Análise de Mercado
Arquivo · página 239
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SojaAgrolink · A liquidez no mercado interno de soja está lenta e os preços, em queda. Segundo pesquisadores do Cepea, produtores estão com atenções voltadas à semeadura da temporada 2022/23 e evitam negociar o excedente da safra 2021/22.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso teve dia de altas gerais de R$ 2,00/saca para o mercado da soja, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul mato-grossense finalmente escapa da apatia registrada nos últimos dias e retorna às evoluções de preço com altas homogêneas de R$ 2,00/saca. A variação do dólar foi consideravelmente negativa, mas os preços em Chicago subiram muito bem, garantindo a evolução geral dos preços nacionais orientados a exportação”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou quedas homogêneas de R$ 1,00/saca no encerramento da semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado hoje, operou praticamente o dia todo, no lado de cima do mercado na CBOT. Prêmios registraram manutenções de níveis, e o Real esteve também entre altas e baixas. Resultando em preços muito iguais no dia de hoje”, comenta.
MilhoAgrolink · Os prêmios do milho brasileiro voltaram a recuar, assim como o dólar e mercado não andaram, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Outubro manteve $ 50/bushel, novembro, recuou para $ 68 e dezembro subiu para $ 91/bushel. O preço flat FOB do milho brasileiro subiu US$ 1/t para US$ 294/t, contra US$ 364/t do milho americano e US$ 308/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho está parado, com exportação estagnadas e indústrias comprando fora, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado gaúcho de milho está terminando o 10º mês seguido andando de lado, porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Alertamos que a não-comercialização acumula estoques e continuará mantendo preços baixos também depois que vier a safra nova, daqui a dois meses e meio”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) recuaram mais 0,36% na última sexta-feira, com grande queda do dólar, segundo informações da TF Agroeconômica. “A nova forte queda de 1,33% do dólar nesta sexta-feira, somada à pequena queda de 0,07% das cotações do milho em Chicago, voltaram a tirar dos exportadores brasileiros o suporte necessário para oferecer bons preços aos agricultores”, comenta.
SuínosAgrolink · “Se você ainda não vendeu toda a sua soja, venda e aplique o dinheiro, que renderá mais do que deixar o grão no armazém. E guarde milho, porque os preços do milho irão subir. Este é nosso conselho para quem tem estes dois produtos em casa”. A recomendação é do analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco.
SuínosAgrolink · Embora lentamente, a tendência dos preços do milho a médio e longo prazos é de alta, aponta o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco. “É sabido por todos que há uma tendência latente de maior demanda de milho brasileiro para exportação. A Europa precisa de aproximadamente 6-10 milhões de toneladas a mais para suas importações e a China, de outras 10 milhões de toneladas”, projeta o especialista.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, recuaram nesta semana. O bushel do cereal chegou a bater em US$ 8,41, se recuperando um pouco, na sequência, para fechar a quinta- feira (20) em US$ 8,49, contra US$ 8,92 uma semana antes. Destaca-se que, nos EUA, o plantio do trigo de inverno, até o dia 16/10, chegava a 69% da área total, contra 68% na média histórica. Deste total, 38% havia emergido até meados de outubro.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, igualmente apresentaram um viés de baixa nesta semana, com o bushel do cereal fechando a quinta-feira (20) em US$ 6,84, contra US$ 6,97 uma semana antes. Dito isso, a colheita do milho, nos EUA, até o dia 16/10, atingia a 45% da área semeada, contra 40% na média histórica. Por outro lado, do cereal a ser colhido, 21% apresentava condições entre ruins a muito ruins, 26% regulares e 53% entre boas a muito boas.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, se mantiveram estáveis nesta semana, com leve viés de baixa. O primeiro mês cotado, após recuar para US$ 13,72/bushel durante a semana, fechou a quinta-feira (20) em US$ 13,91, contra US$ 13,95/bushel uma semana antes. Esta situação se dá, em particular, à forte pressão da colheita nos EUA, além de um mercado externo sem grandes novidades. Ao mesmo tempo, avança o plantio da soja na América do Sul, com indicativo de uma futura safra recorde.
LaranjaAgrolink · As frequentes chuvas nas últimas semanas em todas as regiões citrícolas do estado de São Paulo têm deixado produtores mais aliviados – vale lembrar que as precipitações ficaram abaixo da média em boa parte do ano.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro para o milho de exportação os prêmios voltaram a recuar, assim como o dólar e mercado não anda, segundo informações da TF Agroeconômica. “Outubro manteve $ 50/bushel, novembro, recuou para $ 68 e dezembro recuou para $ 88/bushel. O preço flat FOB do milho brasileiro recou US$ 3/t para US$ 293/t, contra US$ 358/t do milho americano e US$ 305/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul está parado, enquanto a exportação segue na mesma, com indústrias comprando fora, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado gaúcho de milho está terminando o 10º mês seguido andando de lado, porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Alertamos que a não-comercialização acumula estoques e continuará mantendo preços baixos também depois que vier a safra nova, daqui a dois meses e meio”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) recuam 0,60% com queda do dólar, mas queda maior foi na semana, segundo o que nos informou a TF Agroeconômica. “A forte queda de 1,07% do dólar nesta quinta-feira suplantou a alta de 0,81% e não permitiu a melhora dos preços internos, como queriam os vendedores brasileiros, nem das cotações no mercado futuro de São Paulo. Com isto, as cotações fecharam em queda média de 0,60%, pressionadas por tomadas de lucro diante da pequena alta do dia anterior”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul registrou dia de altas gerais de R$ 2,00/saca, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul mato-grossense finalmente escapa da apatia registrada nos últimos dias e retorna às evoluções de preço com altas homogêneas de R$ 2,00/saca. A variação do dólar foi consideravelmente negativa, mas os preços em Chicago subiram muito bem, garantindo a evolução geral dos preços nacionais orientados a exportação”, comenta.
AveiaAgrolink · A Bolsa de Comércio de Rosário (BCR) baixou a projeção da safra argentina de trigo para colocá-la – até segunda ordem – em 15,0 milhões de toneladas. A nova projeção representa um corte de 2,5 milhões de toneladas na comparação com as 17,50 milhões de toneladas projetadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em outubro e as 22,50 milhões de toneladas produzidas na última safra.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve quedas homogêneas de R$ 1,00/saca nesse meio de semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado hoje operou, praticamente o dia todo, no lado de cima do mercado, na CBOT. Prêmios registraram manutenções de níveis, mas o Real esteve também fechou em forte baixa, resultando em preços muito iguais no dia de hoje. Única ressalva é a melhoria das margens das esmagadoras”, comenta.
SuínosAgrolink · A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou, nesta quinta-feira, 20 de Outubro, que o percentual da safra do milho da temporada 2022/2023 em “excelente/boa condição” é de apenas 10%. O resultado representa uma queda de dois pontos percentuais na comparação com os 12% registrados na semana anterior – marcando mais uma queda na produtividade do cereal argentino.
SuínosAgrolink · Os preços do animal vivo estão em reação em todas as praças acompanhadas pelo Cepea. Apesar disso, a média de negociação do suíno nesta parcial de outubro ainda está inferior à registrada em setembro.

