Acompanhe o desempenho de ontem para café, suco, algodão e soja
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Agronegócio

Acompanhe o desempenho de ontem para café, suco, algodão e soja

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Café - recompra dos fundos

Os preços futuros do café subiram nesta quinta-feira, atingindo a maior cotação dos últimos 10 dias, movimentando 34,1 mil contratos, com a combinação de recompras por parte dos fundos e da entrada dos especuladores no mercado internacional. Os contratos do grão para maio encerraram o pregão a 77,55 centavos de dólar por libra-peso, na bolsa de Nova York, com aumento de 1,1% (ou 85 pontos) sobre a sessão anterior.

Segundo Claudimir Zafalon, operador da LaSalle, os investidores estão se posicionando para o inverno brasileiro. As exportações brasileiras entre os dias 1º e 10 deste mês ficaram em 239,01 mil sacas, abaixo das 339,04 mil sacas do mesmo período de janeiro, segundo dados da Cecafé. No mercado interno, a saca de 60 quilos do grão fechou a R$ 207,15, alta de 0,4%.

Suco - cobertura de posições

Depois de descerem ao menos patamar em 27 anos na quarta-feira, os preços do suco de laranja se recuperaram parcialmente nesta quinta na bolsa de Nova York, impulsionados por um movimento de cobertura de posições. Os contratos com vencimento em março fecharam a 61,20 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 115 pontos, ao passo que os papéis para entrega em maio subiram 75 pontos e alcançaram 63,80 centavos de dólar.

Apesar da alta, traders ouvidos pela agência Dow Jones Newswires ainda acreditam que as cotações não chegaram ao fundo do poço. No mercado doméstico, a caixa de 40,8 quilos da laranja pêra destinada às indústrias de suco subiu para R$ 6,56 na média paulista, de acordo com levantamento do Cepea/Esalq.

Algodão - notícias altistas

Os preços futuros do algodão subiram, nesta quinta-feira, com a sustentação da demanda no mercado americano. Os contratos para maio encerraram o dia a 68,66 centavos de dólar por libra-peso, na bolsa de Nova York, com alta de 2,5% (ou 172 pontos), em relação ao dia anterior. As exportações semanais de algodão dos Estados Unidos ficaram em 384,8 mil fardos, aumento de 9% sobre a semana anterior e 20% acima da média das últimas quatro semanas.

O principal mercado foi a China, além da Turquia e México. A desvalorização do dólar também ajudou a dar suporte aos preços do algodão, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires. No mercado interno, o índice Cepea/Esalq para o algodão fechou em queda de 0,6%, para R$ 2,181 a libra-peso. As indústrias aguardam a safra nova.

Soja - tombo em Chicago

As suspeitas de disseminação do vírus influenza, causador da gripe do frango, na costa leste dos Estados Unidos e na Pensilvânia derrubaram as cotações da soja nesta quinta-feira em Chicago. Os contratos com vencimento em março encerraram o dia negociados a US$ 8,22 por bushel, em baixa de 16 centavos de dólar, enquanto os futuros para entrega em maio - que sinalizam preços para a comercialização da safra brasileira - caíram 15,50 centavos de dólar, para US$ 8,23.

Fundos de investimentos também liquidaram posições de longo prazo e colaboraram para a desvalorização. O tombo em Chicago dificultou as transações no Brasil, segundo Benedito de Oliveira, analista da Agência Rural. Ainda assim pequenos lotes saíram em Primavera do Leste (MT) por R$ 36 a saca.


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