1) Não determinado devida a modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de 5roteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido. - Não aplicar através de sistema de irrigação.
- Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA .A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
12 Growa bettertomorrow.
LÃ!
Nularjii
1NFORMAÇOES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇAO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas.


MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transpor-te o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos ou ração animal.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados ou úmidos e respeite as recomendações do fabricante.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados, na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Evite que a calda a ser pulverizada atinja outras culturas.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Mantenha afastados das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: 'PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (FF1) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha afastados das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
• Evite o máximo possível o contato com a área aplicada até o término do intervalo de reentrada.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (FF1) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave suas roupas de proteção ao final de cada dia de trabalho, separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto, distante de fontes de água para consumo.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilize a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico.
- INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
- OLHOS: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
- PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
- INALAÇÃO: se o produto for inalado ('respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ZETHAMAXX
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo química:lmazetpir: Imidazõlinona
Flumioxazina: Cicio hexenodicarboximida
Classe toxicológica:Classe III - Medianamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, dermal, inalatória e ocular.
Toxicocinética:
Imazetapir: Em ratos, praticamente 100% do imazetapir administrado,marcado radioativamente, foi recuperado nas excreções dentro de 96 horas (89-95% na urina e 6-11% nas fezes). Mais de 95% da dose oral foi excretada nas primeiras 31 horas. O principal resíduo na urina e fezes foi o composto original. Aproximadamente 2% da dose oral foi metabolizada e excretada na forma. de CL 288511(1 hidroxietil derivado de imazetapir). Uma elevada percentagem do material administrado foi excretada na urina como o composto não modificado(> 97%) e uma quantidade muito pequena como CL 288511.No grupo de dose alta, o composto original não modificado foi o componente principal nas fezes em ambos os sexos, particularmente em 12 horas ou menos. CL 288511 foi o principal metabólito. Um metabólito desconhecido também foi encontrado em quantidades significativas. No grupo de dose baixa, seis componentes foram encontrados nas fezes: composto original, CL 288511,o desconhecido mencionado anteriormente e outros três compostos desconhecidos.
Flumioxazina: Em estudos com ratos, a absorção foi >90% (1 mg/kg)e de 50% (100 mg/kg). Cerca de 97% do produto foi excretado nas fezes e na urina, dentro de 7 dias após sua administração.Teve ampla distribuição, mas sem potencial de bioacumulação. Na maior dose testada (100 mg/kg de peso vivo) houve um aumento da Flumioxazina inalterado nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato-gastrointestinal. Foi extensamente metabolizado, principalmente por clivagem da ligação imida e hidroxilação do anel ciclohexano. Altos níveis de resíduos foram encontrados nas hemácias e sete metabólitos foram encontrados na urina e nas fezes. A absorção através da pele é baixa.

Mecanismos de toxicidade:

Imazetapir: O mecanismo exato de toxicidade não é conhecido. E classificado como herbícida de imidazolinona. O modo de ação ocorre através da inibição da aceto-hidroxiácido sintase, uma enzima envolvida na biossíntese dos aminoácidos leucina, isoleucina e valina.
Mecanismos de toxicidade - -
Flumioxazina: Não são conhecidos em humanos. Estudos mecanísticos sugerem uma associação entre a inibição da protoportirinogênio oxidase e comprometimento da síntese de heme em ratos. Relevância humana dos efeitos no desenvolvimento em ratos não pode ser desconsiderada.

Sintomas e sinais:

lmazetapir: leve elevação das transaminases, creatinina sérica e clínicos acidose metabólica têm sido relatadas.
Oral: dano à membrana mucosa e vômito severo. Hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e gastrointestinal,disfunção transiente hepática e renal. Vômito copioso logo após a ingestão é comum.Sintomas graves incluíram alteração da consciência e dificuldade respiratória necessitando de intubação.
Inalatória: dano pulmonar.
Flumioxazina: não há relatos de sintomas de
intoxicação aguda em humanos, sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgirem quaisquer sintomas. Em camundongos, ratos e cães efeitos críticos incluíram anemia em ratos e efeitos tóxicos hepáticos em todas as espécies, sendo o rato a espécie mais sensível.
Em animais foram observados os seguintes sintomas
Dérmica: Leve irritação; não sensibilizante dérmico.
Ocular: Leve irritação.
Sistêmica: Alterações hepáticas.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis.

Tratamento

Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
Exposição oral: intoxicação leve a moderada, os pacientes com
irritação gastrintestinal devem ser tratados com antieméticos e fluidos IV. Intoxicação severa, os pacientes com estado mental alterados ou vômitos graves devem ser intubados para diminuir o risco de aspiração. Descontaminação gastrintestinal geralmente não é indicada uma vez que estes líquidos são absorvidos rapidamente e a toxicidade geralmente é limitada. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Contraindicações de lavagem gástrica: quando houver perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não intubados; substâncias corrosivas e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
-Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
-Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Tratar broncoespasmo com um agonista beta2-adrenérgico inalatório.Considere corticosteróides sistêmicos em pacientes com broncoespasmo significativo.
-Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15
minutos,mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da
lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina,hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido.Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,especialmente durante a adoção das medidas de descontam i nação,deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).

Contraindicação
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química.

Efeitos sinérgicos
Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.

ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISNMS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS)
Telefones de Emergência da empresa:
Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S/A - (085) 4011.1000
Toxiclin (Emergência Toxicológica): 0800 014 1149
SAC Nufarm Serviço de Atendimento ao Cliente: 08000-725-4011

MECANISMO DE AÇÃO,ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS IDE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismo de toxicidade no quadro acima.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório•

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg.
DL-50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg.
CL inalatória em ratos (4 horas): Não determinada.
Irritação dérmica em coelhos: Não irritante.
Irritação ocular em coelhos: Levemente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante dérmico.

Efeitos crônicos:
-Imazetapir: estudo pré-natal de toxicidade no desenvolvimento, em coelhos, mostrou aumento na incidência de sinais clínicos durante a gestação, ulceração na camada mucosã dó estômago e vesícula biliar, aumento de abortos e morte materna. O NOAEL calculado foi de 1000 mg/kg/dia.
-Flumioxazina: em estudos crônicos realizados com ratos, foram observadas alterações hematológicas (anemia), incremento de lipídeos, alterações hepáticas e insuficiência renal. Não foi genotóxico nem carcinogênico. Houve incremento da suscetibilidade à Flumioxazina na exposição in útero e pós-natal em ratos (defeitos do septo ventricular, diminuição no peso dos filhotes), mas não em coelhos.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE 1)
( )Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(x)Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( )Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S.A.. - Telefones em caso de emergência: Empresa (85)4011-1000; TOXICLIN 0800-014-1149 ou SAC Nufarm: 0800-725-4011.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água.
Siga as instruções abaixo:


• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA IBAMA!
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.


A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas infestantes, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas.