Análise de Mercado
Arquivo · página 134
Arquivo · página 134
MilhoAgrolink · As cotações do milho continuam apresentando uma trajetória ascendente em grande parte das regiões monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Essa tendência de alta tem sido impulsionada por diversos fatores, incluindo o aumento dos preços do milho nos portos e o excelente desempenho das exportações brasileiras da safra atual.
SojaAgrolink · Com a entrada da safra 2023/24 nos Estados Unidos e a consequente desvalorização externa, os preços da soja no Brasil estão enfrentando um período de enfraquecimento. Esta tendência é notável nos mercados agrícolas brasileiros nas últimas semanas. No entanto, é importante destacar que a firme demanda internacional pela oleaginosa brasileira tem sido um fator crucial na contenção da queda dos preços domésticos. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), as exportações de soja do Brasil têm sido excepcionais neste ano, atingindo níveis recordes.
MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul não teve nada de novo nessa última semana, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nada de novo no que diz respeito à comercialização hoje no estado, onde compradores apontados estavam abastecidos até pelo menos a primeira quinzena de outubro. As cotações se mantêm ao longo da semana, em que hoje as indicações das indústrias foram de R$ 58,00 CIF Fábricas, na grande maioria de locais, e contra ofertas que começam a R$ 61,00 interior”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho encerrou a sexta-feira com leves quedas na Bolsa de Valores, mas sobe na evolução semanal, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As expectativas de uma exportação crescente e as altas de cerca de 8% no dólar auxiliaram nas altas demonstradas ao longo da semana na Bolsa de Valores, onde não se via uma variação positiva semanal desde meados de abril”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, as novas altas para o mercado do milho vão depender da demanda do cereal. “A possibilidade de novas altas depende, em primeiro lugar, da continuação da demanda e, em segundo, da confirmação das estimativas de redução da safra brasileira (a primeira safra, mais voltada para o consumo interno deverá ser menor, segundo consultorias privadas, mas o importante será a segunda safra, mais voltada para a exportação)”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul os preços marcam manutenção geral, com negócios muito lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Cenário segue sem mudanças de expectativa diante de um dia completamente parado em termos de variação de preços”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado de soja do estado do Rio Grande do Sul a semana seguiu da mesma forma, sem expressão e com mínimas variações de preços, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana acaba e mercado seguiu, e seguirá sonolento, com produtor vendendo apenas o necessário para o dia-a-dia. Compradores seguem com suas demandas no outubro, e em novembro haverá uma queda brusca nos embarques”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou o dia e a semana em baixa com avanço da colheita nos Estados Unidos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -1,15 %, ou $ -14,75 cents/bushel a $ 1266,00”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, as posições dos fundos apostam na queda da soja. “Os dados da CFTC confirmaram que os Fundos fecharam 13.228 posições compradas e abriram 11.829 novas posições vendidas em futuros e opções de soja durante a semana encerrada em 3 de outubro. Isso reduziu as posições compradas líquidas do grupo para apenas 5.001 contratos”, comenta.
TrigoAgrolink · E as cotações do trigo, em Chicago, continuaram recuando nesta semana, tendo atingido a US$ 5,41/bushel no dia 29/09, a mais baixa cotação dos últimos três anos, pois valor menor do que este se deu apenas em 15/09/2020. Posteriormente o mercado reagiu um pouco, tendo fechado a quinta-feira (05), para o primeiro mês cotado, em US$ 5,78/bushel, ou seja, exatamente no valor de uma semana antes.
MilhoAgrolink · As cotações do milho se mantiveram estáveis em Chicago durante grande parte da corrente semana, somente subindo na quinta-feira (05). Neste dia, o fechamento ficou em US$ 4,97/bushel, contra US$ 4,88 uma semana antes. A média de setembro fechou em US$ 4,73/bushel, ou seja, 0,4% abaixo da média de agosto. Um ano antes, a média do bushel de milho estava em US$ 6,81. Ou seja, o recuo é de mais de dois dólares por bushel, em 12 meses, nas cotações do milho.
MilhoAgrolink · Na semana passada, as vendas de feijão nas fontes ficaram abaixo da média, segundo informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe). No entanto, ainda assim, houve uma quantidade considerável de comercialização de Feijões-carioca de qualidade nota 8, a preços baseados em Goiás. Alguns compradores, empacotadores e especuladores tentaram adquirir quantidades maiores por valores inferiores na base de Minas Gerais, referentes ao feijão-carioca de nota 9, que apresentava boa umidade e uma peneira de tamanho específico.
MilhoAgrolink · No mercado de milho para exportação, o nível de prêmios está menor do que em agosto e setembro, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram em $ 83 para os embarques de outubro, caíram $ 5 cents/bushel para $ 75 em novembro e permaneceram a $ 75 em dezembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, que segue em ritmo lento, as chuvas podem atrasar ainda mais o plantio, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “De acordo com informações da Emater/RS, 62% do milho previsto para a safra gaúcha já está plantado, onde no mesmo período do ano passado o índice era de 63%. O relatório do órgão observa que a semana manteve o tempo firme, e que com a umidade presente no solo, foi possível o avanço que se apresentou”, comenta.
MilhoAgrolink · Com alta do dólar, exportações crescentes e bolsa internacional, o milho subiu nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Por mais um dia, os contratos de milho fecharam com oscilações positivas na Bolsa de Valores no Brasil. A alta, desta vez, veio sustentada pelo dólar e pelo cenário de exportação, já que este contribui ao que temos comentado aqui, ou seja, maiores volumes para exportação principalmente neste fechamento de ano”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul os preços marcam manutenção geral, com negócios muito lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Cenário segue sem mudanças de expectativa mesmo diante de um dia completamente parado em termos de variação de preços”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul a semana segue da mesma forma, sem expressão e com mínimas variações de preço, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado seguiu, e seguirá sonolento com produtor vendendo apenas o necessário para o dia-a-dia. Compradores seguem com suas demandas no outubro, e em novembro haverá uma queda brusca nos embarques”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com bons dados de vendas externas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,61 %, ou $ 7,75 cents/bushel a $ 1280,75”, comenta.
MilhoAgrolink · A área semeada de milho avançou para 62% da projeção de cultivo. As lavouras encontram-se nas fases de germinação e de desenvolvimento vegetativo. O período com menor incidência de chuvas e maior número de dias ensolarados favoreceu o desenvolvimento vegetativo.
TrigoAgrolink · Com a diminuição das precipitações e a continuidade de alguns dias ensolarados, houve aumento da área de trigo colhida no Rio Grande do Sul, que alcançou 3% da área cultivada. De acordo com dados do Informativo Conjuntural, da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), a cultura está progredindo rapidamente em direção aos estágios de enchimento de grãos e maturação, que representam respectivamente 58% e 23% do desenvolvimento.

