Agropecuária

Aeroporto do Galeão terá cão farejador para vigilância agropecuária

Cadela Neca fiscalizará bagagens de voos internacionais e encomendas dos Correios
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1 O Aeroporto Internacional do Antônio Carlos Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, será o próximo terminal aeroportuário do país a contar com o trabalho dos cães de detecção (farejadores). Os animais, treinados pelo Centro Nacional de Cães de Detecção, do Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), auxiliam na fiscalização federal agropecuária, evitando a entrada de pragas vegetais e doenças animais no Brasil. A previsão é que a cadela Neca, pastora alemã, esteja trabalhando naquele local até abril de 2018.  Neca será integrante da Equipe K9.

“O Vigiagro segue usando cães de detecção devido aos resultados positivos, como o altíssimo grau de acerto dos cães”, diz o chefe do Serviço de Vigilância e Fiscalização Animal da Coordenação Geral do Vigiagro, Paulo Campani.

O Galeão foi escolhido sob o ponto de vista técnico e estratégico, por ser o segundo maior aeroporto do Brasil em movimento internacional de passageiros e também porque está estrategicamente localizado, reunindo o Centro de Tratamento de Encomendas Internacionais dos Correios, bem como as demais empresas de remessas rápidas internacionais.

Nesta quarta-feira (18) será realizada no Galeão reunião com a equipe do Centro Nacional de Cães de Detecção para elaboração de cronograma destinado a implantação da Equipe K9.  Serão discutidas a construção de canil para abrigo dos animais de trabalho (instalações e acessos); infraestrutura do serviço de cães de detecção (veículos e local de acesso); desembarque internacional (fluxo de passageiros e fluxo de bagagens); e recebimento de cargas internacionais (fluxo de cada tipo de recebimento).

O Vigiagro já tem um cão de detecção no aeroporto Brasília, o Léo, e o cão Thor, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba. No terminal do Paraná, Thor, também presta serviço no Centro de Tratamento de Encomendas Internacionais dos Correios em Curitiba. Ambos cumprem o slogan do serviço: “Defendendo a agropecuária do Brasil”.

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