Análise de Mercado
Arquivo · página 254
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MilhoAgrolink · Como o Rio Grande do Sul não exporta milho, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, os preços também não sobem. “Há mais de dois meses o mercado interno gaúcho de milho segue lateralizado, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fecharam alta, puxadas pela exportação, segundo informações da TF Agroeconômica. “As altas de 1,63% do dólar mais a de 1,96% em Chicago proporcionaram melhores condições aos compradores para fazerem boa ofertas aos vendedores e o dia foi de negociações fartas em todo o Centro-Oeste e no Paraná”, comenta.
SojaAgrolink · Com as quedas em Chicago, o mercado da soja do Mato Grosso do Sul segue sem movimentos e sem nada de negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mato Grosso do Sul se recua totalmente das pressões exteriores e se mantém fixo diante de um cenário consideravelmente baixista, muitas vezes diante de um mercado com forte ganho de dólar como o caso visto hoje não se vê movimentos correspondentes dentro do Estado de MS, isso se deve a própria barreira natural de preços imposta por aspectos como demanda e preço de produção”, comenta.
SuínosAgrolink · O novo câmbio criado pelo governo argentino para beneficiar o produtor de soja no país vizinho está “mexendo com o mercado”, afirma o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco. Segundo ele, o novo ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa, cumpriu o negociado com o setor rural e fixou a taxa acima da cotação oficial.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul segue com viés baixista antes do feriado de 7 de setembro, pressionado pela comercialização argentina, de acordo com a TF Agroeconômica. “Mercado segue volátil, porém, ao inverso do final de semana passada, com viés baixista, em função da alta pressão e competitividade das vendas Argentinas. Tradings e fábricas disputam lote a lote as ofertas que aparecem”, comenta.
MaçãAgrolink · O ritmo de vendas de maçã caiu nas regiões classificadoras entre os dias 29/08 e 02/09. Segundo agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea, o motivo é a virada do mês, que reduz o poder de compra dos consumidores.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo seguem em baixa no Brasil, sobretudo no mercado de balcão (valor recebido pelo produtor). Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento de baixa é influenciado pela colheita da nova safra e pela demanda enfraquecida por parte de moinhos, que estão com a moagem em ritmo mais lento. Estes agentes compradores estão no aguardo de novas reduções nos valores do cereal, fundamentados na proximidade da intensificação da colheita.
MilhoAgrolink · O mercado de milho no Brasil, mais especificamente na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) pouco andou, já que Chicago não teve cotações pelo feriado do Dia do Trabalho dos Estados Unidos, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “Sem a sua principal referência – a CBOT – base para a exportação brasileira, que é o principal driver dos preços hoje no Brasil e com o dólar em queda de 0,59%, os preços pouco andaram, nesta segunda-feira. As oscilações não chegaram a um real/saca e a maioria dos agentes de mercado preferiu esperar para a próxima sessão para tomar posições”, comenta.
SojaAgrolink · O feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos acabou paralisando a Bolsa de Chicago e também os mercados da soja no Brasil, segundo informações da TF Agroeconômica. “A relação com os preços domésticos da soja no Brasil é a seguinte: como cerca de 60,43% de uma safra cheia, como a de 20/21 foi para a exportação (foram 61,38% na última safra, mesmo com a quebra) o mercado de soja brasileiro é altamente dependente dos preços do exterior, cuja equação é: cotação de Chicago + prêmio x cotação do dólar”, comenta.
AvesCepea/Esalq · O valor dos ovos comerciais recuou no fim de agosto, devido ao típico enfraquecimento da demanda no período. No entanto, as intensas altas registradas nas três primeiras semanas do mês garantiram que a média de agosto ainda sustentasse o patamar recorde real da série histórica do Cepea, iniciada em 2013. Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, a menor oferta de ovos no mercado doméstico – influenciada, entre outros fatores, pelas baixas temperaturas – atrelada ao aumento da procura na primeira quinzena elevaram significativamente os valores do produto em todas as regiões acompanhadas.
TrigoAgrolink · O Brasil dobrou a produção de trigo em três anos, de acordo com o que informa a TF agroeconômica. No entanto, não soube negociá-la adequadamente e pode sofrer forte redução de área no próximo plantio. “Foi perdida a grande chance de se fixar no mercado futuro (não no físico) preços do trigo da safra 22/23 a preços equivalentes a R$ 134,00/saca para o agricultor, nos meses de fevereiro e maio passado, que cobriria todos os custos”, comenta.
MandiocaAgrolink · O desinteresse pela comercialização da mandioca de primeiro ciclo continua, devido, principalmente, às menores produtividade e teor de amido. Além disso, os produtores seguem priorizando o plantio em detrimento da colheita.
MilhoAgrolink · Os preços do milho seguem firmes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, mas as negociações estão lentas. Vendedores brasileiros, atentos ao cenário internacional, limitam as ofertas no spot, à espera de novas altas nos valores.
SojaAgrolink · Os valores do complexo soja caíram no mercado brasileiro na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio dos recuos externos da oleaginosa. A valorização do dólar, porém, limitou o movimento baixista no Brasil.
MilhoAgrolink · Se as projeções de alguns setores do agro estiverem certas, o Brasil terá uma safra de 500 milhões de toneladas de grãos na próxima década, o que causaria um déficit de armazenamento de 270 milhões de toneladas. Foi isso que informou o diretor técnico da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Chequer Jabour Chequer.
MilhoAgrolink · Os prêmios para o milho brasileiro de exportação acabaram recuando na última sexta-feira, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio setembro não foi cotado; outubro recuou para $80 cents/bushel, sem comprador; novembro para 95, sem comprador, dezembro recuou para 110, sem comprador”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado de milho fechou a semana com preços e movimentos inalterados, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Há mais de dois meses o mercado interno gaúcho de milho segue lateralizado, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior. Fábricas com foco total em comprar/receber contratos do centro-oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor deseja. Interesse de compra no RS situa-se entre R$ 91,00 até R$ 92,50 posto fábricas, dependendo da localização, para o mercado diferido”, comenta.
SojaAgrolink · Com previsão de considerável aumento na oferta e redução da demanda, a curto, médio e longo prazo (um ano) a tendência do preço da soja aponta para um viés de baixa. Essa é a avaliação da equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · O milho teve uma nova queda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo por pressão da oferta e pouca demanda, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Mesmo com a alta de 1,52% da cotação do milho em Chicago, base para a exportação brasileira, o mercado sentiu o baque da queda de 1,02% da cotação do dólar. O mercado também descontou o feriado americano da próxima segunda-feira", comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul fechou a semana sem novos movimentos, recuando nas cotações, de acordo com a TF Agroeconômica. “Mato Grosso do Sul recua totalmente das pressões exteriores e se mantém estável, diante de um cenário consideravelmente altista, muitas vezes diante de um mercado com forte ganho de Chicago, como o caso visto hoje não se vê movimentos correspondentes dentro do Estado de MS”, comenta.

