Argentina: Rosario voltou a negociar trigo e a soja baixou para 1.010 pesos

Agronegócio

Argentina: Rosario voltou a negociar trigo e a soja baixou para 1.010 pesos

O valor pago pelo trigo foi de “preço pleno”, que é determinado a partir do preço FOB, embora esse valor esteja longe da realidade do mercado internacional pela ausência de novas operações reais de exportação
Por: -Janice
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Os poucos produtos que foram negociados na Bolsa de Comércio de Rosario mostraram preços mais baixos em relação à segunda-feira, embora ouviu-se uma oferta compradora para o trigo, que estava sem mercado há várias semanas.

O valor pago pelo trigo foi de “preço pleno”, que é determinado a partir do preço FOB, embora esse valor esteja longe da realidade do mercado internacional pela ausência de novas operações reais de exportação.

Em Chicago o fechamento foi em queda, liderado pela baixa das cotações do milho, assim que houve a publicação do informativo da USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre semeaduras e estoques trimestrais. A queda do cereal respondeu às projeções de maiores semeaduras durante 2009 nos Estados Unidos, acima das expectativas dos operadores e do informativo anterior.

Trigo. Ao longo de várias semanas sem preços, somente na jornada de ontem houve o reaparecimento da indústria em busca do cereal, pagando o “preço pleno” para poder entrar no sistema de compensações.

A atividade não foi importante, mas se pode contar com um valor de referência. O moinho de Rosario pagou 658 pesos pelo trigo sem descarga imediata. Houve operações de 1.500 toneladas. Em Chicago os futuros fecharam com baixas médias de 6,30 dólares.
Soja. Os preços voltaram a cair. As fábricas pagaram 1.010 pesos pela oleaginosa com descarga. A exportação em Rosario sem descarga pagou 1.015 pesos, embora em Ramalho a oferta tenha ficado em 1.010. As operações foram escassas.

Para a próxima campanha, com entrega em maio de 2010, a fábrica de Timbués pagou 224 dólares.

Em Chicago, os futuros fecharam com altas de até 4 dólares, pela menor oferta desta campanha.

Biocombustíveis: 4%. O Brasil elevou a partir de hoje, a porcentagem de diesel vegetal que se comercializa na gasolina.


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