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Agrishow é tecnologia

É no momento de crise que o produtor tem mais necessidade de comparecer à Feira, para tomar conhecimento das novas tecnologias


Para o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB) e da AGRISHOW, Cesário Ramalho da Silva, a Feira é um show de tecnologia. Uma vitrine para fabricantes de máquinas, irrigação, implementos agrícolas e rodoviários, fertilizantes, sementes, defensivos e outros insumos exporem suas evoluções tecnológicas. Ramalho destaca que um dos seus objetivos à frente da AGRISHOW é trazer novos setores ligados ao agronegócio, que ainda não participam do evento. "O Brasil precisa de um evento como este, que tenha a capacidade de mostrar a grandeza e a força do País no segmento", afirma.

Na edição de 2008, 745 expositores exibiram mais de 2,5 mil produtos. Neste ano, a expectativa é que o número de expositores chegue a 775, dos quais 55 internacionais. Estima-se que o faturamento supere o registrado na edição anterior, que foi de R$ 870 milhões. O número de visitantes deve chegar a 140 mil.

Leia a seguir análise e expectativa de Ramalho para a AGRISHOW 2009: “É neste momento de crise que o produtor tem mais necessidade de comparecer à feira, para tomar conhecimento das novidades tecnológicas, que farão a diferença na sua atividade. Isso porque a terra é apenas um dos insumos da produção rural. Sem adição de tecnologia, um pedaço de terra não basta para uma agricultura e pecuária competitivas e sustentáveis.

Agora também, é hora das empresas investirem na divulgação de seus produtos e serviços, na interação com os clientes, a fim de criar um ambiente favorável a novos negócios. Com os pés no chão, claro, de acordo com a realidade atual, mas sempre com otimismo. A AGRISHOW não é mercado, é tecnologia. Se vendermos um pouco menos nesta edição, é natural, pois significa o amadurecimento e o conhecimento de gestão do produtor.

Conjuntura do agro

O fato é que a crise não atingiu, com a mesma intensidade, o setor rural como um todo. Grãos e pecuária foram atingidos, mas em escala menor que o segmento sucroalcooleiro, por exemplo. O agronegócio da cana-de-açúcar (usinas, produtores) sofre mais com a falta de crédito, já que estava em um processo de grandes investimentos antes do agravamento da crise.

A maioria das usinas estava em processo de ampliação, em razão das boas expectativas de venda e exportação de álcool e açúcar. A coisa mudou. Nesta safra de cana, poderemos ter algumas dificuldades de pagamento aos produtores pela matéria-prima entregue à indústria. Usinas estão sem capital de giro e não têm garantias para dar aos bancos para captar novos recursos.

Futuro

A ONU prevê que o mundo terá que aumentar em 50% a produção de alimentos até 2030 e dobrar até 2050. O Brasil é o país que reúne as melhores condições para fornecer alimentos e energia limpa e renovável, que o planeta tanto precisa.

Disponibilidade de terras, clima favorável, variedade de solos, estoque de água doce são importantes vantagens que temos. Isso sem contar o perfil empreendedor e a competência dos produtores rurais. Temos muitos desafios, mas, caros amigos, tenho certeza que nosso amanhã é positivo. As informações são da assessoria de imprensa do evento.

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