Análise de Mercado
Arquivo · página 64
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Gado de LeiteCepea/Esalq · A importância do sistema agroindustrial (SAG) do leite no Brasil é inegável. Nosso País é o quinto maior produtor de leite do mundo e nossa produção corresponde a quase 5% do total mundial, segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura). As estatísticas nacionais mostram que são mais de 1,17 milhão de produtores no campo e cerca de 130 mil pessoas empregadas na indústria de laticínios (IBGE, 2017; RAIS, 2022). Os últimos dados disponíveis do Cepea indicam que o setor lácteo gerou R$ 77,1 bilhões em 2020, valor que representou 4% do PIB do agronegócio naquele ano.
ArrozCepea/Esalq · O mês de maio foi marcado por um cenário desafiador no mercado de arroz, especialmente no Rio Grande do Sul, o principal produtor brasileiro do cereal, que enfrentou uma das maiores tragédias climáticas da história. As fortes chuvas e inundações dificultaram a logística de escoamento, deixando agentes preocupados e adiando novas negociações.
AlgodãoCepea/Esalq · Os preços internos do algodão em pluma caíram ao longo de maio, com a média mensal registrando o menor nível em quase quatro anos. Além das quedas externas, a pressão veio da maior flexibilidade de vendedores domésticos, visando à liquidação do saldo remanescente da temporada 2022/23.
Cepea/Esalq · Os preços médios do açúcar cristal branco encerraram maio em queda no mercado spot do estado de São Paulo. Com a colheita e a moagem da cana-de-açúcar na safra 2024/25 avançando sem interrupções, algumas usinas tiveram maior disponibilidade de açúcar para pronta-entrega. Diante da pressão exercida por compradores por volumes maiores a preços mais baixos, as usinas cederam nos valores, em especial para o cristal tipo Icumsa 180.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, após subirem para níveis importantes no final de maio, quando o primeiro mês bateu em US$ 7,00/bushel, a mais elevada cotação desde a segunda quinzena de julho/23, voltaram a recuar nestes primeiros dias de junho. Com isso, o bushel do cereal fechou a quinta-feira (06) em US$ 6,39, contra US$ 6,81 uma semana antes. Destaca-se que a média de maio ficou em US$ 6,56/bushel, com expressivo aumento de 16,3% sobre a média de abril. Lembrando que a média de maio de 2023 foi de US$ 6,19/bushel.
MilhoCEEMA/UNIJUI · O bushel de milho, em Chicago, após recuar para US$ 4,39 no dia 05, voltou a subir, fechando a quinta-feira (06) em US$ 4,53, contra US$ 4,48 uma semana antes. Por outro lado, a média de maio fechou em US$ 4,54/bushel, sendo 4,6% superior à média de abril. Lembrando que a média de maio do ano passado atingiu a US$ 6,09/bushel. Dito isso, o plantio do cereal nos EUA, até o dia 02/06, atingia a 91% da área, contra 89% na média histórica. Já as condições das lavouras estadunidenses se apresentavam com 75% entre boas a excelentes, 21% regulares e 4% entre ruins a muito ruins.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja, em Chicago, cederam bastante nesta semana. O bushel da oleaginosa chegou a bater em US$ 11,77 no dia 05/06, após US$ 12,48 no dia 24/05. Ou seja, em sete dias úteis o mesmo perdeu 5,7% de seu valor. Na sequência, houve um repique de alta e o fechamento da quinta-feira (06) ficou em US$ 12,00/bushel, contra US$ 12,09 uma semana antes. Destaca-se que a média de maio ficou em US$ 12,16/bushel, correspondendo a uma elevação de 4,5% sobre a de abril. Em maio do ano passado, a média havia sido de US$ 13,85 considerando o primeiro mês cotado. Dito isso, o bom avanço do plantio nos EUA, graças a um clima favorável, puxa para baixo as cotações da soja.
LaranjaCepea/Esalq · Após dois meses em queda, os preços da laranja para o mercado de mesa podem voltar a subir em junho. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso deve vir da intensificação do processamento industrial da fruta – mais fábricas entram em operação neste mês, limitando, consequentemente, o volume de laranja no segmento in natura.
MilhoCepea/Esalq · As atividades de colheita da primeira e segunda safras de milho seguem avançando no Brasil, mas agentes continuam incertos quanto à produção da segunda safra em algumas regiões, de acordo com pesquisadores do Cepea. O clima ao longo de maio não amenizou a situação das lavouras, especialmente as do Sul, Sudeste e de partes do Centro-Oeste.
SojaCepea/Esalq · As cotações da soja caíram no encerramento de maio, devolvendo parte dos ganhos registrados ao longo do mês. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão esteve atrelada à maior oferta da oleaginosa na América do Sul e ao bom ritmo de cultivo nos Estados Unidos. Além disso, apesar da queda na produção brasileira nesta temporada, a reta final da colheita e os preços atrativos têm levado vendedores a aumentarem a disponibilidade de soja no spot nacional, conforme pesquisadores do Cepea.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, fecharam a semana em recuo. O bushel do cereal, na quinta-feira (30), para o primeiro mês cotado, fechou em US$ 4,48, contra US$ 4,64 uma semana antes. O plantio do milho nos EUA igualmente avança bem, tendo chegado, no dia 26/05, a 83% da área esperada, contra a média de 82%, sendo que 58% das lavouras semeadas estavam germinadas, ficando exatamente dentro da média histórica. Já os embarques de milho estadunidense, na semana encerrada em 23/05, somaram 1,08 milhão de toneladas, ficando dentro do esperado pelo mercado. Assim, o total embarcado pelos EUA, no atual ano comercial, atingiu a 36,3 milhões de toneladas, ficando bem acima dos 28,7 milhões em igual momento do ano anterior.
SojaCEEMA/UNIJUI · Em uma semana com dois feriados (na segunda-feira o Memorial Day nos EUA e na quinta-feira o Corpus Christi no Brasil), o mercado internacional apresentou recuo nas cotações em Chicago. O bushel de soja fechou a quinta-feira (30) em US$ 12,09, após US$ 12,39 uma semana antes. Um dos motivos é o bom avanço no plantio da nova safra dos EUA, acompanhada de uma melhoria no clima no sul do Brasil, embora por aqui já não há mais o que fazer em relação as perdas consolidadas devido as enchentes. A sustentação das cotações, se houve, veio especialmente das novas altas nos valores do trigo em Chicago.
TrigoCEEMA/UNIJUI · Diante da continuidade dos problemas na safra russa de trigo, e alguns problemas climáticos nos EUA, o trigo viu suas cotações, em Chicago, dispararem mais uma vez. Enquanto o primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (23) em US$ 6,98/bushel, contra US$ 6,63 uma semana antes, e US$ 5,81 no início de maio, os meses futuros superaram facilmente os US$ 7,00/bushel nesta semana.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, subiram um pouco durante a semana, porém, vêm se mantendo dentro de certa estabilidade desde o início de maio, com o bushel oscilando entre US$ 4,40 e US$ 4,65. Nesta quinta-feira (23) o fechamento ficou em US$ 4,64, para o primeiro mês cotado, contra US$ 4,57 uma semana antes. Enquanto isso o plantio do milho, nos EUA, até o dia 19/05, atingiu a 70% da área esperada, contra a média histórica de 71% para esta época do ano. Cerca de 40% das lavouras do cereal estavam germinadas naquela data, contra 39% na média.
CEEMA/UNIJUI · As cotações da soja, em Chicago, continuaram subindo nesta semana, apesar de os fundamentos deste mercado serem baixistas. A forte alta do trigo, acompanhada pelas altas do farelo em função das greves na Argentina, além dos problemas climáticos no sul do Brasil, momentaneamente, estão puxando as cotações para cima. Afora isso, estamos em pleno mercado do clima nos EUA, época em que normalmente ocorrem fortes especulações sobre a futura safra deste país. Assim, o fechamento desta quinta-feira (23), para o primeiro mês cotado, ficou em US$ 12,39/bushel, contra US$ 12,16 uma semana antes.
AlgodãoAgrolink · A produção de algodão no Brasil tem se destacado como uma solução viável para atravessar momentos de crise no setor agrícola, conforme apontado por Marcos Rubin, Fundador da Consultoria Veeries, em seu perfil no LinkedIn. Nos últimos dez anos, a produção de algodão no país dobrou, um crescimento impulsionado pelo desenvolvimento do algodão safrinha no Mato Grosso, que permitiu uma significativa expansão da área cultivada.
MandiocaCepea/Esalq · O volume de mandioca entregue nas fecularias e farinheiras reduziu na semana passada, o que deu sustentação aos preços da raiz – esse cenário foi verificado em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Agentes relataram dificuldades em realizar as atividades de colheita, devido à baixa umidade e estiagem.
Cepea/Esalq · Com o avanço da segunda quinzena do mês, os preços dos ovos comerciais caíram em todas as praças acompanhas pelo Cepea. A pressão sobre os valores veio, sobretudo, do enfraquecimento da demanda.
MilhoCepea/Esalq · A colheita da segunda safra de milho começa a ganhar ritmo em algumas regiões, sobretudo nas de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Ainda assim, pesquisadores do Cepea indicam que a oferta do cereal tem sido limitada no spot nacional por produtores, que, por sua vez, estão atentos aos possíveis impactos do clima quente e seco sobre a produção.
ArrozInfoarroz · Em abril, os preços mundiais do arroz caíram novamente em uma média de 3%, devido à redução da demanda global e à chegada das novas safras asiáticas ao mercado. Quedas foram observadas em todos os mercados mundiais, inclusive no hemisfério ocidental. Entretanto, cortes mais significativos foram registrados na Tailândia, em parte devido à desvalorização do bath em relação ao dólar. Os preços do Paquistão recuaram devido a um mercado externo mais lento. Em contraste, as quedas foram menos acentuadas no Vietnã e na Índia, em torno de 1%, graças a demandas mais ativas, especialmente do Sudeste Asiático e da África Subsaariana. A demanda global tendeu a se recuperar no final de abril, levando a um aumento significativo nos preços no início de maio, por causa também à valorização das moedas asiáticas em relação ao dólar.

