Boi gordo sobe em SP, ES e PA com menor oferta de animais
Preço da tonelada exportada sobe 12,1% em setembro
Foto: Divulgação
O mercado do boi gordo registrou alta nas cotações nesta terça-feira (29) em diferentes regiões do país. Segundo dados divulgados pelo informativo “Tem Boi na Linha”, a menor oferta de bovinos impulsionou os preços em São Paulo, Espírito Santo e Pará.
Em São Paulo, a cotação da vaca e da novilha subiu R$ 3,00 por arroba, enquanto o preço do boi gordo permaneceu estável. As escalas de abate atendiam, em média, seis dias.
Segundo dados divulgados pelo informativo “Tem Boi na Linha”, a menor oferta de bovinos provocou valorização das fêmeas no mercado paulista. A cotação da vaca aumentou R$ 3,00/@, enquanto a da novilha também avançou R$ 3,00/@. Já o preço do boi gordo não apresentou alteração. As escalas de abate estavam, em média, em seis dias.
No Espírito Santo, a menor oferta resultou em alta para todas as categorias acompanhadas. Segundo dados divulgados pelo informativo “Tem Boi na Linha”, a cotação do boi gordo subiu R$ 5,00/@. O preço do “boi China” também avançou R$ 5,00/@. Entre as fêmeas, a cotação da vaca aumentou R$ 1,00/@, assim como a da novilha.
No Pará, as cotações subiram em todas as praças acompanhadas, segundo dados divulgados pelo informativo “Tem Boi na Linha”. Na região de Marabá, o preço do boi gordo aumentou R$ 3,00/@, enquanto as cotações das fêmeas avançaram R$ 5,00/@. Em Redenção, a cotação do boi gordo subiu R$ 3,00/@ e a das fêmeas aumentou R$ 2,00/@. Já em Paragominas, o preço do boi gordo avançou R$ 3,00/@. Para as fêmeas, a cotação permaneceu estável. O “boi China” teve valorização de R$ 3,00/@ em todas as praças do estado.
Enquanto as cotações avançaram em diferentes mercados, as exportações brasileiras de carne bovina in natura registraram queda no volume embarcado em setembro. Até a quarta semana do mês, o Brasil exportou 176,3 mil toneladas, com média diária de 9,8 mil toneladas. Segundo dados divulgados pelo informativo “Tem Boi na Linha”, o volume representa uma queda de 31,5% em relação a setembro de 2025.
Por outro lado, o preço médio da tonelada ficou em US$ 6,3 mil, alta de 12,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. Com 18 dias úteis de setembro de 2026 transcorridos, o volume exportado estava 138,4 mil toneladas abaixo do registrado em 22 dias úteis de setembro de 2025.