Análise de Mercado
Arquivo · página 259
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Agrolink · Os futuros de soja foram mais altos nas negociações durante a noite, uma vez que o tempo seco persiste em algumas áreas de cultivo dos Estados Unidos, segundo o agriculture.com. Pouca ou nenhuma chuva caiu em partes do centro e sul de Nebraska, Kansas e grande parte de Oklahoma nos últimos sete dias, de acordo com a página de precipitação do Serviço Nacional de Meteorologia.
SojaAgrolink · O espaço para quedas da soja na Bolsa de Chicago é limitado, com balanço apertado de oferta e demanda, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Embora as pressões do lado financeiro devam seguir influenciando os mercados agrícolas, o Itaú BBA vê espaço limitado para grandes quedas do preço da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) diante da perspectiva de balanço global de oferta e demanda ainda apertado”, comenta.
MilhoAgrolink · Os fatores eram positivos para o milho na B3, mas o mercado não respondeu e as cotações recuaram, de acordo com a TF Agroeconômica. “Embora Chicago tido nova alta de 1,17% no dia, na semana houve recuo de 1,49%, o que mostra que os níveis de preço do mercado físico não entusiasmaram ainda os vendedores, que continuam retraídos. O dólar também não ajudou, tendo recuado 0,07% no dia. Com isto, os investidores do mercado futuro da B3 também se sentiram estimulados a realizar lucros das pequenas altas havidas na semana e as cotações recuaram, nesta sexta-feira", comenta.
MilhoAgrolink · O cálculo de preço do milho brasileiro para exportação permitia pagar R$ 89,45, arredondado na sexta-feira para R$ 90,00, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os negócios de exportação de milho são feitos à base de prêmios, aqui reproduzidos. Nós calculamos os preços flat para dar uma ideia do valor das exportações para poderem ser comparados aos do mercado interno. O cálculo da conversão do preço FOB em reais/saca sinalizou a possibilidade de pagamento de R$ 89,45/saca FOB, nesta sexta-feira, mas os compradores pagaram R$ 90,00 FAS, aproveitando as altas do dia”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul continua sem muita movimentação em torno do milho, mas tem o cereal de fora chegando mais barato do que o local, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado segue estável, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior. Fábricas com foco total em comprar/receber contratos do centro-oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor deseja. Interesse de compra no RS situa-se entre R$ 91,00 até R$ 92,50 posto fábricas, dependendo da localização, para o mercado diferido”, comenta.
SojaAgrolink · O lucro da soja na safra 21/22 no estado do Mato Grosso do Sul tem oscilado entre 37,14% e 29,79%, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. Nesse contexto, um estudo da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) indicou que o custo estimado neste estudo, de R$ 6.860,08, dividido pela produtividade também estimada no mesmo estudo (56 sacas/hectare) equivale a R$ 122,50/saca.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, levando em conta o mercado da soja, tradings e fábricas disputam as ofertas, enquanto o preço de lotes recua, mas, balcão sobe, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue volátil, de olho no clima norte-americano, e as vendas seguem lentas. Tradings e fábricas disputam lote a lote as ofertas que aparecem”, comenta.
SuínosAgrolink · Com o aumento da disponibilidade da safrinha, os preços do milho no mercado brasileiro tendem a apresentar alguma queda ao longo dos próximos meses, aponta a Consultoria Agro do banco Itaú BBA. De acordo com o boletim Agro Mensal da Diretoria de Agronegócio da instituição financeira, no entanto, as cotações não devem “descolar do valor da paridade de exportação”.
MilhoAgrolink · A alta de 0,65% da cotação do milho em Chicago, base para o cálculo de exportação, nesta quinta-feira, somada à alta de 0,08% do dólar voltou a impulsionar algumas poucas negociações de milho nesta quinta-feira. As informações são da TF Agroeconômica, que indicou também que como a exportação é o driver da tendência atual dos preços, qualquer fator que a atinja, afeta o comportamento dos mercados físico e futuro do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo.
SuínosAgrolink · Começou essa semana a “Tour Safra” organizada pela Pro Farmer – a maior iniciativa privada dos Estados Unidos. De acordo com a Consultoria AgResource, representada pelo economista Dan Basse, as primeiras impressões dos vistoriadores foi de que a produção de milho e soja encontradas em todo norte de Illinois e nordeste de Iowa foi “melhor do que o esperado”.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para exportação não teve alteração nos prêmios, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica nesse início de manhã. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio se manteve em 125 para setembro, sem comprador; outubro subiu para 125, comprador 115; novembro manteve 135, comprador subiu para 120 e dezembro manteve para 140, com comprador manteve 120”, comenta.
MilhoAgrolink · Nesse momento se encontra tudo igual no mercado de milho gaúcho, com o cereal chegando de fora mais barato do que o local, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue estável, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja estão começando a subir no Mato Grosso, de acordo com a TF Agroeconômica. “Os últimos dados trazidos com os valores que serão vistos abaixo e na tabela ao lado, esse mercado foi positivo de forma geral, com o dólar e Chicago subindo. As demais variações de soja foram óleo a - 0,72% e farelo a +1,12%”, comenta.
SojaAgrolink · Mercado da soja segue volátil no estado do Rio Grande do Sul, preços estáveis nos lotes, mas subiram R$ 1,00 no balcão, segundo informações da TF Agroeconômica. “Após dia mais positivo, mercado de soja passa por dia de alta volatilidade, com preços hora subindo, hora descendo, mas na média permanecendo onde estiveram no pregão anterior. A causa para a volatilidade segue sendo o cenário internacional, com a paridade preços impactando as commodities de forma geral, a forma como avança o clima norte americano muito importa e segue aumentando a insegurança do produtor que pouco vende”, comenta.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, igualmente recuaram nesta semana, após o anúncio do relatório de oferta e demanda do USDA, no dia 12/08, além da melhoria climática nos EUA. Assim, o fechamento desta quinta-feira (18) ficou em US$ 7,31/bushel, para o primeiro mês cotado, contra US$ 8,10 uma semana antes. O fechamento deste dia 18/08 foi o mais baixo desde o dia 14 de outubro de 2021.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, cederam um pouco no final da corrente semana, após ensaiarem um pequeno movimento de alta pós-relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado no dia 12/08. O primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (18) em US$ 6,19/bushel, contra US$ 6,29 uma semana antes.
Agrolink · Em julho, o IPPA/CEPEA (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários), em termos nominais, se manteve praticamente estável frente ao de junho (-0,1%). O resultado esteve atrelado ao contrabalanceamento das variações dos Índices de grupos de alimentos. Por um lado, o IPPA-Grãos e o IPPA-Cana-Café recuaram, respectivamente, 4,1% e 0,5%; por outro, verificaram-se avanços no IPPA-Pecuária e IPPA-Hortifrutícolas, de 4,6% e 19,3%, respectivamente. O resultado observado para o IPPA-Pecuária se deveu à alta dos preços nominais do leite, do suíno vivo e do boi gordo.
SojaAgrolink · Os futuros do trigo despencaram à medida que mais grãos saem da Ucrânia e a soja caiu devido ao tempo chuvoso em partes do Centro-Oeste, segundo o agriculture.com. Cerca de 25 navios que transportam produtos agrícolas partiram dos portos ucranianos, mesmo com o país sob cerco das forças russas. Um acordo de semanas para permitir que navios de grãos passem por bloqueios para aliviar crises alimentares em todo o mundo está sendo mantido com mais navios saindo das cidades portuárias.
Agrolink · O milho fechou em levíssima alta na B3, seguindo Chicago e a alta do dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A alta de 0,78% da cotação do milho em Chicago, base para o cálculo de exportação, nesta quarta-feira, somada à alta de 0,53% do dólar voltou a impulsionar as negociações de milho: soubemos de pelo menos 20 mil tons negociadas para exportação no Paraná e dando impulso às cotações do mercado futuro de São Paulo Como a exportação é o driver da tendência atual dos preços, qualquer fator que a atinja, afeta o comportamento dos mercados físico e futuro”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado brasileiro de milho para exportação teve um dia bem movimentado com bom farm selling, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Hoje as ofertas foram muitas, de várias partes do país. Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio se manteve em 125 para setembro, sem comprador; outubro subiu para 125, comprador 115; novembro manteve 135, comprador subiu para 120 e dezembro manteve para 140, com comprador manteve 120”, comenta.

