Análise de Mercado
Arquivo · página 197
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MilhoAgrolink · Os preços médios do milho seguem em queda, operando nos menores patamares do ano em muitas praças acompanhadas pelo Cepea. Este cenário de baixa se deve à elevada produção da safra verão, ao clima favorável ao desenvolvimento da segunda temporada e, principalmente, à redução da demanda interna.
SojaAgrolink · As commodities caíram durante a noite, com os mercados de ações na Europa e nos Estados Unidos subindo. A ameaça de escalada nuclear por parte da Rússia no fim de semana é vista como otimista para os mercados de commodities. Os contratos futuros de milho para maio caíram nas negociações da noite para o dia, com a última negociação mostrando uma queda de 3 centavos de dólar no milho, a US$ 6,39.
SojaAgrolink · Os preços da soja em grão seguem em queda no mercado brasileiro. A pressão veio da oferta acima da demanda. O ritmo das vendas de soja esteve reduzido nos últimos meses, e, agora, produtores têm necessidade de fazer caixa e/ou de liberar espaços nos armazéns, elevando a disponibilidade no spot nacional.
Cana-de-açúcarUDOP - Bieoenergia · Os contratos futuros do açúcar fecharam mistos nas bolsas internacionais na última sexta-feira (24) no comparativo com o dia anterior. Em Nova York, na ICE futures, a commodity fechou no vermelho em todos os lotes do açúcar bruto. O vencimento maio/23 foi contratado a 20,82 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 7 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela julho/23 recuou 5 pontos, contratada a 20,34 cts/lb.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, o produtor do Rio Grande do Sul acabou fazendo um movimento errado que fez com que o preço do milho caísse. Isso porque, em vez de vender a soja antes que baixe mais, o produtor optou por segurar a oleaginosa e vender o milho. “A sazonalidade (pós-colheita) da safra de verão, segue empurrando as cotações de milho para trás. As baixas na soja, fizeram o produtor segurar soja e vender mais milho, empurrando as cotações para baixo essa semana. Mas, segundo nossa análise, os preços da soja não têm chance de subir e os do milho, tem”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou novamente em alta, impulsionado por Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Depois que os investidores apuaram lucro, na quinta-feira, voltaram a colocar ordens de compra, impulsionados pelo aumento das cotações do milho no mercado futuro de Chicago, diante das incertezas sobre a continuação do acordo de escoamento do corredor de exportação do Mar Negro”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho e o trigo tiveram a maior alta da semana e o milho tem o maior potencial de alta, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “De todos os grãos, o milho é o que tem maior chance de alta a curto e médio prazos. A soja não tem nenhuma, o trigo depende do humor de Putin, embora o quadro de oferta e demanda a médio e longo prazos sejam altistas, mas a oferta russa está arrasando o mercado e é justamente contra esta venda a preços muito baixos que o governo da Rússia se rebelou nesta sexta-feira, então vamos esperar os próximos lances”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com movimento de correção após longa sequência de baixa, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em alta de 0,62% ou $ 8,75 cents/bushel a $ 1428,25”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve uma sexta-feira de manutenções, mas quedas de até R$ 10,00/saca no decorrer da semana, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue lento e sem muitos negócios sendo efetuados. O produtor regula fortemente a oferta de soja nesse momento, não satisfeitos com os preços que continuam caindo, hora em virtude de Chicago, hora dos prêmios”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve dia de quedas expressivas de até R$ 3,00/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apesar das altas de hoje em Chicago (+0,61%) encerramos a semana com perdas muito expressivas de exatos US$ 0,48 por bushel. Os prêmios nos vencimentos abril e maio, também registraram fortes perdas (US$ 0,70 no abril e US$ 0,40 no maio) com isso empurrando os preços para baixo”, comenta.
SojaAgrolink · Já faz um tempo que a TF Agroeconômica vem recomendando que é preferível vender a soja do que guardar e, depois disso, a oleaginosa já caiu R$ 31/saca. No entanto, ainda há tempo. “Estamos insistindo nisto desde dezembro, quando os preços tiveram uma alta passageira, que recomendamos aproveitar. De lá para cá os preços pagos aos agricultores já recuaram R$ 31/saca, ou algo como 16,41%”, comenta.
SojaAgrolink · A semana iniciou com baixas consideráveis durante a segunda-feira (20) no mercado da soja, chegando a testar novas mínimas e levando o maio a US$ 14,70 e o agosto a US$ 14,07 por bushel. O movimento para as commodities está ocorrendo de forma generalizada.
SojaAgrolink · Uma provável safra recorde no Brasil, com os problemas de produção da Argentina já contabilizados, e a demanda fraca estiveram no topo da lista de fatores por trás da redução dos preços das oleaginosas nas últimas semanas. O Conselho Internacional de Grãos (IGC), em seu Relatório do Mercado de Grãos de 16 de março, disse que seu subíndice de preços da soja havia caído cerca de 3% em relação ao mês anterior, “decorrente de cotações mais suaves em todas as origens”.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, se mantiveram estáveis nesta semana. O bushel do cereal fechou a quinta-feira (23) em US$ 6,31, contra US$ 6,32 uma semana antes. O mercado espera a definição de área a ser semeada nos EUA, nesta próxima safra de verão local, que virá no relatório de intenção de plantio, previsto para o próximo dia 31/03.
MilhoAgrolink · O mercado brasileiro de milho segue esperando que a demanda chinesa aumente e se volte para o País, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios subiram para $ 54 cents/bushel para julho23, permaneceram em $ 90 para agosto23, $90 em setembro e recuaram para US$ 90 para outubro”, comenta.
SojaAgrolink · Esta semana foi de degringolada geral dos preços da soja e derivados em Chicago, assim como no Brasil. A tensão financeira com a crise bancária, especialmente nos EUA; a nova alta nos juros básicos dos EUA, deixando os títulos públicos estadunidenses ainda mais atrativos; e o recuo nos preços do petróleo para níveis ao redor de US$ 76,00 o barril, fato que puxa para baixo os grãos, especialmente o óleo de soja; e algumas revisões de safra no Brasil, indicando que, apesar da enorme quebra no Rio Grande do Sul, o país conseguiria atingir entre 153 e 155 milhões de toneladas, graças ao recorde de produção em outros Estados da Federação, derrubaram fortemente o bushel da oleaginosa. O fechamento desta quinta-feira (23) ficou em US$ 14,19 (a mais baixa cotação desde o dia 17 de novembro passado), contrae US$ 14,91 uma semana antes. Salientando que para novembro, momento da futura colheita dos EUA, o bushel já está em US$ 12,58.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul os preços de balcão recuam novamente, com indústrias fazendo consultas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As indústrias continuam fazendo consultas para vir no mercado e querem ouvir onde estão as ofertas para entrega/retirada na segunda quinzena de abril. Os preços de indicação ainda não mudaram, seguem sendo para abril (posto indústrias) R$ 85,00 Grande Santa Rosa, R$ 89,50 região de Marau, R$ 90,50 região de Lajeado. Vendedores seguem pedindo entre R$ 85,00 até 89,00 interior (quando há ofertas). Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 75,00 a saca”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou em leve alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), por tomada de lucros depois de recuar 3,35% na última semana, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os investidores apuraram lucros, depois que as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo recuaram cerca de 3,34% desde o último dia 16 de março. Esta tomada de lucros foi incentivada pelas notícias vindas da China de reabertura das exportações de carne bovina, que demanda mais milho, e abertura de novos negócios do agro naquele país”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em baixa pela fraca demanda de exportação, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em baixa de -2,00% ou $ -29,00 cents/bushel a $ 1419,50”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve dia de baixas expressivas de até 5,00/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado segue lento e sem muitos negócios sendo efetuados. O produtor regula fortemente a oferta de soja nesse momento, não satisfeitos com os preços que continuam caindo, hora em virtude de Chicago, hora dos prêmios”, comenta.

