Atenção para a Ferrugem Asiática da Soja

Ferrugem Asiática

Atenção para a Ferrugem Asiática da Soja

A ferrugem asiática é considerada a  principal doença do cultivo da soja.
Por:
645 acessos

Receba Notícias como esta por email

Cadastre-se e receba nossos conteúdos gratuitamente
Obrigado por se cadastrar
  • Enviamos a você um email de boas vindas para ativação de seu cadastro.

 Eng. Agr. Carlos R. Dellavalle Filho Deagro - CREA/RS 165397

A ferrugem asiática é considerada a  principal doença do cultivo da soja. O fungo Phakopsora pachyrhizi que se propaga facilmente pelo vento, vem sendo fortemente relatado no sul do Brasil. Um fungo biotrófico que necessita de hospedeiro vivo para sobreviver. 

O Consórcio Nacional Anti-ferrugem aponta, até o momento, 47 casos de ferrugem no estado do Rio Grande do Sul. Em todo o Brasil, são 173 casos sendo registrados nos estados da Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Amazonas e Tocantins. 

Podemos observar no mapa do consorcio anti-ferrugem as ocorrências no território nacional reportadas ao sistema.

Um fator muito importante que está acarretando em aumento dos casos do patógeno são as condições climáticas favoráveis à doença e sua proliferação. As chuvas ocorridas recentemente, e as temperaturas favorecem a proliferação do fungo. Por isso é importante o monitoramento das áreas com a cultura a fim de determinar o melhor manejo a ser empregado.

Os sintomas iniciais da doença são pequenas lesões foliares conforme imagem a seguir (ampliação), de coloração castanha a marrom-escura. Na face inferior da folha, observam-se lesões que se rompem e liberam esporos. Isso faz com que ocorra desfolha precoce, quando fortemente afetadas, por isso é considerada uma doença que ocasiona grandes perdas na produtividade final. 

Medidas importantes devem ser adotadas nas áreas, tais como monitoramento continuo das glebas, planejamento de semeadura (respeitar as épocas), manejo preventivo contra a ferrugem, seguir as doses contidas nas bulas dos fabricantes de fungicidas e dos receituários agronômicos, empregar fungicidas protetores (é muito importante no manejo da resistência), vazio sanitário, eliminar plantas hospedeiras e não podemos esquecer da qualidade das aplicações e dos fatores que as afetam afim de atingir o alvo com os fungicidas. Por isso é importante sempre acompanhamento agronômica nas áreas.

Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink