Fertox
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Fosfeto de alumínio
Registro MAPA:
2304
Empresa Registrante:
Landevo |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Fosfeto de alumínio | 560 g/kg | |
| Equivalente em fosfina | 328 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Tratamento de grãos armazenados, Pós-colheita / Produtos armazenados
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
1 - Produto Extremamente Tóxico
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Corrosivo
Formulação:
Fumigante em Pastilhas, Comprimidos e Sachês (FF)
Modo de Ação:
Fumigante
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Amendoim | Dosagem | |
|---|---|---|
| Corcyra cephalonica (Traça) | veja aqui |
| Cacau | Dosagem | |
|---|---|---|
| Ephestia cautella (Traça) | veja aqui |
| Café | Dosagem | |
|---|---|---|
| Araecerus fasciculatus (Caruncho) | veja aqui |
| Castanha-de-Cajú | Dosagem | |
|---|---|---|
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui |
| Fumo | Dosagem | |
|---|---|---|
| Lasioderma serricorne (Caruncho do fumo) | veja aqui |
| Madeira e subprodutos | Dosagem | |
|---|---|---|
| Tratamento quarentenário e fitossanitário (Tratamento quarentenário e fitossanitário) | veja aqui |
| Sorgo | Dosagem | |
|---|---|---|
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui |
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Dosagem | |
|---|---|---|
| Cornitermes cumulans (Cupim) | veja aqui | |
| Cornitermes snyderi (Cupim chato) | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Balde | Metálico | Rígida | Sólido | 9 / 10,5 / 12 / 15 KG |
| Não Lavável | Cartucho | Plástico | Flexível | Sólido | 3 G |
| Não Lavável | Cartucho | Metálico | Flexível | Sólido | 36 / 60 / 75 G |
| Não Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Sólido | 300 / 1000 / 1500 G |
| Não Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Sólido | 90 / 1000 / 1500 G |
INSTRUÇÕES DE USO
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES
O produto é aplicado quando há sintomas de infestação. Sendo o produto de contato, sempre que houver reinfestação haverá necessidade de aplicação do produto. Soja: Aplicar uma vez, na fumigação de soja a granel nos porões de navios destinados à exportação.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto pode ser aplicado no expurgo de algodão, amendoim, arroz, aveia, café, castanha de caju, cevada, farelo de soja, farinha de trigo, feijão, fumo, milho, soja e trigo. Para os grãos de arroz, aveia, cacau, café, cevada, feijão, milho, trigo, soja e sorgo armazenados podem ser expurgados de várias formas:
• Em tendas plásticas (graneleiro e sacaria), hermeticamente fechadas com cobras de areia.
• Em armazéns fechados onde se fumiga todo o volume do armazém o qual tem que estar hermeticamente fechado para que não haja escape de gás.
• Em silos os quais devem estar bem fechados para que não haja escape do gás. Introduzir as pastilhas de fosfeto de alumínio, com o auxílio de sondas, cujas extremidades inferiores apresentem aletas, que se abrem para deixar cair pastilhas, sendo que estas são distribuídas a diferentes alturas, conforme o volume ou tonelagem.
• O produto em sachet (saco) deve ser distribuído, após se constatado às condições de hermeticidade, nas doses recomendadas para cada tipo de armazenamento; Sacarias: distribuir o produto espaçadamente entre os sacos (sobre as pilhas) ou no piso, em pequenas caixas ao lado do lote a ser expurgado. Graneleiros e Silos: distribuir o produto nos dutos do sistema de expurgo existente ou durante a operação de carregamento (silos verticais) ou distribuídos com sondas manuais (silos horizontais). Para os grãos de soja destinados à exportação devem ser aplicados nos porões de navio da seguinte forma:
• Deve-se utilizar pedaços de tiras de lençol plástico de boa espessura e fita adesiva, assegurandose da perfeita vedação dos porões e da impossibilidade de vazamento para áreas limítrofes com presença da tripulação, procurando fechar bem todo ponto, onde o gás fosfina possa escapar, como por exemplo, escotilhas de acesso, orifício de exaustores do teto, etc.
• Anteriormente deve-se estender os sachets em tiras nas superfícies dos grãos de soja e enterrálos entre 20 e 30 cm de profundidade. Observação: O expurgo para fins de exportação de soja em grãos deve ser realizado por empresa credenciada no Ministério da Agricultura e Pecuária. A critério do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável as condições de aplicação podem ser alteradas, por exemplo em locais com circulação de ar forçado.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Após o período de exposição, que seria o tempo de tratamento, há necessidade de aeração do ambiente onde os grãos ou produtos armazenados foram tratados, como também a aeração dos próprios grãos ou produtos. As concentrações residuais de gás devem ser verificadas previamente pelo cheiro característico exalado (cheiro de peixe em decomposição) ou ainda de forma quantitativa usando uma bomba e ampolas Drager específicas para fosfina. Recomenda-se que os trabalhadores aguardem o período de aeração, no mínimo de 3 a 4 dias, para reentrada no local fumigado. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxidade: O produto quando utilizado nas doses recomendadas não apresenta fitotoxidade nem afeta o poder germinativo. Compatibilidade: O produto não deve ser utilizado com outros agrotóxicos.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológicos, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
• Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência.
• Recomenda-se as seguintes estratégias de manejo de resistência, pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas.
• Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo da resistência.