O Mundo do Marketing publicou em 20 de fevereiro de 2026 um dado que, para quem lidera no agro, não deveria passar despercebido. Segundo o levantamento, 72% das empresas perceberam impacto positivo do trabalho de PR ao longo de 2025. PR, aqui, significa relações públicas. Significa assessoria de imprensa. Significa reputação construída com validação externa.
Mais relevante ainda: 33% afirmaram impacto direto nos negócios.
Isso muda a lógica.
Durante décadas, comunicação foi tratada como consequência de desempenho. Primeiro vinha o produto. Depois o preço. Depois a venda. A reputação aparecia como efeito colateral.
Hoje, ela antecede.
Empresas e entidades setoriais que estruturam presença qualificada na imprensa e constroem narrativas consistentes reduzem dependência de mídia paga, ampliam legitimidade e influenciam decisões antes mesmo da negociação começar. A própria Aberje, Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, mostra que organizações com planejamento estruturado de comunicação têm 63% mais chances de alcançar resultados consistentes e manter relacionamento duradouro com a mídia especializada.
No agro, essa mudança é ainda mais sensível.
Estamos em um setor sob pressão regulatória, debate ambiental constante, disputa por mercados internacionais e reorganização da informação por inteligência artificial. Quem não constrói reputação validada por terceiros passa a disputar narrativa em terreno instável.
E mercado não espera quem demora a entender mudança estrutural.
Assessoria de imprensa deixou de ser apoio tático. Tornou-se instrumento de influência. E influência, no fim das contas, é o que antecede venda, parceria, crédito e expansão.
Fonte: Mundo do Marketing
“Reputação que vende: por que o PR virou prioridade estratégica para o Marketing em 2026”
20 de fevereiro de 2026
Entre em contato comigo: [email protected]