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Bunge investe nos setores de logística e qualidade no Brasil

Na área de grãos, os ganhos de eficiência no país estão sendo ampliados e são vitais para as unidades no exterior


A abertura de novos mercados e os investimentos em curso na instalação de fábricas de soja na Ásia e na Europa não significa que a Bunge vai abrir mão de sua liderança nas exportações brasileiras do grão. Segundo Sérgio Waldrich, presidente da Bunge Alimentos, aportes em ganho de eficiência no país não só estão sendo ampliados como são vitais para nutrir as novas unidades no exterior.


"Com o equívoco fiscal brasileiro, a tendência é produzirmos no Brasil e processar fora. Nesse processo, a logística é a ponte". Daí o investimento em curso no terminal graneleiro no porto de Santos, em conjunto com o Grupo Maggi - maior produtor individual de soja do mundo, com cerca de 600 mil toneladas na safra atual - e a Ferronorte, orçado em US$ 126 milhões, e a construção de silos espalhados por regiões produtoras principalmente do Centro-Oeste. "Em cinco ou dez anos, o Brasil estará exportando mais soja em grão do que processando no país", prevê o executivo. A Bunge é a maior exportadora de soja do país, com cerca de 12 milhões de toneladas de grão, farelo e óleo por safra.
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