Análise de Mercado
Arquivo · página 255
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SojaAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado interno do Rio Grande do Sul determinou os preços da soja no encerramento da semana. “O mercado segue volátil, tendo recuado mais R$ 1,00/saca nesta sexta-feira. A alta de 3,11% da soja em Chicago superou a queda de 1,02% do dólar, mas os preços recuaram, o que mostra que o que determinou a tendência do dia foram os preços do óleo e do farelo no mercado interno, que recuaram”, comenta.
SuínosAgrolink · “Finalmente as exportações brasileiras de milho começam a deslanchar”, anuncia o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco. O acompanhamento feito pela Agrifatto dos volumes de cereal vendidos ao exterior registra aumento considerável no mês de agosto, comprovado pelos gráficos.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, voltaram a subir, com o bushel, para o primeiro mês cotado, ultrapassando novamente os US$ 8,00 em alguns momentos da semana. Porém, também aqui o movimento não se sustentou e o fechamento desta quinta-feira (01) ficou em US$ 7,75/bushel, contra US$ 7,69 uma semana antes. Já a média de agosto ficou em US$ 7,84, o que representou um recuo de 2,7% sobre a média de julho, após o forte recuo de 20,2% na média de julho em relação a junho. Aliás, entre junho e agosto (três meses) a média do bushel de trigo, em Chicago, recuou 22,4%.
MilhoAgrolink · As cotações do milho subiram durante a corrente semana, porém, não se sustentaram e o fechando do dia 01/09 acabou ficando em US$ 6,58/bushel, para o primeiro mês cotado, contra US$ 6,57 uma semana antes. Lembrando que a média de agosto ficou 4,7% abaixo da registrada em julho, atingindo a US$ 6,32/bushel. Enquanto isso, o USDA apontou uma redução nas condições das lavouras entre boas a excelentes, nos EUA, com as mesmas ficando em 54% do total, contra 55% uma semana antes e 60% no ano passado. No dia 28/08 eram 86% as lavouras que estavam na fase de formação de grãos, contra 88% na média histórica para esta data.
SojaAgrolink · As cotações da soja, nesta semana, que dá início ao mês de setembro, despencaram em Chicago. O bushel da oleaginosa, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (01/09) em US$ 14,72, contra US$ 15,52 uma semana antes. Por outro lado, a média de agosto ficou em US$ 15,69/bushel, com aumento de apenas 1,2% sobre a média de julho, lembrando que a queda na média de julho, em relação a junho, havia sido de 8,3%. Já a média do farelo de soja, em agosto, subiu 3,2%, enquanto a do óleo subiu 11,1%, porém, sem recuperar o recuo de 18,7% ocorrido em julho.
MilhoAgrolink · O milho para a exportação seguiu tendo prêmios que foram mistos, mas o mercado continuou só com vendedores, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio setembro não foi cotado; outubro recuou para $88 cents/bushel, sem comprador; novembro para 100, sem comprador, dezembro recuou para 115, sem comprador”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho segue com preços e movimentos inalterados, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue estável, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior. Fábricas com foco total em comprar/receber contratos do centro-oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor deseja. Interesse de compra no RS situa-se entre R$ 91,00 até R$ 92,50 posto fábricas, dependendo da localização, para o mercado diferido”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) teve nova queda por pressão da oferta e pouca demanda, segundo informações da TF Agroeconômica. “A grande oferta, provocada por uma colheita cheia, somada à pouca demanda extra de exportação continua pressionando as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo. Os preços internacionais estão abaixo do que o produtor deseja (algo ao redor de R$ 75,00/saca no Centro-Oeste) e, por isto, está retendo as vendas”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul tem preços estáveis e não tem movimentos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mato Grosso do Sul se recua totalmente das pressões exteriores e se mantém fixo diante de um cenário consideravelmente baixista, muitas vezes diante de um mercado com forte perda de Chicago como o caso visto hoje não se vê movimentos correspondentes dentro do Estado de MS, isso se deve a própria barreira natural de preços imposta por aspectos como demanda e preço de produção”, comenta.
SojaAgrolink · Com alta do dólar bem menor que queda em Chicago, os preços da cedem R$ 1,00/saca no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue volátil, com viés baixista, ainda tentando digerir os números da safra americana, para ver se o USDA confirma o Crop Tour, ou não, e as boas previsões do clima no meio oeste. Durante o pregão de hoje, mercado esteve predominantemente em baixa, ampliando as perdas de ontem em Chicago, que acabaram sendo compensadas pelas taxas de câmbio. Tradings e fábricas disputam lote a lote as ofertas que aparecem”, comenta.
MilhoAgrolink · Os prêmios para o milho brasileiro de exportação fecharam mistos nesse meio de semana, enquanto o mercado segue apenas com vendedores e sem compradores, segundo o que informou a TF Agroeconômcia. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio setembro não foi cotado; outubro recuou para $90 cents/bushel, sem comprador; novembro para 105, sem comprador, dezembro subiu para 125, sem comprador”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho segue com preços e movimentos inalterados, de acordo com a TF Agroeconômica. “Mercado segue estável, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior.Fábricas com foco total em comprar/receber contratos do centro-oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor deseja. Interesse de compra no RS situa-se entre R$ 91,00 até R$ 92,50 posto fábricas, dependendo da localização, para o mercado diferido”, comenta.
MilhoAgrolink · Poucas vendas dos produtores de milho acabaram atrasando a exportação e interferindo diretamente na cotação do cereal na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, de acordo com a TF Agroeconômica. “Nesta semana o Brasil vendeu 136 mil toneladas de milho para a Coréia do Sul, mas isto só pressionou os prêmios (para poder vender) e não melhorou os preços. Os preços internacionais estão abaixo do que o produtor deseja (algo ao redor de R$ 75,00/saca no Centro-Oeste) e, por isto, está retendo as vendas”, comenta.
SojaAgrolink · Um novo combustível lançado nos Estados Unidos vai mudar os mercados de soja, derivados e hidrocarbonetos, apontam especialistas. O chamado HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) é feito à base de soja e já está em fase experimental nos países bálticos e escandinavos, prometendo grandes mudanças na economia mundial.
SojaAgrolink · No estado do Mato Grosso do Sul, os preços tiveram alta de R$ 3,00/saca, mas os negócios ainda não chegaram, segundo a TF Agroeconômica. “Mato Grosso do Sul passa por um dia ausente de negócios, mas com boas altas nos preços. Esta quarta- feira trouxe os primeiros movimentos expressivos da semana, mas isso não se dá de forma particularmente saudável, visto que advém especialmente de um aumento da taxa nominal de câmbio americana em relação à brasileira, enquanto os preços dos produtos decaem”, comenta.
SojaAgrolink · Com alta do dólar bem maior que queda em Chicago, a TF Agroeconômica afirma que os preços da soja no Rio Grande do Sul subiram R$ 4,00/saca nesse meio de semana. “Mercado segue volátil, com viés baixista, ainda tentando digerir os números do Crop Tour americano, e as boas previsões do clima no meio oeste. Durante o pregão de hoje, mercado esteve predominantemente em baixa, ampliando as perdas de ontem em Chicago (-0,15%), que acabaram sendo compensadas pelas taxas de câmbio (+1,73%), permitindo elevação nos preços”, comenta.
ArrozAgrolink · O fenômeno climático La Niña poderá ocorrer pelo terceiro ano consecutivo em 2022, aponta a Organização Meteorológica Mundial (OMM), que é a agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com as previsões, o fenômeno deve durar, pelo menos, até o fim deste ano, provocando padrões climáticos como seca em alguns lugares e inundações em outros.
SojaAgrolink · “Todos nós sofreremos as consequências da seca na China, na Europa e nos Estados Unidos. Sim, na China a seca significa a falta de energia elétrica e consequentemente suprimentos para movimentar as indústrias de diversos setores”. A afirmação é de Marcelo Lüders, presidente do Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses).
SuínosAgrolink · A colheita de milho na União Europeia (UE) já é a menor desde o ano de 2018, quando a temporada também foi severamente afetada por uma seca generalizada. De acordo com artigo do Doutor Olaf Zinke, do portal especializado alemão Agrarheute, é “catastrófica” a situação do cereal nos principais países produtores do bloco econômico.
AlgodãoAgrolink · Após acumularem quedas por dois meses consecutivos, os preços do algodão em pluma voltaram a subir no Brasil em agosto, retornando aos patamares observados no fim de junho. Segundo pesquisadores do Cepea, essa recuperação esteve atrelada à posição firme de vendedores, que estiveram atentos às fortes valorizações dos contratos na Bolsa de Nova York (ICE Futures) e, parcialmente, da paridade de exportação.

