Agronegócio

Basf detecta primeiro foco de ferrugem em Costa Rica (MS)

No estado do Mato Grosso do Sul são 49 Minilabs à disposição do sojicultor
Por: -Redação
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Nesta semana, foi detectado um foco de ferrugem asiática em lavoura comercial no município de Costa Rica, região oeste de Mato Grosso do Sul. A doença foi identificada no último dia 18 em uma Unidade de Monitoramento e Controle de Doenças da Soja da Basf (Minilab), por técnicos da Fundação Chapadão e da cooperativa Cooper.

Além de Costa Rica, o Sistema de Alerta da Embrapa já registrou na região ocorrências no município de Chapadão do Sul, totalizando em todo estado 15 focos da doença, com focos também nos municípios de Laguna Carapã, Aral Moreira, Antônio João, Chapadão do Sul, Naviraí, Sidrolândia, Ponta Porá e Coronel Sapucaia. Utilizando a soja da variedade Msoy 8008 RR, a lavoura estava no estágio R4/R5.1 quando foi detectada a doença. A informação foi posteriormente registrada nos sites da Unidade de Produtos para Agricultura da Basf e da Embrapa.

Diante deste cenário de avanço rápido da ferrugem no estado de Mato Grosso do Sul, a empresa e a Fundação Chapadão alertam os produtores para redobrarem a atenção no monitoramento das suas lavouras de soja.

“A Fundação Chapadão preocupada em levar informações aos produtores já realizou reuniões com todos os técnicos e gerentes de fazendas da região com intuito de precaver o avanço desta doença. Acreditamos que o sucesso do controle de ferrugem na lavoura compreende em acertar a período da primeira aplicação e não errar na segunda”, complementa Edson Borges, diretor executivo da Fundação Chapadão.

As ocorrências de ferrugem da soja detectadas pelos Minilabs nas diversas regiões do Brasil, também podem ser acompanhadas através do site da Basf – Agro (www.agro.basf.com.br) que tem atualização constante. Desde a última safra, a Basf, uma das principais fabricantes de defensivos agrícolas do país, disponibiliza gratuitamente 450 Minilabs nas regiões produtoras em todo o Brasil, para auxiliar o sojicultor na identificação da ferrugem.

Nas Unidades, o produtor tem acesso ao diagnóstico rápido da situação da sua lavoura, recebendo as orientações corretas para prevenir, detectar e combater com eficácia a ferrugem asiática e outras doenças da soja. Em todo o estado do Mato Grosso do Sul são 49 Minilabs à disposição do sojicultor. Já no seu primeiro ano de funcionamento (safra 2005/2006), o programa foi responsável por analisar mais de duas mil amostras de plantas em todo o país, tendo 722 confirmações de focos de ferrugem.

Para utilizar o serviço do Minilab, o produtor deve levar as folhas com suspeita de infecção da doença até o canal de distribuição Basf mais próximo da sua propriedade (revendas ou cooperativas), onde técnicos capacitados realizam o diagnóstico gratuito das amostras de plantas.

- Por meio do site da Divisão de Produtos para Agricultura da Basf www.agro.basf.com.br ou do contato com o Fale com a Basf 0800-0192-500, é possível saber onde se localiza o Minilab mais próximo da lavoura.

Opera faz controle da ferrugem:

Com ação sistêmica, o Opera revolucionou as técnicas de controle das principais doenças que atacam a cultura da soja durante todo o ciclo da planta, especialmente a ferrugem asiática. O fungicida, produzido com exclusividade pela Basd, proporciona alta produtividade, maior rentabilidade ao produtor e é o único fungicida no mercado com Efeito Fisiológico comprovado.

O Efeito Fisiológico do F500 é obtido a partir do aumento da fotossíntese líquida e da atividade da enzima nitrato-redutase, combinado com a diminuição da produção do etileno. Todos esses fatores reunidos contribuem para a produtividade e qualidade das lavouras.

As principais características do Opera são o controle eficaz das principais doenças foliares da soja, efeito protetor e curativo na planta, fórmula exclusiva, longo período de controle, alta produtividade, maior lucratividade e amplo espectro de ação, controlando inclusive doenças de final de ciclo.

“A aplicação do Opera é uma tecnologia que a cada safra se consolida como sendo imprescindível para quem busca alta produtividade e maior rentabilidade na cultura de soja”, destaca Waldemar Sanchez gerente de Cultura Soja da Basf. As informações são da assessoria de imprensa da Basf.

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