AP: comunidade ribeirinha recebe treinamento sobre PAA e PGPM-Bio

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Agricultura

AP: comunidade ribeirinha recebe treinamento sobre PAA e PGPM-Bio

Encontro será na Comunidade do Rio Bacaba, população ribeirinha que fica distante três horas de barco de Macapá
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Nos dias 3 e 4 de maio, comunidades extrativistas do Amapá receberão uma capacitação sobre as políticas públicas executadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), entre elas o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e a Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio). O encontro será na Comunidade do Rio Bacaba, população ribeirinha que fica distante três horas de barco de Macapá.

O evento é aberto ao público e contará com a participação de representantes de cooperativas e associações, produtores agroextrativistas e representantes do poder público, ligados às atividades do setor nas três esferas de governo. A expectativa é que cerca de 100 pessoas sejam treinadas.

Esta capacitação marca a participação da Conab na II Oficina do Protocolo Comunitário do Beira Amazonas, um projeto que foca no empoderamento comunitário para que haja um diálogo mais equilibrado entre comunidade e atores externos (poder público, mercados consumidores). “A expectativa é que isso aumente a possibilidade de negócios sustentáveis e a conservação da biodiversidade, além de gerar mais emprego e renda para os produtores agroextrativistas”, explica a superintendente da Conab no Amapá, Thallyta Resende Ribeiro.

A realização é da Oficina Escola de Lutheria da Amazônia (Oela). A entidade, que é de direito privado e sem fins lucrativos (ONG), é voltada a ações de educação para sociedades sustentáveis.

O PAA, operado pela Conab, é uma política essencial para a garantia de renda dos agricultores familiares, uma vez que adquire o cultivo dos pequenos produtores, e também é responsável pela promoção da segurança nutricional de comunidades carentes, com a doação desses mesmos alimentos. Já a PGPM-Bio garante um preço mínimo para 17 produtos extrativistas, com destaque no Amapá para a castanha-do-brasil e o açaí. Com isso, ela fomenta a proteção ao meio ambiente, ajuda a reduzir o desmatamento e dá sustentabilidade econômica às populações locais. A atividade extrativista ajuda a preservar, ainda, características culturais, sociais, religiosas e ancestrais, destes povos.

Serviço:
Data: 3 e 4 de maio
Horário: Ao logo do dia
Local: Comunidade do Rio Bacaba


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