Análise de Mercado
Arquivo · página 376
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SuínosAgrolink · A grande dúvida dos agricultores no momento é se o preço do milho brasileiro ainda tem alguma chande ainda de subir mais. “Pode até subir um pouco, mas o mais provável é que caia, diante dos fatores de baixa que são em maior número e de maior peso do que os fatores de alta”, responde a Consultoria TF Agroeconômica.
TrigoAgrolink · O mercado de trigo disponível no estado do Rio Grande do Sul está parado já que os compradores estão ausentes, o que deixa os vendedores com estoques apavorados, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “A disponibilidade de safra velha no estado, que estava em 100 mil tons, deve estar agora ao redor de 65 mil toneladas. Tem empresas com 10 mil toneladas, outras, 400 mil sacas, etc. Branqueador vai sobrar bastante, entre 15-20 mil toneladas, porque a maioria das variedades está com cor muito boa e o branqueador está perdendo espaço. Safra nova também ninguém quer apostar agora”, comenta.
MilhoAgrolink · A B3 apresenta leve alta nesta sexta-feira em relação ao milho, enquanto as traders olham para o avanço de colheita, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “As ofertas no mercado físico vêm aumentando dia após dia e, conforme já comentamos aqui esta semana, muitos dos estados se aproximam de 100% da colheita, com uma média de venda entre 65 e 75%, o que demonstra que grande parte da disponibilidade são de volumes já contratados pelas indústrias, restando pouco milho livre para comercialização”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a semana deve apresentar chuvas em bons volumes no estado, que tem o mercado parado, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Estas precipitações deverão melhorar os rendimentos esperados para a safra de verão. O mercado permanece parado e as indicações se mantiveram entre as indústrias do Estado, que procuram se abastecer de outras formas, como pelas compras de trigo. No CIF Marau, compradores a R$ 91,00 a saca; R$ 92,00 em Arroio do Meio; R$ 91,00 Ijuí, e para janeiro, R$ 90,00 pela saca no CIF Marau”, comenta.
SojaAgrolink · O contrato de novembro21 da soja em grão fechou em queda de 0,96% ou -12cents/bushel a $1283,50 na Bolsa de Chicago, enquanto o contrato para maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou em queda de 0,88% ou -11,50 cents/bushel a $ 1301,50. As informações foram divulgadas pela equipe da TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · O mercado da soja no Rio Grande do Sul teve um dia de preços em queda e de vendedores ausentes no encerramento da última semana, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Preços para entrega outubro e receber abril/maio de 2022 bateram em R$187,50 CIF Porto, isso para o melhor momento, uma queda de R$ 1,00. Preços de pedra valeram R$159,00 em Panambi, marcando manutenção em relação a ontem”, comenta a consultoria.
CaféMelão Martini - Café · A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em baixa, a posição dezembro oscilou entre a mínima de -3,50 pontos e máxima +1,70 fechando com -1,75, acumulando na semana -1,65 pts. O dólar fechou em alta de 0,41%, cotado a R$ 5,2866. No acumulado da semana, a moeda registrou saldo positivo de 0,39%. No exterior, os investidores seguem atentos a qualquer sinalização do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) sobre o futuro de seu programa de compra de ativos. Na próxima semana tanto o Fed e o banco central brasileiro decidem suas novas taxas de juros. Para Lucas Schroeder, diretor de operações da Câmbio Curitiba, o "Fed ainda está bem cauteloso em relação a redução de estímulos", o que torna baixa a probabilidade de anúncio iminente de corte em suas compras de ativos. Caso essa expectativa de manutenção da política monetária se consolide, a tendência é que países emergentes continuem recebendo fluxo de capital estrangeiro.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja em Chicago se elevaram durante esta semana. Sendo agora novembro o primeiro mês cotado, o fechamento desta quinta-feira (16) ficou em US$ 12,96/bushel, contra US$ 12,58 uma semana antes. Mesmo com o relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado no dia 10/09, confirmar um aumento na produção e nos estoques finais dos EUA, para a safra 2021/22, os preços subiram um pouco. Isso porque, além de já estar precificado o aumento nos volumes, os mesmos apenas repuseram o que já se havia projetado dois meses antes. Portanto, não houve grandes novidades.
SuínosAgrolink · Na primeira quinzena de setembro, a carne de frango negociada no atacado da Grande São Paulo se valorizou de maneira mais intensa que as principais substitutas, as proteínas bovina e suína.
TrigoAgrolink · Tivermos outro dia de mercado disponível praticamente morto para o trigo no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Com as chuvas melhorando ao rendimento das lavouras e câmbio com chances de cair para dezembro os compradores locais mantiveram a indicação baixa em R$ 1.450,00 FOB e vendedor segue pedindo R$ 1.500,00 a R$ 1.550,00 para o trigo disponível. Preços de pedra mantiveram-se em R$ 80,00 base Panambi. Sem reporte de comercialização”, comenta.
LaranjaAgrolink · A menor disponibilidade de laranjas vem resultando em altas nos preços das frutas destinada à indústria e ao mercado de mesa. Para processamento, as cotações estão entre R$ 28,00 e R$ 30,00/cx nas grandes fábricas, enquanto no mercado de frutas frescas, os valores já ultrapassaram os R$ 40,00/cx de 40,8 kg, na árvore, para a variedade pera. Nesta semana, segundo colaboradores do Cepea, a baixa qualidade das laranjas seguiu valorizando as melhores frutas, cujos valores estão elevados.
AlgodãoAgrolink · Nos últimos meses, o preço dos fertilizantes atravessa um momento de volatilidade, porém, em patamares elevados. É o que aponta o relatório trimestral RaboResearch Food and Agribusiness Q3, de Setembro 2021, ao destacar que o preço médio da ureia atingiu USD 471/tonelada em ago./21, 68% maior em comparação a 12 meses atrás.
MilhoAgrolink · A B3 registrou mais um dia de queda dos preços do milho no mercado futuro de São Paulo, por avanço na colheita, segundo a TF Agroeconômica. “Conforme havíamos comentado ontem, nos últimos dias, as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo vem andando de lado, pressionadas principalmente por notícias que relatam colheitas avançadas na maioria dos estados produtores”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul a Emater destaca plantio de milho avançado em regionais como Bajé, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Ao contrário do que se pensava, nem todas as regionais terão aumento de área no cereal, e em Santa Rosa a escolha dos produtores deve ser por outro grão, onde agricultores justificam a redução devido aos fatores de bom retorno da soja, quando comparado ao alto custo da lavoura de milho. Em várias regionais, já foi constatada a presença da cigarrinha, onde houve controle químico da praga”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta menor sustentada pela demanda externa, inclusive a China comprou 360 mil toneladas do Brasil, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O contrato de novembro21 da soja em grão fechou em alta de 0,14% ou 1,75 cent/bushel a $ 1296,25 e o contrato para maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou em alta de 0,02% ou 0,25 cents/bushel a $ 1313. O contrato de outubro de farelo de soja fechou em alta de 1,25% ou 4,2/t curta a $ 340,1 e o contrato de outubro de óleo de soja fechou em queda de 2,44% ou $1,42/libra-peso a $56,89”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja permanecem estáveis e o volume negociado diminui no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de lotes, como pode ser visto na tabela ao lado, os preços permaneceram inalterados em relação a ontem, com todas as regiões se mantendo nos mesmos níveis. Com isto, o dia contou com falta de interesse por parte dos dois agentes do mercado, tanto vendedor quanto comprador e o volume total chegou no máximo a 10.000 toneladas, apenas 10% das vendas de ontem”, comenta.
SuínosAgrolink · Após iniciar setembro enfraquecido, o mercado de suínos reagiu nesta semana, com aquecimentos nas demandas interna e externa pela carne. Diante disso, agentes de frigoríficos aumentaram as aquisições de novos lotes de animais para abate. Como resultado, os preços internos do animal vivo e da carne passaram a subir.
TrigoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado do trigo não teve alterações e continua sem vendedores, com compradores a R$ 1.450,00/t FOB, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como o Rio Grande do Sul não publica detalhadamente os custos de produção, utilizamos os dados do Deral-PR, que atualizou os seus custos em agosto. Para o trigo, esta atualização dos custos variáveis foi para R$ 73,00/saca, que, contra a média de R$ 80,00/saca pagas atualmente aos agricultores, representa um lucro aproximado de 9,58%/saca”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, a B3 apresentou leves recuos para o milho, com mercado físico rodando e colheitas praticamente finalizadas. “Os boletins de consultorias, agências e órgãos ligados ao agronegócio vêm apontando para avanços expressivos de colheitas, de 95 até 100% em todos os principais estados produtores”, comenta.
MilhoAgrolink · O cenário altista que se estabeleceu durante praticamente todo o período de safrinha fez com que as pedidas de produtores do Rio Grande do Sul se estabelecessem a níveis maiores em praticamente todas as regiões do Estado. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica, neste meio de semana.

