ADAB atualiza legislação de transporte de capulhos, sementes e caroços de algodão na Bahia

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ADAB atualiza legislação de transporte de capulhos, sementes e caroços de algodão na Bahia

Portaria proíbe transporte da pluma em veículos que não estejam vedados
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Foi publicada no Diário Oficial da União a nova portaria de transporte de capulhos, sementes e caroços de algodão a granel na Bahia. Diante do problema causado por plantas de algodão que crescem nas margens das rodovias constituindo potenciais focos de pragas, decorrentes do derramamento de sementes e sua posterior geminação, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), vinculada à Secretaria da Agricultura, atualizou a portaria de transporte de algodão com a finalidade de prevenir o estabelecimento de plantas voluntárias (tigueras) nas áreas de servidão das rodovias, minimizando o risco de focos, principalmente do Bicudo do Algodoeiro. A publicação ocorreu no dia 30 de agosto.

A portaria proíbe, principalmente, o transporte de capulhos, sementes e caroços de algodão a granel em veículos que não estejam totalmente vedados, para evitar que o conteúdo de sua carga caia nas vias públicas ou nas rodovias.

Para isso, o coordenador do Projeto Fitossanitário do Algodão da ADAB, Urbano Cardoso, explica que a responsabilidade do acondicionamento é do transportador, do proprietário e/ou do estabelecimento de origem. “O veículo que estiver transitando em desacordo com a exigência, e for parado pela fiscalização da Adab, terá a carga retida e só será liberada após reparo da lona ou do material de vedação”, completa o engenheiro agrônomo e fiscal estadual agropecuário.

Os caroços, sementes e capulhos do algodão caem dos caminhões e se tornam a fonte do problema para a produção, seja ela do pequeno, médio ou grande produtor. Por isso, o diretor de Defesa Sanitária Vegetal, Armando Sá, esclarece que vai realizar um trabalho mais incisivo de fiscalização nos postos fixos e móveis, além de educação sanitária, na busca pela conscientização dos transportadores e das algodoeiras, usinas beneficiadoras, a fim de tentar amenizar o agente causador. “A medida se tornou necessária pela situação que se agravou no último ano. As plantas se desenvolveram com força total, o que causou preocupação por parte dos produtores e empresários, da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e do órgão de Defesa Agropecuária”, disse o diretor.
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