Análise de Mercado
Arquivo · página 247
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MilhoAgrolink · A nova queda do dólar freou as exportações de milho e o desejo dos vendedores, o que acabou por afetar as cotações do cereal na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações da TF Agroeconômica. “O novo recuo, hoje mais forte, de 0,50% do dólar, nesta quarta-feira e a alta bem leve em Chicago, não deu suporte aos movimentos de exportação e novamente não permitiu melhora nos preços oferecidos pelas Trading”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve dia de perdas gerais para a soja, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “MS finalmente reage com força a falta de confiança geral da soja brasileira e seus preços decaem expressivamente. Anteriormente havia como controlar os preços em base de regular a oferta, mas agora, que existe oferta à vontade, essa estratégia não funcionará mais”, comenta.
SuínosAgrolink · O milho da Bolsa de Chicago subiu entre três a quatro centavos de Dólar em meio aumento das tensões da guerra na Ucrânia. De acordo com a Consultoria AgResource Brasil, cresce o pessimismo em torno da continuidade do “corredor de exportação” do Mar Negro para além de Novembro 2022.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve movimentos lentos no meio de semana, com negócios que buscam apenas liberar espaço, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue muito parado, maioria dos negócios que são feitos, são realizados com intuito de liberar espaços e mitigar quebras e são feitos na modalidade PAF (preço a fixar) com tradings e fábricas. Ademais, preços se mantiveram mistos hoje novamente. As fábricas voltaram a disputar lotes com firmeza”, comenta.
AveiaAgrolink · Os futuros do trigo dispararam na quarta-feira tanto dos Estados Unidos como na Europa, com algumas cotações encontrando sua maior alta em três meses, aponta a Consultoria AgResource Brasil. De acordo com os analistas de mercado, um “prêmio de risco está sendo adicionado em meio à incerteza sobre a capacidade da Rússia e da Ucrânia de abastecer o mercado mundial durante o inverno com ambos em guerra”.
Plantas ornamentaisAgrolink · Cerca de 130 empresas de bioinsumos no Brasil movimentaram aproximadamente BRL 1,7 bilhão (USD 330 milhões) na safra 2020/2021, aponta pesquisa da Kynetec Brasil. A informação é do CEO da Promip, Marcelo Poletti, segundo o qual o aumento da oferta de insumos biológicos reforça eficácia do controle de pragas e potencializa rentabilidade e crédito ao produtor.
AlgodãoAgrolink · As cotações do algodão em pluma seguem em queda nos mercados externo e interno e já são as menores em um ano. Pesquisadores do Cepea indicam que a pressão vem do aumento dos juros nos Estados Unidos, de preocupações de uma recessão mundial – e de possíveis impactos sobre demanda da pluma – e da valorização do dólar.
ArrozAgrolink · Os preços do arroz em casa seguem praticamente estáveis no Rio Grande do Sul. Ao longo de setembro, o Indicador do arroz CEPEA/IRGA-RS operou nas casas de R$ 75 e R$ 76/saca de 50 kg.
CaféAgrolink · As negociações envolvendo café arábica no Brasil continuam em ritmo lento e envolvendo pequenos lotes. Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez tem sido bastante limitada há vários meses, justificada pelo menor volume colhido na safra 2022/23 e também pelo fato de produtores aguardarem momentos mais atrativos para comercializar seu produto.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para exportação teve cotações em leve alta e prêmios em queda, com interesse em novembro, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio de outubro recuou para $50 cents/bushel, sem comprador; novembro recuou a 79, sem comprador, dezembro também recuou para 89”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul tem um mercado local de milho que continua travado, com compradores se abastecendo fora do estado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado gaúcho de milho continua andando de lado porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Fábricas seguem se abastecendo com milho do Centro-Oeste. Interesse de compra recuou R$ 2/saca para R$ 92,00 até R$ 94,00 POSTO FÁBRICAS, dependendo da localização, para o mercado diferido. Mas não se acham ofertas”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3, a queda do dólar e alta pequena em Chicago não estimularam os negócios do milho, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O recuo de 0,09% do dólar, nesta terça-feira, mesmo que com alta de 0,34% em Chicago, não permitiu melhora nos preços oferecidos pelas Tradings e, assim, não houve muitas vendas no mercado físico e isto se refletiu no mercado futuro, com queda das cotações”, comenta.
SojaAgrolink · O preço da soja está dividido nos dois principais estados da região Centro-Oeste do Brasil, já que os valores recuaram no Mato Grosso do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “MS se mostra bastante lento, com poucos movimentos concretos no decorrer do mês, não há muita expressão em negócios também. Os últimos volumes vendidos foram as 35.000 toneladas na sexta-feira retrasada”, comenta.
SojaAgrolink · Apesar de altas no mercado interno da soja no estado do Rio Grande do Sul, não foram vistos negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue bastante lento, hoje algumas melhoras bastante amenas foram vistas nos preços do interior e uma queda nos preços do porto. A instabilidade do excesso de oferta é o principal a se levar em conta na determinação desses valores tão atípicos percebidos no mercado”, comenta.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo seguem em queda no Brasil, influenciados por expectativas indicando produção recorde no País e pelo início da entrada da safra 2022/23, sobretudo no Paraná e em São Paulo. Triticultores do Rio Grande do Sul também aguardam por safra volumosa, diante do clima favorável às lavouras. No entanto, a queda interna foi limitada pelo avanço nas cotações externas do trigo.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado de milho continua travado, com compradores se abastecendo fora do estado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado gaúcho de milho continua andando de lado porque os compradores conseguem matéria- prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam”, comenta.
MilhoAgrolink · A alta do dólar maior queda da Bolsa de Chicago deu novamente suporte da exportação de milho e acabou influenciando nas cotações do cereal na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O recuo de 1,59% da cotação do milho na CBOT foi compensado pela alta de 2,53% do dólar nesta segunda-feira, permitindo melhora nos preços oferecidos pelas Tradings e bons volumes negociados de farm selling”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para a exportação iniciou a semana com cotações em queda, mas prêmios em alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio de outubro recuou para $52 cents/bushel, sem comprador; novembro subiu a 80, sem comprador, dezembro subiu para 95”, comenta.
SuínosAgrolink · As cotações do mercado de soja recuou forte novamente por pressão da colheita norte-americana, além de um clima mais favorável no Brasil. Assim como no milho, a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica aponta que o contrato de soja para novembro22 fechou em nova queda de 0,95%, enquanto a cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em queda de 1,03%.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul teve dia de manutenção nos preços, sem nada de negócios, segundo o que indica a TF Agroeconômica. “O MS se mostra bastante lento, com poucos movimentos concretos no decorrer do mês, não há muita expressão em negócios também, os últimos volumes vendidos foram as 35.000 toneladas na sexta-feira retrasada”, comenta a consultoria.

