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Porquê Pais e avós se endividam para bancar seus Geração Z?


Climaco Cezar de Souza

 

 

 

Porquê Pais e avós se endividam para bancar seus Geração Z?

  1. Síntese e Introdução -

Embora já haja diversos diagnósticos com dados reais de pesquisas e teorias sobre os motivos e ações que muito elevaram os endividamentos das famílias brasileiras para níveis astronômicos no pós COVID 2019 (aumento da demanda familiar nos isolamentos; maiores níveis de investimentos em bens fixos; ciclo mundial de demanda e outros), pretendo mostrar aqui que - de forma coincidente e até suspeitamente - tudo começou com as bem maiores proteções “financeiras/alimentícias  etc..” dos atuais pais, avós e tios etc. (os atuais “bonzinhos” e/ou “medrosos” e/ou bem “fora das realidades sociais, morais, cívicas, educacionais e até religiosas”) aos seus filhos, netos, sobrinhos e outros parentes/amigos/vizinhos da Geração Z, ou seja, bancando suas compras desesperadas/pressionadas.

Durante a COVID, os endividamentos das famílias com baixas rendas (as mais “boazinhas” com a GERAÇÃO Z) e bem explicada/comprovadamente abaixo por itens, simplesmente dispararam. Em 2021 (plena COVID 19), a FGV perguntou em entrevistas diretas a famílias: “Se alguém da sua residência tornou-se inadimplente ou aprofundou o atraso de dividas nos últimos 06 meses por causa da pandemia”? e catalogou os seguintes resultados positivos (%) por cada classe de renda: 1) Renda familiar de até R$ 2.100,00/mês e com respostas “Sim” por 79,0%; 2) Renda familiar de R$ 2.101,00 a R$ 4.800,00/mês e com respostas “Sim” por 61,0%; 3) Renda familiar de R$ 4.801,00 a R$ 9.600,00/mês e com respostas “Sim” por 42,5%;4) Renda familiar acima de 9.601,00/mês e com respostas “Sim” por 33,4%; 5) ENDIVIDAMENTO MÉDIO DAS RENDAS: com respostas “Sim” de 53,6%.

Em novembro/2025, segundo  IBGE e FGV, o elevado endividamento familiar já chegava a 79,2% das famílias - a maior parte, segundo a CNC, com fortes elevações das dividas nos cartões de créditos (participações que ampliaram de 70,1% em março/2019 para 88,5% em março/2022, ou seja, claramente que durante a COVID) e das compras com carnês (ampliaram de 14,7% do total para 18,3% no mesmo período), sendo que em janeiro/2015 (ou seja, 10 anos antes) o total das famílias brasileiras endividadas somente eram de 57,5%, ou seja, com um incremento astronômico, inédito e pouco explicado.

Muitos (não todos, pois também já há bons exemplos/atuações) da Geração Z, infelizmente, já foram diagnosticados até psiquiatricamente e/ou são taxados/execrados pelos especialistas em trabalhos, empregos, encarreiramentos etc. de que não querem assumir quaisquer tipos de trabalho regulares por mais de 180 dias e/ou certas obrigações financeiras conjuntas e/ou até pequenos trabalhos/obrigações familiares normais. Constam nos já muitos diagnósticos e levantamentos que a maioria dos da da Geração Z sequer lavam suas roupas intimas diárias; não sabem sequer fazer um lanche; não bebem/não fumam para terem uma bandeira de defesa; praticam falsos socioambientalismos e ficam até 10 horas/dias deitados hibernando e somente nas redes sociais ou joguinhos e/ou lendo/acreditando/inventando/postando “fake news” e até praticando pequenos golpes e, tudo isto - à vista e até autorizada/incentivada - por seus genitores/mentores “bonzinhos, na verdade, os verdadeiros culpados de tudo isso, mas que em até mais 10-15 anos já não mais estarão por aqui. Afinal, para tais genitores “bonzinhos” sempre fica muito mais fácil e útil sempre colocarem as culpas nos filhos dos vizinhos; nas até boas companhias externas/colegas dos seus “anjinhos” caseiros (“demoninhos” nas redes/ruas); nos professores; nos padres; nos pastores; nos diversos gestores governamentais; nos diversos órgãos de proteção/vigilância/fiscalização de crianças e jovens etc.  

Ou seja, sem entrar no mérito familiar e até filosófico nem de querer ser pró ou contra a Geração Z (vide bem meus 04 artigos anteriores e recentes acerca e/ou vide um bom resumo do lado muito bom deles ao final este artigo), TUDO indica que os pais, avos e tios, “BONZINHOS”, é que são os verdadeiros culpados de tais situações de desequilíbrios  financeiros familiares atuais (até com falta de alimentos essenciais para os idosos etc..). Para bancarem os seus da Geração Z, hoje ais genitores estão altamente endividados e até recebendo bem menos valores das suas aposentadorias (elevados descontos para tanto, via forte elevação das concessões e usos dos tais errôneos/não fiscalizados ‘Créditos Consignados” - vide detalhes completos neste artigo).

2) Porquê, para quê, como e quando os atuais avós, pais, tios e outros de todo o Brasil se endividaram tanto no pós COVID 19?

Já no final de 2015, demonstrando o início de uma gravíssima situação - em termos comparativos de famílias totais endividadas “versus” famílias com contas em atraso a CNC Brasil – estimava-se que cerca de 79,2% das famílias brasileiras já estavam muito endividadas, sendo que 30,0% delas já com prestações em atrasos.

Agora, comparando mais com 2019 (ano inicial da COVID 19) - quando 65,1% das famílias já deviam muito (24,7% em atrasos) - aconteceu um gigante aumento do endividamento familiar brasileiro no período sem que ninguém consiga, realmente, bem explicar por que, como e para que foram tais maiores endividamentos acumulados. Em 2010 (15 anos antes, ou seja, já dentro de início do atual ciclo governamental/político iniciado em 2002), o endividamento total familiar somente chegava a 59,8% das famílias (quase 20,0% menos do que o nível atual de novembro/2025), sendo 24,8% das famílias ainda com atrasos.  

De 2019–2022, a pandemia mundial (COVID 19) - conforme especialistas do Grupo de Apoio ao Varejo: Flávio Ataliba Barreto, Pedro Avelino e João Mário Santos de França - mudou completamente a forma como consumidores acessaram os créditos; mais sobre como administraram suas dívidas e como lidaram com a volatilidade da economia. O que antes parecia ter um certo equilíbrio confortável - com endividamento e inadimplência variando dentro de faixas relativamente estáveis - deu lugar a outro contexto, marcado, após, por choques simultâneos de renda, juros e inflação. Entre 2017 e o início de 2020, a economia brasileira operava em um cenário de relativa normalidade. A inflação estava controlada, a taxa Selic vinha em queda e o crédito às famílias fluía com mais facilidade. Com isto, os níveis de endividamentos e de inadimplências mantinham-se estáveis. Acerca, vide o diagnostico completo por eles em: https://www.aceleravarejo.com.br/economia/endividamento-das-familias-brasileiras-estamos-vivendo-um-novo-cenario/.

Segundo os mesmos analistas/especialistas de varejo acima: “Desde 2022, o Brasil vive uma fase de recuperação gradual do mercado de trabalho; há mais empregos e o rendimento médio melhora, ainda que aos trancos e barrancos, mas, em contrapartida muito negativa para todos (exceto para os Bancos, Fintechs e Bolsa), o Banco Central elevou a Selic de forma agressiva para controlar a inflação, levando o crédito a ficar muito mais caro e até desonesto”.

Vide também análises especializadas e bem mais completas acerca na boa tese de bacharel em economia pela USP em 2024: “ O impacto da pandemia no endividamento das famílias brasileiras” por Marina Lima Bezerra e disponível em: Monografia Final (1).pdf (573.11 KB)

Também, segundo a PEIC Fecomercio SP – vide a seguir -, o perfil e os tipos dos endividamentos familiares mudaram muito no pós COVID (apenas entre março/2019 e mar/2022), conforme a evoluções a seguir de cada item naquele período, em termos de % de cada dívida do total das famílias:

1) Cartão de Credito (típicas compras para os “bonzinhos” bancarem os seus da Geração Z) ampliou fortemente de 70,1% em março/2019 para 88,5% em março/2022;

2) Carnês (idem acima) elevaram bastante de 14,7% para 18,3% no mesmo período;

3) Financiamento de carros ampliou um pouco de 12,3% para 14,4%;

4) Credito Pessoal aumentou um pouco de 9,7% para 10,7%;

5) Credito Consignado ampliou substancialmente de 4,0% para 7,8%

6) Cheque especial aumentou bastante de 4,8% para 7,0% no mesmo período;

7) Outras dividas ampliaram um pouco de 2,5% para 3,1% do total de famílias endividadas;

8) Financiamento de casas reduziu de 11,6% para 9,9%;

9) Cheque pré-datado recuou de 0,8% para 0,4% do total de famílias endividadas no período.

Muito pior, no caso das famílias mais pobres, segundo levantamentos pela FGV IBRE em 2021, a COVID 19 muito colaborou para a elevação dos endividamentos das famílias com menores rendas mensais, sobretudo com fortes compras de itens provavelmente mais ligadas aos maiores consumos e/ou maiores gastos com os seus entes da Geração Z. Vide mais dados no Boletim Macro “O mundo acelera, o Brasil desacelera” do IBRE. 

Então, como resultado, ao analisar a evolução das dividas por classe de Renda em 2021, o FGV IBRE perguntou em entrevistas diretas a famílias: “Se alguém da sua residência tornou-se inadimplente ou aprofundou o atraso de dividas nos últimos 06 meses por causa da pandemia”? e catalogou os seguintes resultados positivos (%) por cada classe de renda: 1) Renda familiar de até R$ 2.100,00/mês e com respostas “Sim” por 79,0%;  2) Renda familiar de R$ 2.101,00 a R$ 4.800,00/mês e com respostas “Sim” por 61,0%; 3) Renda familiar de R$ 4.801,00 a R$ 9.600,00/mês e com respostas “Sim” por 42,5%;4) Renda familiar acima de 9.601,00/mês e com respostas “Sim” por 33,4%; 5) ENDIVIDAMENTO MÉDIO DAS RENDAS: Com respostas “Sim” de 53,6%.

“Em maio/2025, o nível de endividamento elevadíssimo já atingia 78,2% das famílias brasileiras, o maior nível registrado desde julho/2024. Também em maio, 29,5% das famílias disseram estar com contas em atraso - o maior índice desde outubro do ano passado. Além disso, 12,5% das famílias disseram que não tinham condições de pagar o que deviam, ou seja, irão continuar inadimplentes por mais tempo. A maior parte já era com parcelas de cartão de crédito; empréstimos diversos; carnês de loja; financiamento de carro ou casa, entre outros, ou seja, itens de elevado consumo exatamente pela atual Geração Z (sendo alguns mais por adultos = pais = avos = tios, todos “bonzinhos”. Vide mais dados no relatório PEIC - Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor da CNC/Sesc-Senac em: https://portal-bucket.azureedge.net/wp-content/2025/06/Analise_Peic_maio_2025.pdf .

“O cartão de crédito continuava em maio/2025 como sendo o principal tipo de dívida, pois já usado por 83,6% dos endividados. Mas os carnês de loja, como os de compras parceladas em grandes redes de varejo, também ganharam espaço e ficaram em 2º lugar. O uso do crédito pessoal também aumentou, possivelmente devido à preocupação com os juros altos, que podem crescer ainda mais até o final do ano”.

“Quando falamos em comprometimento da renda em maio/2025, a pesquisa revelou que 56,0% das famílias já tinham entre 11,0% e 50,0% da sua renda mensal somada já presa às dívidas. Já as famílias que comprometiam mais da metade da sua renda mensal somada ficaram em 19,7%, menor valor desde julho de 2023”.

“Em novembro/2025, o elevado endividamento já chegava a 79,2% das famílias, sendo que em janeiro/2015 (ou seja, 10 anos antes) eram apenas 57,5%”.

Em dezembro/2025, conforme diagnósticos da CNC - Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, somente o pagamento da 2ª parcela do 13º salário deverá injetar R$ 131,8 bilhões na nossa economia, o que seria muito bom para o possível abatimento e quitação de dívidas familiares. Se confirmado, esse montante será 5,7% maior em relação aos R$ 125,3 bilhões pagos em dezembro/2024.

Também, os jovens nascidos entre 1995 e 2010 mal entraram na vida adulta, mas já estão endividados. É o que apontam pesquisas da Serasa e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A inadimplência da chamada Geração Z pode ter graves consequências para a economia brasileira, já que este grupo está bem próximo de se tornar a geração mais endividada de todas. Vide mais detalhes acerca em: https://www.bnews.com.br/noticias/economia-e-mercado/endividamento-da-geracao-z-pode-travar-economia-brasileira-alertam-especialistas-entenda.html .

Segundo o último Mapa de Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, divulgado pela Serasa em dezembro de 2024, a Geração Z é a segunda mais endividada no país, com 34,1% dos seus membros com a verba comprometida. O grupo que lidera o ranking é o dos ‘Baby Boomers’ (nascidos entre 1946 e 1964, a maioria já aposentados e muitos como os “bonzinhos” atuais), com 35,1% de inadimplência. 

Contudo, estima-se que cerca de 80,0% dos valores recebidos do 13º salário seguirão para compras de novos e ainda mais vestuários e calçados (assim, talvez bem mais como presentes para os seus da Geração Z) e/ou 50,0% irão para compras de livrarias e papelarias (inclusive material escolar) e/ou cerca de 33,0% irão para compras de utilidades domésticas (idem, bem mais como eletrônicos/celulares para presentes talvez bem mais para os seus da Geração Z). Em geral, no mês de dezembro, as vendas históricas ampliam 25,0% ante a média anual.

Certamente, ninguém ainda quer - ou nada consegue - realmente, resolver ou mitigar tais situações de elevadíssimos endividamentos familiares muito maléficas para todos (em médio e longo prazos), tudo a depender de possíveis mudanças milagrosas de comportamentos da Geração Z, mas das “sonhadas” muitas proibições de acessos dos “bonzinhos” aos créditos fáceis e das renegociações caríssimas e intermináveis e de acessos pelos ‘bonzinhos” avós, pais, tios etc. aos muito cartões. Obviamente, enquanto muitos ”bonzinhos” das famílias – inclusive os seus da Geração Z - passarão fomes futuras, até adoecendo e morrendo e até com perdas de seus poucos bens (pois, em geral, os tribunais de Brasília e das capitais são pouco ou nada favoráveis aos devedores e ao povo pobre e, pelo contrário, muito ajudam – até concidentemente -  o capital privado, bancos, cartões, financeiras etc. estes que muito induzem/contratam créditos irregulares e/ou goela-abaixo e até roubam os pobres na cara-dura), ficando estes grupos, então, com o “agrotóxico das laranjas”. Já os maiores beneficiários de tudo (do “sumo/suco da laranja”), pela ordem, são os Governos (com bem maiores arrecadações com tais operações nefastas/bem protegidas/incentivadas e com incrementos políticos falsos, ou seja, com ainda mais “Fake News”/”propagandas enganosas” governamentais) mais os Bancos, Financiadoras Fintechs, Cartões etc. (estes, muito bem protegidos, e com uns 60,0% do sumo da laranja). Já os atacadistas e varejistas ficarão com o “bagaço da laranja”, pois com falsas ilusões de bem maiores vendas e melhores rendas, mas também com bem maiores impostos a pagar, maiores custos e, bem maiores, endividamentos etc. Obviamente, os trabalhadores adultos normais mais os assalariados reais, todos estes grandes pagadores de impostos (“não bonzinhos” nem da Geração Z) ficarão com ainda mais dividas, e sequer com a “semente da laranja”.

Pessoalmente, posso ter um bom projeto para sanear e solucionar tais elevadas dividas familiares acumuladas até o final de 2025 (não as novas nem as futuras), mas somente dos que se comprometam - legalmente e sob pena de perdas dos benefícios concedidos como abaixo - a deixarem de ser “bonzinhos” (obrigatoriamente, restringindo muito seus acessos aos cartões de créditos, carnês, bancos, empréstimos consignados, outras renegociações etc.., com tudo muito bem registrado e acompanhado). Tudo se baseará na minha elevada experiencia anterior com soluções reais de granes dividas agrarias acumuladas e como um dos criadores dos Programas de Securitização de dividas menores (Lei 9.138/95 mais para agricultores familiares) e do Programa PESA Programa Especial de Saneamento de Ativos (Resolução CMN nº 2.471/98 mais para as atividades maiores e empresariais). Vide mais dados em https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br/perguntas-frequentes/execucao-orcamentaria-e-financeira/securatizacao-agricola-pesa e ainda “Securitização da Dívida Rural Brasileira: o caso do Banco do Brasil de 1995 a 2008” em: https://www.scielo.br/j/resr/a/psdXbCKRK3CXtbP4dT8PBNQ/?format=html&lang=pt .

3) Porquê, como se sustentam e como vivem muitos dos atuais integrantes da chamada Geração Z em idade útil (de 16 até 27 anos) e que pouco se interessam por empregos formais ou normais (já muitos ofertados e até remunerando adequadamente e com boas propostas de encarreiramentos) pelas muitas empresas e/ou por simples trabalhos nos lares de suas próprias famílias e outros locais?

Também, os jovens nascidos entre 1995 e 2010 mal entraram na vida adulta, mas já estão endividados. É o que apontam pesquisas da Serasa e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A inadimplência da chamada Geração Z pode ter graves consequências para a economia brasileira, já que este grupo está bem próximo de se tornar a geração mais endividada de todas. Vide mais detalhes acerca em: https://www.bnews.com.br/noticias/economia-e-mercado/endividamento-da-geracao-z-pode-travar-economia-brasileira-alertam-especialistas-entenda.html .

Segundo o último Mapa de Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, divulgado pela Serasa em dezembro de 2024, a Geração Z é a segunda mais endividada no país, com 34,1% dos seus membros com a verba comprometida. O grupo que lidera o ranking é o dos ‘Baby Boomers’ (nascidos entre 1946 e 1964), com 35,1% de inadimplência. 

No Mundo ainda há dúvidas sobre quando e como tudo iniciou, mas, muitos acham que foi após a Síndrome de COVID 19, quando o Mundo foi muito contaminado pelas divulgações diárias de centenas de perversas e nefastas “Fake News” - digitais e politizadas - e, depois, seguidas no Brasil por muitos por jogos eletrônicos criminosos/viciantes de jovens e de adultos despreparados, como do “tigrinho” e dos “BET”.

De qualquer forma, talvez melhor repensando, sabe-se que os comportamentos da atual Geração Z precisarão mudar muito – sobretudo nos empregos ou nas outras ocupações - nos próximos 10 anos, pois a maioria de seus pais, avós, tios e até irmãos mais velhos (atuais gerações X e Millenials) - que ainda lhe sustentam financeiramente, no todo ou em parte, ou lhes permitem ou lhes incentivam assim agirem, já estarão mortos e/ou com suas rendas muito reduzidas. Mesmo economizando muito e adaptando seus jeitos de vidas para bem menores rendas, eles também serão muito pressionados já pelos seus filhos, sobrinhos etc. (futura geração alfa). 

Como se lê e se analisa, gratuitamente, abaixo (para “quem quer”), boa parte das atuais e futuras dificuldades comportamentais e empregatícias pessoais/empresariais – fundamentais para os seres Humanos, Empresas e Países - já são devido aos maus usos dos celulares, internet, redes sociais, computadores etc. Interessante é comprovar que quando a WEB mais as Redes Sociais (iniciando pelo famoso “facebook”) foram criadas, seus mentores/idealizadores AFIRMAVAM, CATEGORICAMENTE, QUE ELAS VIRIAM PARA PROMOVER A UNIÃO E A PAZ ENTRE OS MEMBROS DAS FAMÍLIAS, DAS COMUNIDADES, DOS AMBIENTES DE TRABALHOS E DAS LIVRES CONCORRÊNCIAS PARA O BEM. 

Contudo, parece que – planejadamente - eles mentiram muito (mesmo negando muito até hoje), pois não somente todos os criadores enriqueceram bastante, como os celulares, internet, redes sociais etc. estão sendo muito mais usadas para as pessoas e familiares se destruírem, tanto INTERNAMENTE (já se comprovam elevados desinteresses pessoais por trabalhos, higienes pessoais, obtenções de conhecimentos construtivos etc. e, ao contrário, ampliaram muito e RAPIDAMENTE as desobediências aos Pais, Avós, Professores, Religiosos etc.  MAIS as inércias e as exigências pessoais MAIS os vícios em jogos e os acessos aos vídeos de sexo e aos filmes que nada contribuem), como EXTERNAMENTE (com elevados cometimentos de crimes até diários na WEB pelos filhos, netos, tios e outros e, pior, até sob às vistas, consentimentos, estímulos e envolvimentos de maus pais, maus tios, maus avós, maus patrões e maus amigos). Pior, estudos já provam que - de tanto serem viciados em digitações - a atual “Geração Z” está perdendo uma habilidade milenar da humanidade: a fluência comunicativa”, ou seja, poucos ainda sabem escrever manualmente no “papel” ou no “quadro negro”; muitos não sabem fazer as 04 contas matemáticas simples e fundamentais aos seres humanos (soma, diminuição, multiplicação e divisão) e, PIOR, muitos, até já usam seus dedinhos para contarem. Outros estudos já apontam que a Geração Z já está perdendo um traço muito importante de quem nasceu entre 1960 e 1970: Suas Fortalezas Mentais”, chegando ao ponto de não mais atenderem simples telefonemas de “pessoas já bem conhecidas”. 

Assim, em termos de causas das mudanças de comportamentos da Geração Z, segundo cientistas médicos, os usos dos celulares em qualquer país do Mundo por mais que 01 hora/dia (crianças com 2 a 5 anos) ou até 3 horas/dia (para os com 6 a 18 anos) ou por até 4 horas/dia (adultos com mais de 50 anos, inclusive nos trabalhos e se conforme a regra médica de 20-20-20 abaixo) dos celulares ou da internete já são tão questionáveis - em termos comprovados e severos danos à saúde e de comportamentos pessoais/familiares - que recente Bill Gates, o inventor e dono da Microsoft, já proibiu seus 03 filhos de acessarem a internete antes de 14 anos. Já Steve Jobs – um dos inventores dos computadores modernos mais dos I-Phone e dos I-Pad – não permite que seus filhos os usem em CASA. Idem de Mark Cuban – dono da ex broadcast.com - que premia seus filhos que comprovem cada 01 hora de leitura com até 02 horas de acesso aos seus Netflix.

Recente, também, comprovando tudo isto, em dezembro/2025 foi publicado “um dos estudos mais importantes dos últimos anos sobre tecnologia e infância. Pesquisadores do “Children’s Hospital of Philadelphia” EUA   analisaram mais de 10.000 adolescentes”. “Os dados mostram que dar um smartphone aos 12 anos de um jovem semi adolescente não é uma escolha inofensiva. Existe uma correlação direta e estatística com piora futura na sua saúde, pois: 1) 62,0% tem mais chances de terem sonos insuficientes; 2) 40,0% têm bem mais chances de obesidade; 3) 31,0% têm bem mais chances de depressão. 

Concluindo, segundo a Médica pediatra brasileira especializada Dra. Lorena Mesquita (autora de bom artigo acerca) tais dados e informes “não são “achismos”, mas são dados controlados por demografia e “status” sociais e com a conclusão médica clara: “o smartphone substitui atividades críticas para o desenvolvimento, como dormir bem e se movimentar”. Segundo ela, será preciso segurar a pressão social (dos filhos, netos e sobrinhos sobre os pais, avos, tios, amigos, colegas, vizinhos, professores, pastores, padres etc..). “Se puderes adiar o primeiro celular, adies”. “Se já entregastes, as supervisões e as regras de horário (principalmente noturnas) precisarão serem rigorosas”.

Em complemento, diversos diagnósticos sérios já demostram que a atual Geração Z pode ter que mudar muito seus comportamentos sociais, empregatícios ou similares nos próximos 10 anos, pois até lá seus maiores sustentadores financeiros, totais ou parciais, e/ou seus permissores/incentivadores (avós, pais, tios etc..) já estarão mortos e/ou quase que sem recursos financeiros até para se manterem individualmente. Por outro lado, será que a Geração Z será a nova e a grande mudança comportamental/religiosa/até salvífica que precisará ocorrer no Mundo até 2060 (em apenas mais 35 anos)? (vide abaixo – criticamente, mas sem estardalhaços - que Sir Isaac Newton calculou matematicamente e previu, ainda em 1704, que 2060 será marcado por ser o ano do fim de uma era de corrupção, de guerras e de ruinas das nações etc. e com o início de grande renovação espiritual de um novo reinado com 1.000 anos de paz - tudo não apocalíptico total nem com destruição completa).

“Em resumo, as vulnerabilidades das atuais Gerações X, Millenials e Z no Brasil – e, incrivelmente, de muitos de seus pais, avós, parentes e amigos mais velhos etc. - estão bem mais ligados aos seus maus hábitos de consumos de informação digitais mais da falta de preparo para navegar na desinformação “on line” e até decorrentes de ingenuidades inerentes”. 

Muitos psiquiatras forenses mais analistas especializados já confirmaram que os livres e gigantes acessos da Geração Z as “fake news” enganosas e diárias (inclusive, as muito criando e muito divulgando), talvez seja o principal causa inicial do atual desinteresse e de negativas de participações deste Grupo etário após a COVID. Ou seja, eles se tornaram vítimas fáceis das “Fake News” mais das informações tendenciosas/” lavagens cerebrais” /” muito lucrativas” dos seus formadores de opinião (seus “influencers” digitais) mais de muitas propagandas enganosas políticas e/ou comerciais e/ou culturais/comportamentais e/ou até socioambientais.

A maioria os jovens da Geração Z e até alguns seus adultos bonzinhos, já viciados em “Fake News” diárias, no Brasil desde a COVID 19 diz que não confia nem aceita, como verdades, as informações até que sérias e facilmente checáveis veiculadas por alguns jornais e “sites”. Pior, estudos já provam que - de tanto serem viciados em digitações - a atual “Geração Z” está perdendo uma habilidade milenar da humanidade: a fluência comunicativa”.

A maioria dos nossos jovens - até incentivados/não corrigidas por seus adultos perversos, sobretudo seus pais e avós, também totalmente desinformantes para o mau - ainda acreditam em “terraplanismos”; “cloroquinas”; vacinas contaminantes que trazem ainda mais “dengue” e/ou que causam autismo; atuações de extraterrestres; desastres provocados e não naturais; alimentos ultra envenenados, mas liberados; repelentes milagrosos; curas caseiras por raízes/”ora-pro-nobis” etc.; idem em mortes, prejuízos e resultados das mudanças climáticas, mesmo que sejam  todas visíveis e comprováveis, etc..

No Brasil - em especial e com bilhões de acessos diários aos nosso milhões de celulares e em que já somos o 5º maior usuário do Mundo - hoje muitos jovens (carreados por seus adultos) se deliciam e se desinformam diariamente com as dezenas de “fake news” - claramente fabricadas por criminosos/aproveitadores -, mas com que todos eles se deliciam. A maioria diz que não confia nem aceita, como verdades, as informações até que sérias e facilmente checáveis veiculadas por alguns jornais e “sites” e, sobretudo, por diversos canais de TV – até   internacionais - de noticiais e de análises oficiais do País (como BBC News; CNN Brasil; DW Alemanha; Le Monde França; NKW Japão; RAI International; Globo News; Record News; SBT News; Band News; Jovem Pan News etc.., não importando sua linha política). 

“Os principais fatores que contribuem para isso - junto aos milhões de jovens e milhares de seus pais, avós, parentes, colegas e amigos - são”: 

1) “Alto consumo de redes sociais como fonte principal de notícias (já muito comandada/obediente pelos tais “digitais influencers” expertos, dominadores e faturadores com suas vendas e promoções indiretas e/ou bem veladas): A Geração Z é hiper conectada e consome a maioria de suas informações por meio de plataformas como TikTok, Instagram e YouTube. Nesses ambientes, a informação é apresentada de forma rápida e muitas vezes sem contexto ou verificação de fontes”;

2) “Velocidades acima da precisão”: “Devido à natureza efêmera e acelerada das redes sociais, há uma tendência em compartilhar informações rapidamente, movidos pela ansiedade de serem os primeiros a divulgar algo, o que frequentemente ocorre antes de uma verificação de fatos adequada”; 

3) “Falta de habilidades de verificação (pelo “letramento midiático”)”: “Parcela significativa dos jovens brasileiros (cerca de 43,0%) ainda não sabe como checar se uma informação é falsa ou verdadeira, nem identificarem sites confiáveis. Essa falta de "alfabetização midiática" contribui para a sua total vulnerabilidade”; 

4) “Desconfiança na mídia tradicional”: “Estudos mostram que muitos jovens da Geração Z desconfiam da mídia tradicional, o que os leva a buscar fontes alternativas, incluindo influenciadores ou figuras que não são especialistas no assunto, mas que possuem grande audiência nas redes”; 

5) “Vieses cognitivos” - “Assim como outras gerações, a Geração Z também é afetada por vieses de confirmação (buscar informações que confirmem crenças preexistentes) e pela atração por narrativas emocionais (que geram raiva ou medo), características comuns das “fake news”; 

6) “Diminuição das capacidades de atenção e de foco profundo” - “Os usos excessivos de telas e a exposição constante a estímulos visuais rápidos podem, segundo alguns estudos, prejudicarem a capacidade cognitiva e a atenção, dificultando o pensamento crítico e aprofundado necessário para analisar informações complexas”. 

Outros estudos já apontam que a Geração Z já está perdendo um traço muito importante dos nascidos entre 1960 e 1970: “Suas Fortalezas Mentais”, inclusive até não mais atendendo simples telefonemas de parentes ou de “pessoas já bem conhecidas”.

Continuando, agora, antes de analisarmos os já claríssimos prejuízos psíquicos ocasionados aos nossos Jovens (situação em que a maioria dos adultos atuais, embora muito seus participantes/autorizativos sequer concorda em admitirem e/ou em bem acompanharem e/ou não estão preparados para aceitarem e, pior, também terem que se tratarem psiquicamente e/ou mudarem seus comportamentos, para tanto), este meu artigo também mostra seguidas provas que tais erros pessoais e errôneos comportamentos familiares/grupais acima já estão causando sérias doenças físicas-psíquicas avançadas, todas bem reladas e exemplificadas a seguir. 

Também, talvez bem mais por elevados descuidos até somados - internos/familiares - dos pais, avós, irmãos, demais parentes etc. (por uma série de motivos - bem específicos e caso-a-caso e já com muitas e diversas desculpas já bem prontas/bem decoradas - em especial por questões financeiras mais de competições por/nos trabalhos e até pelo sexo dominante etc..) e anuências/ausências até externos, de professores, religiosos, maus influenciadores atrás de granas etc. todos os imensos prejuízos – ainda pouco aceitos/diagnosticados/acompanhados/tratados - para os milhões de jovens atuais no Mundo (em especial Gerações X, Millenials e Z) também já estão virando sérias doenças emocionais/intelectuais/psiquiátricas e até físicas. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros especialistas alertam para os riscos associados à hiperconectividade. 

É fundamental buscar um equilíbrio e estabelecer limites saudáveis para o uso da tecnologia, priorizando atividades físicas e interações sociais fora das telas para prevenir esses problemas de saúde. 

As principais doenças e problemas de saúde causados ou agravados pelo uso abusivo da internet incluem: 

  1. “Saúde Mental e Psicológica: a) Dependência Digital: Caracteriza-se pelo uso compulsivo e descontrolado da internet, muitas vezes comparado a outros vícios, podendo levar a alterações cerebrais; b) Ansiedade e Depressão: A comparação social em redes, o isolamento social e a sobrecarga de informações podem desencadear ou agravar sintomas de ansiedade e depressão; c) Nomofobia: Este é o medo irracional de ficar sem o celular ou sem conexão à internet; d) Cibercondria (ou Hipocondria Digital): A interpretação exagerada de sintomas de doenças pesquisados na internet, resultando em ainda mais ansiedade; e) Problemas de Autoestima: A exposição constante aos elevados padrões de vida idealizados/apregoados nas redes sociais pode levar à baixa autoestima; f) Transtornos Alimentares: Também podem estar relacionados à exposição a certos conteúdos “on line”;
  2.  
  3. “2) Saúde Física: a) Distúrbios do Sono: A luz azul emitida pelas telas e a atividade cerebral intensa antes de dormir interferem na qualidade do sono e no ciclo “circadiano” do bom e reparador sono; b) Problemas Musculoesqueléticos: Dores no pescoço ("pescoço de texto") mais nas costas e nos pulsos (síndrome do túnel do carpo), devido às más posturas e aos movimentos repetitivos (LER); c) Fadiga Ocular: Vista cansada, dores de cabeça e visão turva, devido ao esforço visual prolongado; d) Sedentarismo e Obesidade: O tempo excessivo gasto “on line” reduz a atividade física, contribuindo para o sobrepeso e a obesidade; e) Enxaquecas: O excesso de tela e a tensão absorvida podem desencadear crises de enxaqueca”; 

3) “Outros Impactos: a) Isolamento Social: Embora a internet conecte digitalmente, o uso excessivo pode prejudicar as interações sociais presenciais e a qualidade dos relacionamentos na vida real; b) Déficit de Atenção e Concentração: A multitarefa constante e a velocidade da informação “on line” podem afetar a capacidade de concentração e a memória de trabalho”. 

Vejamos um pouco sobre os cumulativos/perigosos/suicidantes/agressivos desencadeamentos das doenças mais graves pelas excessividades nos usos/exposições dos celulares, laptops, computadores, internete, redes sociais etc., lembrando que não há um número recomendado de horas boas de usos permitidos nem de acessos, mas que já há correntes médicas que apontam que os acessos – mesmo que descontínuos (acima de 03 horas/dia para com menos de 18 anos ou por 04 horas para os com mais de 50 anos) já desencadeiam todos os problemas acima elencados no presente e, pior, que podem triplicarem rapidamente, levando/dia a sérios problemas e consequências  pessoais, familiares mais nos empregos e empresas. Também, sempre há que se implementar e respeitar nas empresas contratantes e, sobretudo nos lares, a famosa regra médica de 20-20-20 em que a cada 20 minutos de exposição a tela deve-se olhar, pelo menos, por 20 segundos para qualquer objeto, desde que situado a, pelo menos, 20 pés (cerca de 06 metros) do local do leitor/trabalhador. 

Sobre a Síndrome de “Burnout” (vide descritivos e sintomas abaixo), dados recentes e muito sérios já mostram que a atual Geração Z mundial, infelizmente, já está enfrentando níveis de tal síndrome e sem precedentes no ambiente de trabalho. “Pesquisas realizadas em diversos países revelam que tais jovens já estão experimentando esgotamento profissional em proporções alarmantes e em idades cada vez mais precoces. Nos Estados Unidos, uma enquete com 2.000 adultos constatou que 1/4 dos americanos (25,0%) já estão esgotados antes dos 30 anos. No Reino Unido, um estudo que acompanhou trabalhadores por 18 meses após a pandemia de Covid-19 identificou níveis de burnout de 80,0% entre membros da atual Geração Z, segundo artigo pela Universidade de Guelph-Humber (Canadá)”. 

“Se você se sente cansado, desmotivado, irritado e apresenta dores musculares, isso pode se dever ao “burnout”. Aproximadamente, 6 em cada 100 trabalhadores sofrem de síndrome de burnout, o mesmo que esgotamento profissional”. “No entanto, a prevalência varia de acordo com o setor, chegando até 66,6% em determinadas profissões. Esta síndrome é considerada um problema de saúde grave. Além disso, ele afeta a qualidade do trabalho, algo de extrema importância quando falamos de médicos e médicas, professores e professoras, entre outros”. 

Já a novíssima Síndrome “brain hot” ou mesmo “brain rot” (“podridão cerebral” ou “deterioração cerebral”) desde 2024 (segundo estudos da UFRJ) é um termo que descreve o declínio cognitivo e emocional causado pelo consumo excessivo de conteúdos superficiais, principalmente nas redes sociais, ou seja, de baixas qualidades. Na “brain hot” a maior parte de tais conteúdos digitais são de “Fake News” ou ‘desnecessários” ou “vazios” ou “fofocas “de jovens ou “alonga papos’ etc. 

Assim, o termo também descreve o declínio das capacidades mentais e intelectuais causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais rápidos, superficiais e pouco desafiadores, como vídeos curtos e feeds infinitos. Ele foi originalmente cunhado por Henry David Thoreau em 1854 para criticar a superficialidade cultural, mas ganhou nova relevância na era digital, especialmente entre as Gerações Z e Alpha. Vide mais detalhes em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/brain-rot.htm .

“Hoje, o termo simboliza os impactos negativos da hiperconexão, como dificuldade de concentração, perda de criatividade e sintomas emocionais como ansiedade e depressão. Popularizado como uma gíria irônica nas redes sociais, “brain rot” também reflete uma preocupação séria com os efeitos do uso excessivo de tecnologias digitais, sendo eleito a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford. 

O Sedentarismo e a privação do sono são fatores que contribuem para o “brain rot”, afetando a saúde mental. Além disso, ambientes com baixa segurança psicológica e isolamento social podem agravar o problema, pois o estresse e a falta de interações significativas impactam negativamente o bem-estar mental. Esses hábitos pouco saudáveis criam um cenário propício para a deterioração cognitiva e emocional associada ao “brain rot”. 

A dificuldade de concentração e o déficit de atenção são dois efeitos do “brain rot” que atrapalham o aprendizado. No âmbito emocional, o “brain rot” pode se manifestar por meio de ansiedade, irritabilidade e até mesmo depressão, frequentemente associadas à sobrecarga de estímulos digitais e à comparação constante nas redes sociais. O hábito de zapear (“hypar”) pelas redes resulta na desnaturalização da vida real. Por exemplo: é normal ter rugas. Mas as redes sociais mostram pessoas com suas peles lisas, por causa de procedimentos estéticos, e então isso gera a percepção de que ter rugas não é normal. Há também relatos de fadiga mental persistente, mesmo após períodos de descanso, além de dificuldades em lidar com imprevistos ou situações que exigem resiliência emocional. Esses sintomas podem impactar negativamente a produtividade, o bem-estar geral e as interações sociais, tanto no ambiente profissional quanto na vida pessoal. 

Entre 2023 e 2024, o uso do termo disparou 230%, refletindo preocupações crescentes com os impactos da hiperconexão e da cultura das redes sociais. Hoje, “brain rot” é amplamente reconhecido como um símbolo dos desafios cognitivos e emocionais impostos pela vida digital moderna, sendo eleito pelo Dicionário Oxford como a palavra do ano em 2024 devido à sua relevância cultural e social. 

A exposição constante a estímulos rápidos, como “vídeos curtos” e “feeds infinitos”, promove uma busca incessante por gratificação instantânea, prejudicando a capacidade de engajamento em atividades mais profundas e intelectualmente desafiadoras. Além disso, práticas como “doom scrolling” (rolagem contínua de notícias negativas) intensificam o impacto emocional, gerando sentimentos de insatisfação e desconexão com o mundo real. 

Assim, os principais sintomas e sinais de “brain rot” são: 1) Passar horas em frente às telas; 2) Apatia; 3) Dificuldade de concentração; 4) Diminuição da função cognitiva; 5) Irritabilidade e impaciência; 6) Exaustão ou cansaço mental; 7) Redução da motivação e produtividade. 

Outros sintomas que também podem surgir incluem redução da capacidade de socialização, dificuldade para tomar decisões, insônia, ansiedade e depressão. O uso compulsivo de conteúdos digitais também pode provocar um padrão similar ao vício, quando o engajamento se torna excessivo, podendo ser cada vez mais difícil parar de usar essas plataformas. 

Algumas medidas que ajudam a combater e evitar o “brain hot” envolvem estratégias ajudam a estimular conversas e interações mais enriquecedoras, pois estas atividades ajudam a aumentar a curiosidade e a criatividade, ajudando a diminuir o interesse pelas telas. As principais são: 

1) “Dar o exemplo positivo” – “Dar o exemplo positivo para as crianças, onde pais ou responsáveis podem estabelecer seus próprios limites para o tempo de tela e se envolver em atividades fora das telas, ajuda a combater e evitar o brain hot”

2) “Limitar o tempo nas redes sociais” – “Uma boa forma de combater evitar o “brain hot” é limitar o tempo nas redes sociais, que pode ser feito através de pausas regulares ou com rastreadores de tempo de tela ou aplicativos que ajudam a monitorar o uso, por exemplo”. 

3) “Estabelecer momentos sem tecnologia – “Uma ótima forma de combater ou evitar o brain hot é estabelecer momentos ou lugares sem tecnologia, como nas horas das refeições ou um pouco antes de dormir, por exemplo”; 

4) ‘Fazer atividades “off line” - “Para combater e evitar o “brain hot”, é fundamental também fazer atividades "off line", como ler livros e praticar atividades físicas, yoga e meditação, por exemplo”; 

5) “Além disso, incentivar crianças e jovens a se envolver em hobbies e atividades como caminhar na natureza, praticar um esporte ou aprender a tocar um instrumento musical, por exemplo.

Vide mais dados em|: https://www.tuasaude.com/brain-rot/

Assim, algo de controle/proibição dos acessos aos não-autorizados aos celulares mais a WEB, Redes Sociais, “Fake News”, joguinhos etc. precisa ser feito RAPIDAMENTE no Mundo todo, em especial no Brasil (já detemos a 5ª maior posse de celulares do Mundo, pois aqui já são 258 milhões de “smartphones” em usos - incentivando fabricantes a investirem ainda mais no mercado nacional - ou seja, já temos mais celulares operantes do que habitante totais). 

Pelo lado bom comportamental atual da Geração Z, a maior dúvida dos Consultores e Mentores (a maioria tradicionalistas e já bem remunerados/enganadores - de “Power Point” e de “Chat GPT” ou de “Gemini” ao punho -; extremamente medrosos e que odeiam mudanças mínimas, ou pior, quando profundas (como estas pelas gerações Z e millenials) e que podem ser até despreparados para tanto - é se a Geração Z veio para o bem ou para o mal das empresas atuais e futuras? Na verdade, muitos deles têm mesmo é medo de perder suas boquinhas enganadoras empresariais antigas. “Há no mercado um mito de que jovens da geração Z "não querem saber de trabalhar", mas trata-se de um preconceito arraigado nas mentes corporativas e saudosistas de épocas em que coisas como abuso moral eram toleradas”. "Ah, eles não aguentam pegar no pesado". "Ai, Deus me livre de trabalhar com essa gente Nutella". Vide mais detalhes em: https://www.opovo.com.br/noticias/mundo/2025/12/17/coluna-o-que-a-geracao-z-pode-nos-ensinar-sobre-trabalho.html

Então, ainda pelo lado bom, fato é que mesmo com algumas Empresas já muito aceitando, contratando, incentivando e treinando a Geração Z no Brasil, há um preconceito antigo arraigado, principalmente, junto aos atuais chamados Consultores e Mentores empresariais de renome (que, obviamente, não querem perder suas boquinhas enganadoras de Power-Point nem de Chat GPT, Watts-App) mais de alguns empresários antigos (até retrógrados) e não de inovadores e sem preconceitos, como das Lojas Havan, Magazine Luiza, IFood, Boticário, Natura etc. Também, os muitos entes dos Governos nas duas 3 muito praticam/divulgam – na cara dura - muitas “Fake News” diárias, sobretudo como muitas desculpas esfarrapadas/decoradas/não solucionadoras, quando das muitas inações e dos muitos erros diários cometidos e até repetidos. Também, todos os Governos, ao mesmo tempo que muito pregam, muito divulgam, até diariamente, muitas “propagandas enganosas” e, claramente, com fins enganadores/protetores e políticos.

FIM 

Por Professor e Consultor Socioambiental e Empresarial: Climaco Cézar de Souza em 17 de dezembro de 2025 (vide https://www.linkedin.com/in/climaco-cezar-7994a9a36/?originalSubdomain=br) , já com 1,2 milhão de “page views” de seus quase 300 artigos estratégicos em português e em inglês. 

Grato pela leitura e até o próximo, lembrando que já são 04 os meus romances de autoajudas/motivacionais disponíveis para pedidos pelos links abaixo, todos curtos e ainda somente digitais, sendo 03 em português e 01 em inglês. 

Vide resumo curto e seus links para pedidos:

  1. “Pedacinho de Mim” – “meu anjo” em português e que conta a estória de um casal problemático e que estava se separando; mais das mudanças e alegrias que ocorreram em suas vidas com a gestação - até indesejada por um deles -, nascimento, criação e educação da criança; e que mudou tudo para melhor na vida do casal, unido até hoje – Link: https://a.co/d/3Sochvd;

2) “Pedacinho de mim” – “meu anjo” em inglês com o mesmo resumo acima e como: “A lovely little piece of Me – my angel” – Link: https://a.co/d/gWYy4rK

3) “Procurando por Mim” Pai biológico Amado, mas Ausente": Os muitos Dilemas contra Doações e Recepções de Sêmen” – Este livro em português conta a saga de uma filha mais de sua nova amiga italiana solteira e mentora, residentes nos EUA, e que fora concebida pela doação consentida de sêmen e sem contato físico (autorizada pelo pai adotivo, infértil e não-biológico americano), tudo de forma sigilosa e consentida pelo seu bom pai no Brasil (um ex-namorado de sua mãe, que migrara para os EUA há muitos anos e que lá falecera, recente). Após anos, as duas entram em contato com o pai biológico e vêm ao Brasil (interior de Minas Gerais) para conhecerem e se deliciarem com seu pai, agora já separado e quase infeliz – Link: https://a.co/d/9AtImrT ;

4) “Meus PETs, Minha Paz; nossas Lutas”. Ele conta a grande mudança de paradigmas - mais dos bons exemplos sobre como educar filhos para o bem e o sucesso profissional/moral e quase que sem internete - por uma família rural (com 03 filhos adolescentes). Tudo ocorre APÓS adotarem 02 cãezinhos abandonados e que passam a serem os guardiões emocionais – quase que espirituais - de tal família. Com o tempo, e com a união familiar proporcionada pelos cães, os filhos se tornam exemplos de mudança e de vida familiar para os vizinhos e para toda a cidadezinha, que promovem a adoção maciça de PETs e com grande interação e renovação social, familiar e religiosa na região. Link:  https://a.co/d/ioPy6Or

Também, escrevi recente dois livros de gestão empresarial moderna RECENTE e também disponíveis para pedidos, a saber: 

1) “Geração Z nas empresas: Problemas ou Soluções” – Link: https://a.co/d/dfp4uxx

2) “Futuro dos E-Commerce - Ameaças OU Oportunidades”?  - Link: https://a.co/d/1UuG2hp

GRATO PELA DIVULGAÇÃO.

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