Análise de Mercado
Arquivo · página 166
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SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul registrou uma baixa de R$ 1,00/saca, com mais de 50.000 toneladas negociadas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado marca ótimo escoamento novamente, mesmo diante de um dia de fragilidade, a maior parte desse escoamento foi efetuado durante os melhores preços do pregão do dia, aproveitando-se da parte positiva da volatilidade, ainda assim, não foram vistos valores muito melhores do que os presentes”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul não mexeu nos preços, enquanto os negócios seguem saindo em ritmo mais lento, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de soja praticamente repetiu a segunda-feira, ou seja, novamente, com muita volatilidade em preços e prêmios. Comprador está olhando da metade julho em diante, com foco maior já no agosto, e começa a mirar também o setembro”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Os preços domésticos do algodão em pluma recuaram 12,5% em junho, voltando aos patamares observados em meados de outubro/20. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio das menores cotações observadas para a pluma posta na Ásia e também da desvalorização do dólar, que reduziram a paridade de exportação.
CaféCepea/Esalq · Os valores internos do café arábica recuaram com força em junho. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 825,59/saca de 60 kg no dia 30, expressiva baixa de 16,7% (ou de 165,46 Reais/sc) no acumulado do mês. De acordo com pesquisadores do Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da variedade no Brasil, das boas expectativas de produção na safra 2023/24 e das condições climáticas bastante favoráveis aos trabalhos nos cafezais.
ArrozAgrolink · Os preços do arroz em casca reagiram na última semana de junho, encerrando o mês na casa dos R$ 82,00/sc de 50 kg. Segundo levantamento do Cepea, este cenário esteve atrelado à tímida apreciação do dólar frente ao Real, que elevou o interesse do vendedor em negociar o arroz com o mercado externo. Assim, nos últimos dias do mês, algumas tradings estiveram mais ativas, buscando lotes de arroz para atender aos contratos de exportação.
MilhoAgrolink · Neste ano de 2023, o Brasil pode superar os Estados Unidos e se tornar o maior exportador de milho do mundo, de acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Nesse contexto, o País pode vender um total de 50 milhões de toneladas, contra uma estimativa de 48,897 milhões de toneladas do país norte-americano.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho para exportação, os prêmios recuaram na segunda-feira e permaneceram nesta terça-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram em $-50 para julho23; mantiveram em $50 para agosto; mantiveram em $ 40 setembro, mantiveram em $ 38 para outubro e caíram $ -2 cents para $ 45 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, de acordo com a TF Agroeconômica, o milho roda devagar entre granjas e produtores locais. “Não houve relatos de negócios no mercado de milho hoje no Rio Grande do Sul, à medida que compradores apresentam pequenos movimentos, abastecendo somente à base da necessidade”, comenta.
MilhoAgrolink · O fechou em alta de 1,47% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com tomada de lucros aproveitando a ausência da Bolsa de Chicago (CBOT), devido ao feriado norte-americano de 4 de julho. “Os investidores do mercado futuro de milho na B3 aproveitaram a ausência da CBOT para realizarem lucros, depois das cinco quedas consecutivas, que totalizaram 7,59%, uma bela razão para apurar lucros”, comenta.
FeijãoAgrolink · Novas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), há bons indícios que a terceira safra pode ser menor do que o esperado anteriormente. “Muito da confusão que se instala no mercado com respeito a preços se deve a fatores como: parte do mercado ainda olha para São Paulo para saber o preço do Feijão todas as manhãs, estimativas sempre super otimistas por parte da CONAB, que raramente se concretizam, e o efeito manada como consequência dos dois primeiros. O dano causado ao setor vai do produtor ao consumidor”, indica o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses.
MilhoAgrolink · No mercado de milho brasileiro para exportação, os prêmios se encontram estáveis após a grande elevação dos prêmios de sexta-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram em $-50 para julho23; mantiveram em $50 para agosto; mantiveram em $ 40 setembro, mantiveram em $ 38 para outubro e caíram $ -2 cents para $ 45 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul Mercado manteve as altas de R$ 1/saca na origem e R$ 2/saca nos destinos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, no diferido, continua de lado. Mas, devido a lentidão da colheita no Centro Oeste, olhando alguma oferta pontual local para dar mais conforto”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho recuou novamente na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, mais 0,68%, na contramão de Chicago e do dólar, que fecharam em alta, de acordo com informações da Tf Agroeconômica. “O mercado futuro de milho na B3 começou a semana em queda de 0,68% para o primeiro mês cotado, na contramão do dólar e de Chicago, que fecharam em alta. O mercado prestou mais atenção à grande oferta que está sendo colocada à sua disposição neste momento, do que aos dados exteriores”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta ainda reagindo aos dados sobre estoque e área cultivada nos Estados Unidos, divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), segundo a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em alta de 0,31% ou $ 4,75 cents/bushel a $ 1562,00. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,78 %, ou $ 10,50 cents/bushel a $ 1353,75”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul registrou altas de R$ 1,00/saca, com mercado parado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado parou após o último escoamento de sexta-feira, mesmo com volatilidade considerável para o dia de hoje”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul os preços se valorizam em até R$ 7,00/saca, mas os negócios seguem lentos para o período, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de soja começa semana, novamente, com muita volatilidade em preços e prêmios. Comprador está olhando julho em diante, com foco maior já no agosto, e começa a mirar também o setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul manteve as altas de R$ 1/saca na origem e R$ 2/saca nos destinos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, no diferido, continua de lado. Mas, devido a lentidão da colheita no Centro Oeste, olhando alguma oferta pontual local para dar mais conforto”, comenta.
Agrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho recuou novamente, mais 2,17% na esteira das quedas do dólar e de Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado futuro do milho na B3 seguiu a forte queda em Chicago (-4,56%) e do dólar (-1,19%), que tiraram toda a competitividade do milho brasileiro no exterior, deixando as indústrias locais mais confortáveis”, comenta.
MilhoAgrolink · A área a ser plantada de milho nos Estados Unidos é a terceira maior desde 1944, mas a seca poderá reduzir a produção e elevar os preços, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A área a ser plantada com milho na safra 22/23 será a terceira maior nos EUA desde 1944, bem acima do que o mercado esperava e isso pressionou fortemente as cotações nesta sexta-feira, arrastando, inclusive as do trigo junto”, comenta.
MilhoAgrolink · Após registrar duas semanas de alta, os preços internos e externos do milho voltaram a cair. Em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea, como Mogiana (SP), Norte do Paraná e Dourados (MS), os valores médios de junho já são os menores do ano. No caso do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP), a atual média mensal é a menor, em termos reais (deflacionados pelo IGP-DI de maio/23), desde maio de 2019.

