Infocafé de 14/01/22
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Infocafé de 14/01/22

A bolsa de N.Y. trabalhou em alta, operando entre a mínima de -2,30 pontos e máxima +3,20 fechando com +2,70
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A bolsa de N.Y. trabalhou em alta, operando entre a mínima de -2,30 pontos e máxima +3,20 fechando com +2,70. O acumulando na semana é de +1,20 pts. A moeda norte-americana recuou 0,28%, cotada a R$ 5,5130. Segundo a agência Reuters, as perdas recentes do dólar refletem a percepção de investidores de que a maior parte da guinada mais dura na conduta da política monetária do banco central dos Estados Unidos, que geralmente é fator de apoio para o dólar, já foi precificada.

Recentemente, várias autoridades do Federal Reserve defenderam que o primeiro aumento de juros nos EUA desde o início da pandemia aconteça já em março deste ano. A expectativa predominante nos mercados é de que, depois da alta das taxas de empréstimo em março, o banco central aumente os juros mais duas vezes neste ano. Mas apostas mais agressivas, de que o Fed promoveria mais de três aumentos em 2022, perderam força nesta semana após dados de inflação norte-americanos em linha com as expectativas. Por aqui, o mercado segue com as questões fiscais no radar, em especial a pressão de servidores por reajustes salariais. 

A expectativa de SAFRAS & Mercado é que o Brasil embarque 34,4 milhões de sacas de café no ano comercial 2021/22 (julho/junho), somando verde e solúvel. Isso corresponde a uma queda de 18% em relação aos 46,4 milhões de sacas na temporada 20/21. "Mas é bom monitorar com atenção o fluxo de embarques nesses primeiros meses de 2022. A demanda externa ensaia uma menor procura por café brasileiro, sinalizando cobertura para os próximos meses com a chegada dos embarques atrasados e alongando estoques, formados com compras na safra recorde de 2020", aponta o consultor de SAFRAS.  Com isso, segue o consultor, parte dos compradores pretende só voltar com força aos portos do Brasil na entrada da safra 2022. "Assim, é possível ter uma performance externa aquém da esperada. Mas, lógico, que qualquer indicação de uma safra 2022 do Brasil abaixo da esperada, tende a alterar drasticamente a postura da demanda, trazendo mais compradores ao Brasil e elevando as chamadas posições de proteção física", comenta. 

 


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