A pergunta do milhão: Quanto arroz tem realmente a China?
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Agronegócio

A pergunta do milhão: Quanto arroz tem realmente a China?

China é o maior produtor e consumidor de arroz do mundo
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Líderes agrícolas dos países do G8 (EUA, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Rússia e Reino Unido) e do Banco Mundial se reuniram em uma conferência de dois dias em Washington na segunda-feira (06) para ajudar a construir uma plataforma global para tornar a informação agrícola confiável e disponível gratuitamente para ajudar a evitar futuras crises alimentares.


Os cientistas e outros líderes da "Conferência Internacional sobre Dados Abertos para Agricultura G8" dizem que ter dados abertos na agricultura capacita agricultores em países em desenvolvimento. A meta deste ano é uma extensão do compromisso do G8 para compartilhar dados agrícolas livremente para evitar outra crise de alimentos como a de 2007-08, quando os países começaram a segurar as exportações de grãos, devido à falta de dados confiáveis, o que causou tumultos por alimentos do Egito ao Haiti.


O principal desafio da conferência este ano será para incentivar grandes empresas de alimentos e países como a China a fornecer dados precisos sobre a produção e os estoques de grãos. China é o maior produtor e consumidor de arroz do mundo, produzindo cerca de 143 milhões de toneladas de arroz por ano e consome quase tudo. Comparado com o comércio global anual de cerca de 34-37 milhões de toneladas, uma pequena variação percentual do consumo da produção de arroz na China pode afetar a disponibilidade de arroz de outros países, especialmente em alguns países africanos, que dependem em grande parte das importações de arroz.


Um aumento das importações de arroz da China no ano passado (aumento de cerca de cinco vezes em relação ao importado em 2011) alimentou especulações de uma crise de alimentos na China e efeito cascata potencial em vários outros países. Mais tarde, o governo chinês disse que as importações de arroz aumentaram devido à alta dos preços domésticos. No entanto, o incidente destacou a necessidade de transparência nos estoques de cereais na China e de outros países fechados, para a troca de dados sobre a agricultura. Da mesma forma, as grandes empresas muitas vezes não revelão sua existência e também as tendências na produção de alimentos devido à concorrência.

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