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Abicab reforça a importância do selo Pró-Amendoim para evitar a contaminação pelas aflatoxinas


Programa monitora periodicamente as empresas para garantir a qualidade dos produtos derivados de amendoim.

Em todo o mundo, provou-se a importância de existir um órgão ou associação que preserve e fiscalize a qualidade dos produtos derivados do amendoim. Recentemente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a interdição cautelar de um lote de amendoim, da marca Kilin, 500g, lote 0309, com validade até 26 de julho de 2010, fabricado por Nilik Indústria e Comércio Ltda., com sede em Minas Gerais. O produto apresentou teores de aflatoxinas superiores ao permitido pela legislação sanitária.

A aflatoxina é uma substância tóxica produzida por alguns tipos de fungos em nozes, amendoim e outras sementes oleosas, que pode causar câncer do fígado se ingerida em grandes quantidades.

Para evitar problemas como esses, os brasileiros contam, há oito anos, com o trabalho desenvolvido pelo Programa Pró-Amendoim, da Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), que tem como objetivo garantir a qualidade dos produtos derivados da oleoginosa. Para que o consumidor saiba identificar qual marca passou pela certificação do Programa, basta procurar pelo Selo de Qualidade Certificada Pró-Amendoim ABICAB nas embalagens. Atualmente, 11 empresas são participantes, são elas: Agtal, Amembra, Arlindo Valêncio, Carino, Dori, Inam, Irlofil, Malta Rezende, Maritucs, Santa Helena e Yoki.

Desde a implementação do programa, em 2002, a quantidade de lotes que apresentaram não-conformidade na qualidade caiu de 40%, para apenas 7%. A união de tais resultados com o aprimoramento da cadeia produtiva também favorece as exportações.

Renato Fechino, vice-presidente do setor de amendoim da Abicab, explica que é muito importante que o consumidor atente para a existência do selo nas mercadorias que compra. “O Selo de Qualidade Certificada Pró-Amendoim já está presente em mais de 45% dos produtos comercializados e isso permite ao consumidor brasileiro optar por alimentos de alta confiabilidade, pois o processo de fabricação e a procedência são devidamente atestados”, afirma Fechino.

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