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Alta do preço físico do café não anima vendedores


A alta de R$ 3,00/saca nos preços do café arábica, na terça-feira (05), não estimulou a venda do produto. A oferta do grão permaneceu restrita e apenas as cooperativas mineiras disponibilizaram alguns lotes no mercado, sobretudo de cafés mais baixos. A demanda, além de baixa, se concentrou nos arábicas mais finos. Assim, poucos negócios foram realizados, entre R$ 177,00/saca e R$ 180,00/saca de bica corrida do sul de Minas Gerais. O Indicador Cepea/Esalq fechou a R$ 179,43/sc de 60 kg.

O principal responsável pela valorização do arábica no físico foi a elevação das cotações futuras. Os contratos de dezembro subiram 65 pontos no fechamento da Bolsa de Nova York.

A Bolsa de Londres também teve alta - US$ 16/tonelada para janeiro -, favorecendo o aumento dos preços físicos do robusta em R$ 1,00/saca. A variedade foi cotada em torno de R$ 120,00/sc para o tipo 6 peneira 13 acima e até R$ 110,00/sc para os bicas 7/8.

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