Análise de Mercado
Arquivo · página 171
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SojaAgrolink · Com os mercados fechados nos Estados Unidos, não tivemos negócios reportados para a soja também no Brasil, mas isso não significa que as notícias não ocorreram. De acordo com a TF Agroeconômica, o principal destaque foi a China ter aumentado as suas importações da oleaginosa.
SojaAgrolink · Apesar da alta expressiva de Chicago, a soja brasileira teve uma semana de leves desvalorizações, pressionada pela queda do dólar e o grande volume de vendas. Segundo o especialista, Ruan Sene, nesta segunda-feira (19.06), não haverá sessão de negociação em Chicago devido ao feriado de "Juneteenth" nos Estados Unidos. Consequentemente, o mercado brasileiro ficará sem uma referência para as operações locais.
MilhoAgrolink · Os preços do milho reagiram na semana passada no Brasil, interrompendo, portanto, o movimento de queda que vinha sendo registrado desde março. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso veio das valorizações externas do cereal, que, por sua vez, subiram por conta de preocupações com o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue inalterado e a exportação subiu R$2/saca no porto, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue de lado. Compradores bem-estocados até a entrada efetiva de milho da segunda safra do Centro- Oeste, portanto, sem estarem pressionados a comprar. Não houve indicações no porto nesta sexta-feira", comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em nova alta, forte, de mais 4,46% diante da boa movimentação do mercado físico no dia, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A boa movimentação interna, iniciada quarta-feira e que continuou nesta sexta-feira, impulsionou novamente as cotações do milho no mercado futuro da B3, que subiram fortemente mais 4,46% para o primeiro mês cotado”, comenta.
SojaAgrolink · O baixo volume de chuva no Meio-Oeste dos Estados Unidos desde o começo deste mês preocupa agentes do setor de soja, tendo em vista que esse cenário pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras. Pesquisadores afirmam que, a semeadura foi praticamente finalizada naquele país, e o percentual de lavouras em condições boas e excelentes vem diminuindo semana após semana.
MilhoAgrolink · Informações divulgadas pela TF Agroeocnômica dão conta de que é melhor aproveitar as altas atuais do milho e garantir as vendas. “As altas em Chicago são reais, mas são frágeis, assim como as de soja e trigo. Os estoques mundiais dos três produtos foram largamente aumentados e, agora, resta saber qual o real tamanho do prejuízo da safra americana de milho e como isto impactará na disponibilidade mundial, para se determinar se elas continuarão ou não”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou a semana em forte alta com aumento da seca nos Estados Unidos, de acordo com a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em alta de 2,68% ou $ 38,25 cents/bushel a $ 1466,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 3,87%, ou $ 50,00 cents/bushel a $ 1342,45”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul, a semana fechou com valorizações gerais de R$ 3,00/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após os bons negócios ocorridos ontem, mercado teve uma pausa nos níveis de escoamento, mas isso não parou os preços de evoluírem”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul os preços seguem aumentando, mas produtor segue segurando os negócios, de acordo com a TF agroeconômica. “Clima seco e quente no meio oeste norte-americano garantiu altas expressivas na CBOT, porém prêmios menores e Real mais forte frente ao dólar, tiraram muito da força das altas. Comprador está totalmente fora do junho, e com programas de julho e agosto já bem avançados, começando a mirar também em setembro”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, no mercado da soja, a posição de JULHO, em Chicago, permitiria pagar, para agricultores que estão a uma distância de até 600km do porto, como os de Oeste do PR e das Missões no RS, algo ao redor de R$ 147,50 no mercado spot. Isso significa, segundo a consultoria, que as tradings acham que o preço vai cair.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul está inalterado, mas a exportação subiu R$2/saca no porto, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeoconômica. “Mercado de milho local, segue de lado. Compradores bem-posicionados e alongados até a entrada efetiva de milho da segunda safra do Centro- Oeste, portanto, sem estarem pressionados a comprar”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em nova alta, forte, de 2,32% diante da boa movimentação do mercado físico no dia, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A boa movimentação interna, iniciada ontem e que continuou nesta quinta-feira, impulsionou novamente as cotações do milho no mercado futuro da B3, que subiram fortemente 2,32% para o primeiro mês cotado”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em forte alta com aumento da seca nos Estados Unidos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em alta de 2,88% ou $ 40,00 cents/bushel a $ 1428,25. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 4,21%, ou $ 52,25 cents/bushel a $ 1292,25”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve um dia de bons negócios e valorizações gerais de R$ 4,00/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado finalmente responde com intensidade às altas de preço internacional, com movimentos tanto de valorização quanto de negócios. Estima-se que mais de 30.000 toneladas foram negociadas hoje”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul os preços voltaram a marcar altas de até R$ 2,00/saca e os negócios seguem saindo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Clima seco e quente no meio oeste americano garantiu altas expressivas na CBOT, porém prêmios menores e Real mais forte frente ao dólar, tiraram muito da força das altas”, comenta.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, subiram bem nesta semana, na esteira de preocupações com o clima mais seco nos EUA. Últimos relatórios, divulgados no dia 15/06, deram conta de que 51% das lavouras de soja daquele país estavam sob condição de seca. Com isso, o bushel da oleaginosa, para o primeiro mês cotado, voltou a romper o teto dos US$ 14,00, fechando a quinta-feira (15) em US$ 14,28, contra US$ 13,63 uma semana antes. Ajudou para isso a forte elevação nos preços do óleo de soja em Chicago, os quais atingiram a 58,43 centavos de dólar por libra-peso no dia 15/06, valor mais elevado desde o dia 08/03 passado.
ArrozInfoarroz · Em maio, os preços mundiais do arroz subiram novamente em uma média de 3,6%. Os compradores asiáticos estão voltando ao mercado, especialmente a Indonésia, que esteve praticamente ausente do mercado de importação nos últimos quatro anos. Os maiores aumentos foram registrados no Paquistão e na Índia. Na Índia, os preços atingirem os níveis mais altos da última década, mas continuam competitivos em relação aos seus principais concorrentes asiáticos. O provável retorno do fenômeno climático El Niño, com a expectativa de um episódio particularmente severo em 2023, aumenta a apreensão sobre a produção de arroz, o que deve pressionar ainda mais os preços mundiais nos próximos meses e durante o primeiro semestre de 2024.
SojaAgrolink · Os contratos futuros de soja e grãos subiram nas negociações durante a noite em meio ao tempo seco em partes dos EUA que podem afetar as safras recém-surgidas. Pouca ou nenhuma chuva caiu em uma grande parte do Cinturão do Milho que se estende do oeste de Minnesota ao sul em grande parte de Iowa, sul de Wisconsin e norte de Illinois na semana passada, de acordo com dados da página de precipitação do Serviço Nacional de Meteorologia.
MilhoAgrolink · O mercado brasileiro de milho para exportação teve boa movimentação, apesar das quedas na Bolsa de Chicago, dólar e prêmios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios permaneceram em $ 10 cents/bushel para julho23; recuou $4 cents para $19 para agosto; para $19 para setembro; recuaram $ 6 cents para $ 21 para outubro e permaneceram em $ 27 cents para novembro”, comenta.

