Análise de Mercado
Arquivo · página 150
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AvesCepea/Esalq · As vendas de ovos comerciais, que ficaram abaixo das expectativas na primeira quinzena de agosto, diminuíram ainda mais nesta segunda metade do mês, enfraquecendo também as cotações da proteína na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea.
MilhoAgrolink · Após os ataques dos drones ucranianos, poderá haver alguma reação inesperada por parte da Rússia. Diante disso, qualquer movimentação nova, poderá trazer mais volatilidade para Chicago.
MilhoAgrolink · O mercado do milho permanece inerte do estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Praticamente não se viram lotes no mercado no dia de hoje. Indicações mantidas a R$ 61,00 CIF Fábricas. Contra ofertas que começam a R$ 61,00 interior”, comenta.
MilhoAgrolink · Ainda que a colheita de milho venha apresentando bom ritmo nas principais regiões produtoras de segunda safra, o movimento de queda das cotações do cereal perdeu força na semana passada.
MilhoAgrolink · Com o dólar e a Bolsa de Chicago em alta, o milho ganhou força na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) nesta sexta-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os vencimentos de milho fecharam a semana em campo positivo, com vistas a uma alta do dólar e movimentos positivos na Bolsa de Chicago. Em relação à moeda, foram vistos ganhos de até R$ 5,001 por volta das 9h30 da manhã, para após isto fechar em campo positivo na comparação semanal, a R$ 4,9670 em uma variação de 1,29%”, comenta.
MilhoAgrolink · Informações divulgadas pela TF Agroeconômica indicam que o milho brasileiro é, atualmente, impactado por mais fatores de alta do que de baixa. Dentre os fatores, um deles é o clima. “Preocupações com a previsão de tempo quente e seco no Meio-Oeste dos EUA também dão suporte aos preços. A pergunta é: as lavouras podem ficar piores do que já estão?”, diz a consultoria.
SojaAgrolink · Os preços da soja subiram no Brasil ao longo da semana passada. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, o movimento de alta esteve atrelado à valorização do dólar frente ao Real, às expectativas de maior demanda externa pela soja do Brasil e à retração de grande parte dos sojicultores nacionais.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve altas de R$ 1,50/saca vistas por todas as regiões, com negócios lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de Mato Grosso do Sul altas gerais foram vistas durante o pregão, isso, no entanto, não gerou efeitos expressivos nos negócios que continuam saindo em quantidades mínimas pelo Estado, estima-se que cerca de 50.000 toneladas foram negociadas essa semana”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, os preços seguem parados, assim como os negócios, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado bastante estável, na faixa de US$ 13,30 para o contrato novembro (driver para o mercado atual). A sustentação dos preços se dá pela taxa de câmbio, e não por Chicago. Compradores seguem com suas demandas focadas no setembro (segunda quinzena), alguns já no outubro e até no novembro”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com bom volume de compras da China para a nova safra, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 1,95 % ou $ 26,00 cents/bushel a $ 1362,75. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,75 %, ou $ 23,25 cents/bushel a $ 1353,25”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroecoômica, existem alguns fatores de alta e de baixa importantes que influenciam nos preços e um dos que elevam é o clima. “Perspectiva de clima mais quente e seco na próxima semana em algumas áreas do Meio-Oeste dos EUA”, comenta.
AveiaAgrolink · A semeadura de trigo foi encerrada. Conforme dados divulgados no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, de modo geral, as lavouras se desenvolvem dentro da normalidade, estando 84% em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo, 14% em floração, e 2% em enchimento de grãos. Na região de Frederico Westphalen, onde estima-se o cultivo de aproximadamente 164 mil hectares, o retorno de chuvas mais significativas nos últimos dias acelerou o crescimento e o processo de floração, que chega a 25% das lavouras.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, recuaram a ponto de romper o piso dos US$ 6,00/bushel no dia 15/09, quando o primeiro mês passou a ser setembro. Com isso, o fechamento desta quinta-feira (17) ficou em US$ 5,89/bushel, contra US$ 6,37 uma semana antes. Este valor atual é o mais baixo desde o final de maio passado.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, recuaram um pouco nesta semana. Assim como no caso da soja, o relatório do USDA, do dia 11/08, embora tenha sido de viés altista para os preços do cereal, não conseguiu sustentar a tendência diante de outros elementos baixistas, como o caso da melhoria da qualidade das lavouras estadunidenses.
SojaAgrolink · Apesar do relatório de oferta e demanda, do USDA, anunciado no último dia 11/08, ter vindo com viés altista, os números divulgados estavam relativamente assimilados pelo mercado. Ao mesmo tempo, e temperando a possibilidade de altas nas cotações, o relatório sobre a qualidade das lavouras nos EUA, divulgado no dia 14/08, veio baixista. Com isso, a cotação da soja, para o primeiro mês cotado, acabou recuando em relação a semana anterior (considerando que o primeiro mês passou a ser setembro). O fechamento deste dia 17/08 ficou em US$ 13,36/bushel, contra US$ 13,52 para setembro e US$ 14,12/bushel, para agosto, indicados uma semana antes. Destacar que, enquanto o óleo de soja se mantém firme em Chicago, tendo fechado a quinta- feira (17) em 67,76 centavos de dólar por libra-peso, o farelo despencou, voltando a fechar abaixo dos US$ 400,00/tonelada curta, a mais baixa desde meados de junho.
MilhoAgrolink · No Rio Grande do Sul as exportações de milho bateram recorde, mas o mercado permanece inerte, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Bons números vêm envolvendo a exportação no agronegócio do Rio Grande do Sul. Segundo dados, 71,3% das exportações são oriundas do setor, onde o complexo soja foi líder dentro dos produtos, com R$ 10,7 bilhões neste primeiro semestre”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou a quinta-feira com leves ganhos, em linha com Bolsa de Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os vencimentos de milho apresentaram alta na data de hoje na Bolsa de Valores, novamente em um avanço tímido de até +0,98 no contrato setembro/23”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com bom volume de compras da China para a nova safra, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 0,15 % ou $ 2,00 cents/bushel a $ 1336,75. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,47 %, ou $ 6,50 cents/bushel a $ 1330,00”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul tem preços parados assim como os negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de Mato Grosso do Sul também não tivemos mudanças com qualquer significado, os negócios pararam após as vendas de 10.000 toneladas até terça-feira e agora seguem tanto com os preços quanto com as saídas congeladas”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, os preços seguem parados, assim como os negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado bastante estável, na faixa de US$ 13,30 para o contrato novembro (driver para o mercado atual). A sustentação dos preços se dá pela taxa de câmbio, e não por Chicago. Compradores seguem com suas demandas focadas no setembro (segunda quinzena), alguns já no outubro e até no novembro”, comenta.

