O mercado cafeeiro segue em ritmo lento e incerto, ainda digerindo e exercitando possibilidades de como deslocar a oferta com a possível tarifação americana de 50% a produtos brasileiros enviados aos Estados Unidos, avaliam pesquisadores do Cepea.
Segundo o Centro de Pesquisas, o avanço da colheita no Brasil tem reforçado o contexto de volatilidade, aumentando a oferta – para o arábica, as atividades caminham bem e, para o robusta, estão praticamente finalizadas. Uma das principais preocupações do setor sobre a taxação americana, conforme explicam pesquisadores, está atrelada ao café solúvel, que tem o robusta como matéria-prima, e os Estados Unidos são importantes compradores.


