Confira aqui como está a situação do milho
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Imagem: Eliza Maliszewski
MERCADO

Confira aqui como está a situação do milho

Em todo o estado do Paraná, praticamente já não há mais milho abaixo de R$ 100,00 a saca
Por: -Leonardo Gottems

No mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul, a Emater apontou avanço de colheita em 20% e a saca passa de R$ 88,60 para R$ 92,32, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Até onde o órgão relata, em regionais como Caxias do Sul e Porto Alegre, a perca  é de 25%. Em Santa Rosa, porém, aponta-se que algumas lavouras perderam 85%. Com estes e outros fatores, aponta-se alta no milho, que passou de R$ 88,60 para R$ 92,32, em preços pagos ao produtor”, comenta. 

Em Santa Catarina foram vistos negócios entre R$ 100 e R$ 102,00/saca. “Em  lotes  pontuais, ouviram-se  pelo menos  5  mil  toneladas  no  dia  de  hoje,  com  preços pagos no estado de até R$ 2,00/sc de diferença ao que vinha sendo indicado. Na região sul, uma indústria tomou 2 mil toneladas a R$ 102,00 mais ICMS, com origem do Mato Grosso. No meio oeste, o preço pago foi de R$ 100,00, em pelo menos 1.000 toneladas, e no oeste, pagou-se R$ 101,00 em um indústria suína”, completa a consultoria. 

Em todo o estado do Paraná, praticamente já não há mais milho abaixo de R$ 100,00 a saca. “O  movimento,  no  entanto, não parece ter abalado os compradores, que na briga, ofereceram no máximo até R$ 99,00 pela saca. O dia, desta forma, manteve-se calmo para os negócios. No oeste, 1.000 toneladas rodaram a R$ 101,00, e nenhum outro negócio nos foi reportado. Preços balcão a R$ 89,00 no sudoeste e norte, e R$ 90,00 no oeste e centro oeste do estado”, indica. 

Ainda há pouca oferta de milho verão no estado do Mato Grosso do Sul, que tem pedidas a partir de R$ 90,00. “No  Mato  Grosso  do  Sul  há registro  pontual  de  colheita,  mas  as  áreas  prontas ainda  são  poucas  e  os  produtores  seguem concentrados na avaliação das perdas causadas pela seca e na possibilidade de chuvas nos próximos dias. Segue  o  ritmo  fraco  de  comercialização,  e  muitos comentam esperar a colheita para somente após sair com alguma venda”, conclui. 


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