E, também o maior.
– De todos os tempos.
A produção de álcool de cana-de-açúcar.
Jamais, na história, na economia e no mundo dos negócios – apresentou-se uma oportunidade tão grande, tão plena, tão distinta e tão salvadora – quanto à oportunidade de produção de energia renovável com a utilização de vegetais: especialmente da cana-de-açúcar , para a produção de álcool combustível e seus derivados.
E, concomitantemente, é uma oportunidade de múltiplos resgates, entre os quais destacam-se os seguintes:
1. Resgate de carbono da atmosfera, livrando o ar do excesso de lixo gasoso provocado pela fumaça do cano-de-descarga dos carros à gasolina (que é, comprovadamente, o principal culpado pelo aumento do efeito estufa), porque o carro álcool, primeiro despolui (pelo fenômeno da fotossíntese que a cana realiza, ao capturar o carbono do CO2 emitido pelos carros a gasolina e devolver o O2 para a atmosfera. Além disso, cultivado, organicamente, o canavial enterra grande quantidade de carbono, na forma de húmus e qualifica o solo para a biodiversidade). (Vide, no Google, páginas sobre a Usina São Francisco – Cana Orgânica)
2. Da capacidade de geração abundante de empregos sustentáveis - pela agricultura, de maneira previsível, favorecendo o planejamento estratégico governamental, empresarial, dos trabalhadores, dos fundos de investimentos, e das ongs - uma vez que se pode estimar, entre outras, as seguintes quantidades e proporções:
a) da dimensão e da extensão do mercado – tanto para a produção, quanto para a distribuição e para o consumo, no decorrer das próximas décadas (de cerca de três trilhões de litros/álcool/ano, si se quiser, por exemplo, substituir a gasolina, e abastecer uma frota de automóveis do tamanho da atual frota global.)
b) da geração de cerca de um emprego novo e direto (agro-industrial, sustentável) para cerca de cada 20 mil litros de álcool combustível produzido. (o carro a álcool gera cerca de 30 vezes mais empregos, do que o carro a gasolina)
c) do resgate de x toneladas de carbono por ano, por hectare de canavial, de áreas de tantas regiões, de tais países, permitindo a montagem de y usinas (cerca de 40 mil [do padrão e do porte das que se monta, atualmente, no Brasil]; isso, para produzir álcool para 1 bilhão de automóveis).
3. Da restauração das economias e da dignidade dos povos e dos países em desenvolvimento, porque, quase todos são de clima e de terras favoráveis ao cultivo da cana, enquanto não acontece isso, nos atuais países de maiores e melhores economias, quase todos de clima frio, impróprios para o cultivo da cana, disparado, o mais competitivo combustível renovável.
4. Do fortalecimento da capacidade resolutiva da Organização Mundial do Comércio (OMC) criando fundamentos basilares novos, de desenvolvimento da produção e do comércio agrícola e de resolução dos seus impasses (compensando os problemas causados pelos subsídios e pelo protecionismo aos agricultores dos países ricos da OCDE, através da concessão de créditos e da celebração de parcerias cooperativas para a montagem das usinas nas agriculturas dos países em desenvolvimento, equilibrando os pratos da balança econômica norte/sul).
5. A renovação das condições de vida das cidades e dos campos, permitindo e provocando uma grande movimentação milhões de famílias, mal alojadas nas favelas e nas periferias das grandes e das médias cidades, para os empregos novos no interior, propiciados pelas plantações, pelas usinas e nas constelações de cadeias de empresas/empregos/empreendimentos – que o canavial faz nascer, ao seu redor (sob a forma de clusters é o recomendável).
6. Da viabilização de numerosas parcerias-públicas-privadas, permitindo um planejamento macro e micro econômico estratégico, conjugado e concatenado, entre países e até mesmo, entre os países, para a programação antecipada e harmonizada da produção e do consumo de energia combustível renovável; criando condições de negociação e de ajuste de interesses com o setor de petróleo (tanto da produção, quanto do refino e da distribuição), tudo, pacificamente.
7. A integração dos interesses das grandes e das pequenas propriedades, dos grandes e dos pequenos projetos , porque se tornaram , também viáveis, nas regiões onde prevalecem as pequenas propriedades – as montagens de micro-destilarias de álcool, com capacidade de até um milhão de litros/safra,
8. Com isso, gerando-se cerca de 50 empregos diretos, por unidade, e favorecendo a integração da produção de energia com a produção de alimentos, orgânicos, graças aos bio-fertilizantes propiciados pelos resíduos da cana-de-açúcar, oriundos do processamento industrial. (vide modelo sippale).
9. A oportunidade de propor e de provocar este fenomenal acontecimento de desenvolvimento do planejamento estratégico global – da produção e do consumo de energia combustível com o álcool da cana-de-açúcar, é, em si, um novíssimo fato inovador da própria economia.
10. Possibilita mexer e transformar qualitativamente os padrões dos outros setores de atividades (da industria,e dos serviços), renovando os fundamentos da própria economia, ensejando e preparando uma base quatro a cinco vezes maior, para a geração anual de riquezas com sustentabilidade.
11. Tudo, sob a forma de negócios de um mercado justo, porque certos e previamente ajustados e contratados, depois de ensaiados, simulados e cenarizados, micro e macro metricamente, com o auxilio da Internet e suas maravilhosas criaturas.
Assim, queremos chamar a atenção para a maior oportunidade de desenvolvimento de negócios, concatenáveis, de todos os tempos; oportunidade de se criar um sistema econômico superior ao atual, favorecendo o reflorescimento da natureza e a renascença de toda a humanidade.