Análise de Mercado
Arquivo · página 246
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MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a comercialização do milho não anda e a nova safra já está plantada, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A comercialização do milho gaúcho continua travada no mercado de lotes, andando apenas no mercado de balcão, para aquelas indústrias que recebem direto do produtor, vinculadas a cooperativas e cerealistas. Mas, no geral está acumulando estoques que poderão se juntar à produção da safra de verão, que já está 56% plantada, segundo a Emater-RS", comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) sobem 0,92% no dia, 0,61% na semana e 0,29% o mês, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O dólar permaneceu praticamente inalterado, nesta sexta- feira, mas as cotações do mercado futuro de Chicago subiram 1,27%, dando novo suporte aos vendedores brasileiros, que voltaram a negociar para a exportação”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve dia de ganhos gerais no encerramento da semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “MS continua a se valorizar apesar dos fundamentos indicarem que o que deveria ocorrer é o oposto. Isto se deve a dinâmica interna do Estado. Apesar dessas altas, o foco da região permanece no milho, que está mais competitivo diante deste cenário de enorme oferta de soja, então, o produtor ainda aguarda mais valorizações e continua sem mover seus estoques a níveis relevantes”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul segue se movimentando lentamente, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado volta a reagir e vendas ocorrem tanto em mercado de modalidade SPOT quanto em negócios com prazos mais largos (maio/2023), em especial na modalidade PAF (preços a fixar) com tradings. Ademais, preços foram bons hoje, com tradings dominando o cenário e forçando as esmagadoras a comprar com margens negativas”, comenta.
SojaAgrolink · Sobram motivos para se ter “cautela em relação aos preços das farinhas”, afirma a equipe de analistas da Consultoria TF Agroeconômica. “O momento é extremamente delicado. Informações de uma safra consideravelmente maior tem feito com que a pressão sobre os preços seja constante. Essa fase de início de colheita, ano após ano, é desgastante”, dizem eles.
AlgodãoAgrolink · Com os preços da soja estão caindo, muitos produtores ainda estão segurando sua produção imaginando que as cotações teriam condição de se reerguer. Porém, destaca a Consultoria TF Agroeconômica, “não valeu a pena ter guardado o produto para vender posteriormente, nesta temporada”.
AvesAgrolink · Os valores médios mensais do frango inteiro resfriado e das carnes concorrentes suína e bovina – todas comercializadas no atacado da Grande São Paulo – vêm registrando baixa em comparação a agosto. Pesquisadores do Cepea indicam, no entanto, que o movimento de queda nos preços da proteína avícola está menos intenso, cenário que resulta em perda de competitividade desta frente às demais.
LaranjaAgrolink · A citricultura da Flórida, bastante fragilizada pelos impactos do greening, está sendo ameaçada pela passagem do furacão “Ian” pelo estado norte-americano. Segundo o National Hurricane Center, o fenômeno atingiu o solo da Flórida nessa quarta-feira, 28, sendo, naquele momento, classificado como categoria quatro, mas, agora, já diminuiu a intensidade, e passou a ser considerado como tempestade tropical.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, recuaram um pouco nesta semana, antecipando o relatório trimestral de estoques nos EUA, a ser anunciado em 30/09. O fechamento desta quinta-feira (29) ficou em US$ 6,69/bushel, contra US$ 6,88 uma semana antes. Dito isso, a colheita de milho, nos EUA, até o dia 25/09, atingia a 12% da área, contra 14% na média histórica. Por outro lado, 52% das lavouras a colher apresentavam condições entre boas a excelentes, outros 27% estavam regulares e 21% entre ruins a muito ruins.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, recuaram nesta semana. O bushel da oleaginosa, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (29) em US$ 14,10, após US$ 14,08 nos dois dias anteriores.Uma semana antes o fechamento havia sido de US$ 14,57.
SojaAgrolink · Os futuros de grãos e soja subiram nas negociações durante a madrugada devido a preocupações com os embarques da Ucrânia e com o clima desfavorável na América do Sul, segundo informações divulgadas pelo agriculture.com. Espera-se que a Rússia anexe partes da Ucrânia hoje, permitindo-lhe reivindicar o território como seu e afirmar que qualquer ataque às regiões pelas forças ucranianas seria um ataque à própria Rússia.
MilhoAgrolink · A alta nos preços finais equivalentes do milho brasileiro para exportação levou a um farm selling contido no dia de ontem, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio de outubro subiu para $59 cents/bushel, sem comprador; novembro recuou a 76, sem comprador, dezembro também recuou para 89. A alta do dólar nesta quinta-feira, de 0,85% foi superior à queda de 0,15% da CBOT, dando algum suporte à melhora de preços no mercado brasileiro, o que levou a um farm selling contido, menor do que no início da semana”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul se destaca no mercado do milho enquanto a safra já está 56% plantada, mas chuvas trouxeram pragas, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado gaúcho de milho continua andando de lado porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Fábricas seguem se abastecendo com milho do Centro-Oeste, que chega ao estado mais competitivo. Interesse de compra recuou R$ 2/saca para R$ 92,00 até R$ 94,00 POSTO FÁBRICAS, dependendo da localização, para o mercado diferido. Mas não se acham ofertas”, comenta.
MilhoAgrolink · A alta do dólar no dia de ontem foi maior do que a queda da Bolsa de Chicago e isso acabou favorecendo o milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A alta de 0,85% da cotação do dólar nesta quinta-feira, maior do que a queda de 0,15% da cotação do milho em Chicago, favoreceu a exportação do cereal no Brasil, permitindo que os compradores oferecessem preços levemente maiores. Mesmo que os vendedores do físico desejam pelo menos R$ 80,00/saca posto seu armazém, hoje houve algumas negociações, principalmente no Paraná, que deram alguma sustentação às cotações do mercado futuro”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve dia de perdas gerais para o mercado da soja, sem nada de negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “MS finalmente reage com força a falta de confiança geral da soja brasileira e seus preços decaem expressivamente. Anteriormente havia como controlar os preços em base de regular a oferta, mas agora, que existe oferta à vontade, essa estratégia não funcionará mais”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul voltam a reagir e alguns negócios no spot e no longo prazo são realizados, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado volta a reagir e vendas ocorrem tanto em mercado de modalidade SPOT quanto em negócios com prazos mais largos (maio/2023), em especial na modalidade PAF (preços a fixar) com tradings. Ademais, preços foram bons hoje, com tradings dominando o cenário e forçando as esmagadoras a comprar com margens negativas”, comenta.
Gado de CorteAgrolink · Nesta segunda quinzena de setembro, os preços da carne bovina (carcaça casada) estão em queda no mercado atacadista da Grande São Paulo. Segundo pesquisadores do Cepea, o já enfraquecido consumo da proteína no mercado interno foi reforçado pelo período de segunda quinzena de mês (quando o poder de compra da população diminui) e também pelos preços mais atrativos das carnes concorrentes, como suínos e frango.
SojaAgrolink · Os futuros de soja e grãos subiram nas negociações durante a madrugada em meio ao aumento das taxas de barcaças e às contínuas tensões entre a Ucrânia e a Rússia, segundo informações divulgadas pelo agriculture.com. Os níveis de água no rio Mississippi são extremamente baixos em algumas áreas, limitando o fluxo de tráfego de barcaças para terminais de exportação no Golfo do México.
MilhoAgrolink · A alta das cotações e dos preços do milho para exportação acabaram não animando os exportadores do cereal, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio de outubro subiu para $51 cents/bushel, sem comprador; novembro recuou a 77, sem comprador, dezembro também subiu para 90. A exportação de milho do Brasil aumentou neste ano, mas não no volume necessário para enxugar o mercado e elevar os preços internos. Se for verdade o que ouvimos hoje no mercado, os compradores só retornarão (ou tem interesse para lotes de) novembro em diante”, comenta.
MilhoAgrolink · No Rio Grande do Sul, o mercado local de milho continua travado, com compradores se abastecendo fora do estado, segundo informações da TF Agroeconômica. “O mercado gaúcho de milho continua andando de lado porque os compradores conseguem matéria- prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Fábricas seguem se abastecendo com milho do Centro-Oeste, que chega ao estado mais competitivo. Interesse de compra recuou R$ 2/saca para R$ 92,00 até R$ 94,00 POSTO FÁBRICAS, dependendo da localização, para o mercado diferido. Mas não se acham ofertas”, comenta.

