Recuos não param: milho cai novamente na B3

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Imagem: Nadia Borges
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Recuos não param: milho cai novamente na B3

Em Chicago, os estoques estão menores e a seca deixa os futuros quase 3% mais altos
Por: -Leonardo Gottems

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou o relatório de oferta e demanda, que acabou influenciando a B3 e derrubando os preços do milho novamente, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Para este primeiro, as expectativas giravam em torno de 96,4 milhões, e os dados apontaram para  98,5 milhões de toneladas segundo o  USDA (96,39 MT segundo a Conab).  No caso dos Estados Unidos, a expectativa era de estoques em 30,7 milhões, mas os números divulgados apontam para 28,1, o que sustentou as altas na Bolsa de Chicago”, comenta. 

“Para  este  primeiro,  as  expectativas giravam  em  torno  de  96,4  milhões,  e  os  dados apontaram  para  98,5MT  segundo  o  USDA  (96,39  MT segundo  a  Conab).  No  caso  dos  Estados  Unidos,  a expectativa era de estoques em 30,7 milhões, mas os números  divulgados  apontam  para  28,1,  o  que sustentou as altas na Bolsa de Chicago.  Assim, os principais vencimentos se apresentaram da seguinte forma: junho encerrado a R$ 93,80 (-0,42%); setembro a R$ 96,30 (-0,47%); novembro a R$ 97,45 (-0,54%) e o vencimento janeiro a R$ 99,41 (-0,39)”, completa. 

Em Chicago, os estoques estão menores e a seca deixa os futuros quase 3% mais altos. “O  USDA  elevou  as  estimativas  de  demanda  interna  e externa  para  os  EUA  no  ciclo  atual,  resultando  em menores  estoques  finais.  Além  disso,  a  previsão climática  adversa  no  meio-oeste  americano  é  motivo de  preocupação.  A  escassa  chuva  impactaria  a produtividade”, indica. 

“Os  futuros  do  milho  continuaram  firmemente  a  subir nesta  quinta-feira,  desacelerando  o  ímpeto brevemente  após  a  divulgação  da  atualização  mensal do USDA em seu relatório Wasde, antes de chegar ao fechamento com novo suporte.  Junto com a atualização do USDA, a Conab do Brasil e a Casde  da  China  também  contribuíram  com  outros insumos  fundamentais,  com  os  três  juntos  servindo para destacar que a demanda está superando a oferta”, conclui. 


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