Agroindústria de embutidos genuinamente porto-velhense
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Agroindústria de embutidos genuinamente porto-velhense

Produto caro vem do Acre e Mato Grosso do Sul
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Beneficiando e comercializando mais de dois mil quilos de carne de suínos/mês, gerando seis empregos diretos, fiscalizada pelo Serviço de Inspeção Municipal (SIM), a agroindústria ‘Porcão’, localizada na avenida Campos Salles no bairro Eletronorte aguarda a liberação pela Agência Idaron para ampliar suas atividades, conforme explica o gerente Ronaldo Bianchi.

Cumprindo o que determina a legislação, a agroindústria produz linguiça fina, com e sem pimenta para acompanhar churrasco, amburguer, morcela, cracóvia, torresmo, bacon, almôndegas kafta, charque de suíno, 12 tipos de salame, carne de sol de suíno, copa lombo, calabresa, paio, costela defumada, joelho defumado, bem como ingredientes completos para feijoada. Funcionando de terça a domingo, nos finais de semana comercializa mais de 150 quilos de churrasco de suínos assados na brasa, com destaque para o pernil e paleta.

Ronaldo Bianchi relata que se não fosse a burocracia e a falta de apoio imposta pela Agência Idaron para transferir a fiscalização da agroindústria do município para o Estado, a produção de embutidos poderia estar sendo comercializada em outros municípios gerando mais emprego e renda. Outro aspecto que encarece o valor do produto ao consumidor final levantado pelo gerente, trata-se do valor da carne de suínos produzidas em outros Estados.

Produto caro vem do Acre e Mato Grosso do Sul

Como a produção de suínos enfrenta dificuldades burocráticas, apesar de toda a boa vontade do governador Confúcio Moura em incentivar as agroindústrias, a ‘Porcão’ adquire carne de suínos para industrializar no Acre e Mato Grosso do Sul. O produto que vem do Acre, cerca de mil quilômetros de distante de Porto Velho, chega aqui a R$ 7,60 o quilo, o de Mato Grosso do Sul, mais de três mil quilômetros a R$ 6,60 o quilo.

Se a carne de suíno fosse produzida no Estado, os produtos industrializados de boa qualidade chegariam à mesa do consumidor final entre 30 e 40% mais barato, segundo contabiliza Ronaldo Bianchi.


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