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Características e qualidades do modelo de desenvolvimento agro-industrial regional - SIPPALE - Sistemas de Integração de Produtores e de Produção de Alimentos, de Lazeres e de Energias (renováveis).


Paulo Braz de Andrade

1. O SIPPALE, na economia rural, integra todas as atividades de produção vegetal, mais e/com as atividades de produção animal,  e ainda as atividades de produção de bens e serviços de lazer, classificadas em doze setores estruturais: 1.Reflorestamento, 2. Fruticultura, 3. Produção de cana de açúcar e pastagens, 4. Produção de grãos, 5. Horticultura;  6. Bovinocultura (corte e leite),  7. Suinocultura,  8. Avicultura (corte e postura),  9. Piscicultura (aquicultura), 10. Demais criações animais;  11 Produção de peixes, pássaros, aves, plantas ornamentais, animais silvestres, artesanato, etc; 12. Agroturismo multifacetado e polivalente.
 
2. Estabelece a proporcionalização mais conveniente entre os quantitativos das atividades
integradas,  favorecendo a otimização de utilização dos espaços das propriedades,
propiciando as reciclagens enxutas, fazendo aumentar a competitividade e a sustentabilidade do
processo produtivo, diversificando e multiplicando a  renda rural primária e os empregos do setor agrícola e do agronegócio.

3. O método fornece instrumentalidade para integrar as atividades de uma propriedade, valendo  para integrar a produção de  várias ou de todas as propriedades de uma microbacia, de uma região, de um estado, de um País. Se presta também para referenciação da  produção macroeconômica de todas as propriedades rurais global.

4.   Facilita os procedimentos de integração das empresas agro-industriais, umas com as
      outras, destas com os proprietários e com as propriedades rurais, com as cooperativas
      e associações, facilitando os cálculos das proporções e das cotas de produção programadas.

5. Nas discussões de comércio agrícola internacional e na regulamentação dos interesses
comerciais agrícolas e de  abastecimento, o modelo SIPPALE facilita e possibilita o
      a padronização e o planejamento informático de todos os interesses, criando uma metodologia 
      e uma métrica  de   compreensão universal favorecida.

6. Cria novos parâmetros mais favoráveis para a adoção dos critérios estatísticos,
para o estabelecimento  de cotas, de referenciações mercadológicas de bolsas e
de abastecimento, etc, revelando os dados micro e macro métricos de forma transparente,
de modo a possibilitar que o consumidor e o produtor se protejam e se integrem, também.

7. Oferece oportunidades de contrapartidas e de alternativas (tanto para procedimentos de produção, quanto para negociações de interesses entre países);  oportunidades de avaliações facilitadas tanto aos analistas, aos consultores, quanto aos investidores e aos pequenos cotistas de empreendimentos.

8. Possibilita a conscientização democrática econômica rurbana, favorecendo métodos de difusão e de dinamização cultural, e, de desenvolvimento econômico  participativo, igualando oportunidades.

9. Viabiliza o  estabelecimento de um novo fundamento de valor teórico e pragmático para as 
relações de produção – O Valor de Sustentabilidade  - criando o espaço para o advento de uma
Economia Sustentável.

10. Permite a unificação de critérios produtivos, consumptivos, e, de meio ambiente, 
favorecendo   um planejamento estratégico comum e sustentável.

11. Estabelece as bases para harmonização de  elaboração de programas e de projetos, no mercado 
e na  economia, constituindo-se também em fator de sustentabilida

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