Acompanhe o desempenho de ontem para suco, cacau, algodão e trigo
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Agronegócio

Acompanhe o desempenho de ontem para suco, cacau, algodão e trigo

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Suco - valorização em NY

Com a ausência de vendedores, os preços do suco de laranja fecharam em alta ontem na bolsa de Nova York. Os futuros para entrega em maio subiram 35 pontos, para 58 centavos de dólar por libra-peso, ao passo que julho fechou a 61 cents, com ganho de 50 pontos.

Chamaram a atenção de traders ouvidos pela agência Dow Jones Newswires notícias dando conta de chuvas favoráveis sobre os pomares da Flórida na semana passada, o que reforça a expectativa de safra recorde de laranja no Estado. Também o aumento de 21,8% das exportações brasileiras de suco em abril, para 113,2 mil toneladas, mereceram destaque. No país, a caixa de 40,8 quilos da laranja pêra destinada às indústrias de suco saiu por R$ 5,17 na média paulista, segundo o Cepea/Esalq.

Cacau - demanda sustenta

As cotações do cacau encerraram a terça-feira com leve valorização ontem na bolsa de Nova York, sustentadas por compras efetuadas por tradings e processadoras. Os contratos com vencimento em maio fecharam a US$ 1.387 por tonelada, com ganho de US$ 10 - mesma alta dos papéis para entrega em julho, que alcançaram US$ 1.395 no fechamento.

"Tivemos um dia construtivo, com o mercado testando limites de baixa, graças a uma liquidação especulativa, mas fechando em alta", afirmou James Cordier, do Liberty Trading Group, com sede na Flórida, à agência Dow Jones Newswires. No mercado interno, a arroba foi negociada, em média, por R$ 61 em Ilhéus e Itabuna, na Bahia, conforme a Central Nacional de Produtores de Cacau.

Algodão - vendas especulativas

Os preços futuros do algodão recuaram ontem, no mercado internacional, com as vendas especulativas. Os contratos da fibra para julho encerraram o dia a 59,68 centavos de dólar por libra-peso, na bolsa de Nova York, com recuo de 0,9% (ou 56 pontos) sobre o pregão anterior. Relatório da bolsa de Nova York mostrou que os especuladores aumentaram suas posições em aberto, de 24,3%, há duas semanas, para 31,3% no final da semana passada.

Nesta semana, o mercado está de olho no desempenho das exportações nos EUA. A expectativa é de que os embarques fiquem entre 275 mil a 300 mil fardos de algodão. No mercado interno, os preços seguem em queda. O índice Cepea/Esalq fechou ontem a R$ 1,9760 a libra-peso (8 dias de pagamento), em São Paulo, com recuo de 0,9%.

Trigo - clima ruim nos EUA

Os preços futuros do trigo fecharam em alta ontem, com a sustentação do clima desfavorável sobre as lavouras dos EUA. Os contratos do cereal para julho foram negociados a US$ 4,23 o bushel, com alta de US$ 1,65 o bushel, ou elevação de 4%, na bolsa de Kansas, em relação ao pregão anterior. As previsões para as lavouras americanas de trigo são de clima muito quente.

Há notícias de que a China poderá entrar no mercado para comprar o trigo americano. Os volumes não estão confirmados, mas giram em torno de 3 milhões de toneladas. Os chineses podem buscar o cereal do Canadá e Austrália. O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostra que 48% das lavouras do trigo de inverno estão de boa para excelente, índice que se mantém inalterado a semana anterior.


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